O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A aprovação do resgate é uma fase antes da análise final pelo Banco Central da operação de compra do Master pelo BRB (Banco de Brasília)
Uma linha de assistência do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) está em vias de ser aprovada para dar liquidez e viabilizar, de forma emergencial, os pagamentos de CDBs do Master que estão prestes a vencer.
Segundo informações da Folha de S.Paulo, o acerto do resgate está previsto para os próximos dias, com deliberação do conselho do FGC.
O Grupo Master, que inclui suas subsidiárias como Will Bank e Voiter, tem cerca de R$ 53 bilhões de CDBs, garantidos pelo FGC. Ainda não se sabe de quanto será a assistência de liquidez, entretanto, o balanço financeiro do banco mostrou, em março, que pelo menos R$ 16 bilhões desse montante venceriam em 2025.
O FGC cobre depósitos e aplicações de até R$ 250 mil — principal mais juros —, por CPF e por instituição financeira emissora, em casos de problemas de liquidez e falência.
A possibilidade de um resgate dos CDBs do Master pelo FGC está sob escrutínio desde que veio a público, em março, a proposta de compra do banco pelo Banco de Brasília (BRB). Naquele momento, a aquisição foi vista pelo mercado como um resgate justamente pela desconfiança de que o Master não tinha liquidez para honrar suas dívidas.
Naquele momento, o BRB já tinha descartado a compra do passivo inteiro em sua proposta, oferecendo uma aquisição parcial da dívida e das subsidiárias do grupo. Com isso, outras instituições financeiras entraram no negócio pelas fatias remanescentes do Master.
Leia Também
De acordo com a Folha, o BRB protocolou no Banco Central uma nova proposta de operação de compra, que permitiu encaminhar as negociações nos últimos dias.
A nova proposta levou em consideração a conclusão de uma auditoria que permitiu redesenhar a operação para atender algumas solicitações do BC, segundo o jornal. A operação teria ficado mais enxuta em termos de ativos e mais palatável para o aceite da autarquia.
O BRB anunciou no fim de março a intenção de adquirir 58% do capital social do Grupo Master, por R$ 2 bilhões, em uma operação que ainda precisa da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do Banco Central.
Ainda não se sabe se a nova proposta mantém esses parâmetros.
Nesta segunda-feira (5), o Cade publicou no Diário Oficial da União o pedido de encaminhamento da proposta pelos bancos. No texto, BRB e Master argumentam que a transação não implica eliminação da concorrência, não resulta na dominação de mercado relevante e não cria ou reforça uma posição dominante.
"A operação representa a constituição de um novo conglomerado com a oferta de um leque completo de produtos e serviços bancários, de seguridade, meios de pagamento e investimentos a pessoas físicas e jurídicas, além de presença a nível nacional e estrutura de governança, capital, liquidez, rentabilidade e conformidade regulatória compatíveis com o porte do novo conglomerado", argumentam os bancos.
A operação tem como premissas: atuação de ambos os bancos sob a marca BRB; manutenção da marca Will Bank como banco digital; e manutenção das estruturas das empresas apartadas, com compartilhamento de governança, expertise, sinergias e coordenação estratégica e operacional, segundo o documento.
Tanto o Cade quanto o BC ainda não deliberaram sobre a venda. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, entretanto, tem participado das negociações sobre o destino do Master.
As fatias do Master que o BRB não demonstrou interesse estariam em análise para aquisição por outros grupos, segundo o Estado de S.Paulo. Os interessados seriam a família Batista, do grupo J&F, os bancos Safra e BTG Pactual, além da Prisma Capital e da JiveMauá.
Joesley Batista, do grupo J&F, chegou a ir ao Banco Central para falar sobre assuntos “regulatórios” na última semana. Este teria sido o terceiro encontro da autarquia com membros da família Batista para deliberar sobre o assunto.
André Esteves, do BTG Pactual, também teve alguns encontros com o BC e o Galípolo para tratar do mesmo tema no mês passado — embora o banco tenha respondido em comunicado ao mercado que não estava em negociação para aquisição de parte ou totalidade do Master.
Os ativos que não entram na proposta do BRB são, principalmente, precatórios (títulos de dívidas judiciais que não tem liquidez no mercado). A Folha afirma que está em negociação a possibilidade de uma liquidação privada desses ativos, com a possibilidade de uma segunda linha de assistência por parte do FGC.
Caso a liquidação privada seja aprovada, o BTG teria interesse em intermediar a operação e a família Batista estaria interessada na aquisição de parte desses títulos, conforme o jornal.
Lais Costa, analista da Empiricus Research, explica por que tantos fundos sofreram com o conflito e mostra que outra classe corre risco em um cenário de juros altos
Do universo digital ao musical, itens apreendidos ganham nova chance em leilão da Receita Federal que começa hoje
Para os analistas, o foco dos eleitores agora não é somente quem deve ganhar a corrida para a presidência, mas também para o Congresso
Em 2025, o crédito imobiliário no Brasil somou aproximadamente R$ 324 bilhões em originações, segundo dados apresentados pelo banco
Fundo teve leve alta em março e acumula ganhos acima do CDI em 2026, com estratégia focada no Brasil e proteção contra inflação
Para Anthropic, há uma nova preocupação além dos erros humanos: a vulnerabilidade dos sistemas contra ataques cibernéticos
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 7 de abril. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. +Milionária pode pagar R$ 34 milhões hoje.
Durante evento do Bradesco BBI, o economista afirmou que vê conflito caminhando para intensificação e alertou para os efeitos no petróleo e nos mercados
Genoa, Kapitalo e Ibiuna participaram de evento do Bradesco BBI e falaram sobre a dificuldade de leitura no cenário volátil atual
Sam Altman, CEO da OpenAI, publicar artigo sobre o avanço da inteligência artificial e suas consequências para os seres humanos
A explosão das apostas online já pesa mais que os juros no bolso do brasileiro e acende um alerta sobre uma nova crise financeira
Uma pessoa errou todos os números na Lotomania e ainda assim vai embolsar mais de R$ 200 mil, mas cometeu um erro ainda maior na visão de quem entende da modalidade.
Redução no diesel pode passar de R$ 2,60 por litro, mas repasse ao consumidor ainda depende dos estados e das distribuidoras
Com conflito entre EUA, Israel e Irã aparentemente longe de terminar, o presidente do BC vê cenário mais incerto; enquanto isso, inflação sobe nas projeções e espaço para queda dos juros diminui
Estarão disponíveis no leilão da Caixa mais de 500 casas, apartamentos ou terrenos em todo o Brasil; veja como participar
Cartinha de Pokémon entra para a história após ser vendida por milhões pelo influenciador norte-americano Logan Paul
Pressionadas pela disparada do petróleo em meio à guerra no Oriente Médio, as expectativas de inflação voltaram a subir no Brasil, enquanto o mercado segue atento aos possíveis efeitos sobre os juros no país e no exterior
Mega-Sena entrou acumulada em abril e recuperou posições no ranking de maiores prêmios estimados para as loterias da Caixa. Com R$ 13 milhões em jogo, Lotomania é o destaque desta segunda-feira (6).
Os leitores concentraram sua atenção em temas que impactam diretamente o bolso — seja na proteção do patrimônio, nas decisões de grandes empresas ou na chance de transformar a vida com um bilhete premiado
Indicadores ajudam a calibrar as expectativas do mercado para os próximos meses e influenciam decisões sobre juros, investimentos e consumo