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Economista-chefe do Bank of America acredita que a probabilidade de um corte já em novembro é maior do que em março de 2026, embora o cenário-base do banco seja de uma redução em dezembro
Os sinais de que o Banco Central (BC) pode começar a reduzir a taxa Selic já neste ano se multiplicam. A avaliação é de David Beker, chefe de economia e estratégia para Brasil e América Latina do Bank of America (BofA).
Em conversa com jornalistas nesta quarta-feira (3), ele afirmou que os fatores que sustentam a mudança de rumo já estão postos: a economia dá sinais claros de desaceleração, a inflação corrente mantém tendência baixista, as expectativas de preços de 2025 a 2027 recuam e o mercado de trabalho, embora ainda aquecido, mostra enfraquecimento.
“Os astros estão se alinhando para o Banco Central começar um processo de corte de juros”, disse Beker.
Segundo o chefe do BofA, pela primeira vez em muito tempo, as variáveis caminham na mesma direção. “Antes, a atividade não desacelerava ou as expectativas não cediam. Agora, temos um quadro mais consistente”, disse.
Para ele os astros estão tão alinhados que até o ambiente externo joga a favor do Brasil. Isso porque o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) indicou que pode cortar os juros em breve, o que abre uma janela de oportunidade para o BC manter o diferencial de juros reduzindo a Selic.
Na visão do banco, o primeiro corte da Selic deve ocorrer em dezembro, com uma redução de 0,50 ponto percentual — o que levaria o juro básico do país para 14,5% ao ano.
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O mercado, porém, está dividido: parte aposta em um corte ainda em 2025, enquanto outra parcela acredita que o ajuste virá apenas no primeiro trimestre de 2026. O argumento para a postergação é a necessidade de uma queda mais forte nas expectativas de inflação.
Para Beker, entretanto, esse movimento pode significar perder o timing do afrouxamento monetário. Tanto que, para o economista, a probabilidade de um corte já em novembro é maior do que em março de 2026, embora esse não seja o cenário-base do BofA.
As projeções da instituição apontam para uma Selic de 14,5% ao fim de 2025 e 11,25% em 2026. Os cortes devem ficar concentrados no primeiro semestre, com uma pausa durante o período eleitoral e retomada no fim do ano. Em 2027, a projeção é de juros fechando em 10,5%.
A desaceleração da economia já aparece nos números recentes. O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,4% no segundo trimestre de 2025, abaixo da alta de 1,4% registrada nos três primeiros meses do ano. O dado confirma o efeito prolongado da política monetária restritiva do Banco Central.
Na inflação, o IPCA de julho subiu 0,26%, mas a prévia de agosto — medida pelo IPCA-15 — mostrou deflação de 0,14%, a primeira desde julho de 2023.
Diante desses números, as projeções do Boletim Focus reforçam a tendência: a estimativa de inflação ao fim de 2025 caiu pela 14ª semana consecutiva, chegando a 4,85% na segunda-feira (1).
Para os anos seguintes, as expectativas também recuaram: 4,31% em 2026 e 3,94% em 2027.
O mercado de trabalho continua positivo, mas perdeu fôlego. Em julho, foram abertas 129.775 vagas formais, abaixo das 191.373 registradas no mesmo mês de 2024.
No cenário externo, o discurso de Jerome Powell, presidente do Fed, segue reforçando a percepção de que o ciclo de cortes nos Estados Unidos deve começar em breve.
*Com informações do Money Times.
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