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Banco Central venderá US$ 2 bilhões nesta segunda-feira (20) em dois leilões de linha; entenda como e quando ocorrem as operações

O retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos promete impactar as relações diplomáticas e a economia global. No Brasil, uma das principais preocupações é a escalada do dólar, que opera acima de R$ 6 e pode subir ainda mais com a volta republicano à Casa Branca.
Assim, enquanto Trump comemora a posse em evento de inauguração, o Banco Central (BC) fará a primeira intervenção cambial em 2025. Nesta segunda-feira (20), a instituição venderá até US$ 2 bilhões das reservas internacionais em leilões de linha.
O mecanismo funciona como um "empréstimo" de dólares do BC, visando aumentar a oferta e reduzir a cotação diante da alta demanda. Com os leilões de linha, a instituição monetária assume o compromisso de recomprar o dinheiro daqui a alguns meses.
A previsão é que sejam realizados, nesta segunda-feira, dois leilões de até US$ 1 bilhão cada. O dinheiro do primeiro leilão retornará às reservas internacionais em 4 de novembro, enquanto o do segundo leilão voltará em 2 de dezembro.
O primeiro leilão será das 10h20 às 10h25 (horário de Brasília). Já o segundo, ocorrerá das 10h40 às 10h45.
O dólar vem operando acima dos R$ 6 praticamente desde que o governo anunciou o pacote fiscal, no final de novembro. A medida ampliou as desconfianças do mercado em relação à capacidade do executivo de melhorar as contas públicas, o que teve efeito direto no câmbio.
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Após a moeda norte-americana atingir o patamar de R$ 6,20, o BC vem realizando intervenções no câmbio. A última operação ocorreu em 30 de dezembro, quando a instituição vendeu US$ 1,815 bilhão das reservas internacionais à vista.
Além disso, em dezembro, o BC realizou um leilão de moeda à vista, no valor total de US$ 1,6 bilhão — a maior intervenção do BC nesse tipo de operação desde 2020. Nessa modalidade, a venda é definitiva, e o dinheiro não volta às reservas.
Ao fim do último mês de 2024, o BC havia vendido US$ 32,59 bilhões das reservas externas, o maior volume mensal de intervenções cambiais desde a criação do regime de metas de inflação, em 1999.
*Com informações da Agência Brasil
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