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Mais de 70% da demanda de espaços corporativos primários nas regiões se concentrou no eixo entre Berrini e Chucri Zaidan
A volta do trabalho presencial já está aparecendo nos números da cidade de São Paulo, que atingiu o menor nível de desocupação dos escritórios de alto padrão desde a pandemia. A taxa de vacância na capital é de 18,3% no primeiro trimestre, ante 22,2% no mesmo período de 2021.
Com o mercado aquecido, o preço do metro quadrado subiu 15% no comparativo com o mesmo período de 2024, chegando a R$ 109, de acordo com a pesquisa da First Look, realizada pela JLL.
O levantamento também aponta que a capital possui 187 mil m² de absorção bruta – total de área nova locada – e 105 mil m² de absorção líquida – diferença entre espaço locado e espaço desocupado.
“Em geral, no primeiro trimestre do ano, vemos as empresas se movimentando menos, mas não foi isso que aconteceu em 2025”, destaca Yara Matsuyama, diretora de Locações da JLL.
Todas as regiões monitoradas pelo estudo da capital paulista registraram absorção líquida positiva. Mais de 70% da demanda por espaços corporativos primários nas regiões se concentrou no eixo entre Berrini e Chucri Zaidan.
A vacância em ambas as regiões está abaixo da média da cidade: 13,4% na Berrini e 16,5% na Chucri Zaidan.
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Esses espaços se referem a escritórios de alto padrão, com infraestrutura moderna, buscados por grandes empresas em fase de expansão ou reestruturação.
Dos nove empreendimentos no final do ano passado com áreas vagas superiores a 10 mil m² nessas regiões, somente cinco ainda têm possibilidades de espaços para locação.
A pesquisa aponta que o interesse contínuo por essas localidades tem feito a disponibilidade em grandes condomínios por lá diminuir.
“Também temos observado o crescimento da locação de grandes volumes de espaços. No primeiro trimestre, registramos três transações acima de 11 mil m²”, pontua Caio Maia, head de Pesquisa e Estratégia da JLL.
Entre as grandes locações deste trimestre estão:
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