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Dado forte nos EUA reduziu apostas de corte de juros, elevou a aversão ao risco e pressionou a criptomoeda
Não foi só nas bolsas de Nova York que o payroll de setembro, divulgado ontem (20) com atraso de um mês graças ao shutdown, causou estrago. O relatório de emprego dos EUA caiu como uma bigorna também para o mercado de cripto. O bitcoin (BTC) chegou a cair mais de 11% ao longo das últimas 24 horas.
A maior moeda digital do mundo está sendo negociada aos US$ 84.116,88 por volta das 11h desta quinta-feira (21).
O que movimenta o mercado hoje e pressiona os preços dos ativos de risco é a perspectiva de que o afrouxamento monetário nos Estados Unidos não seja tão intenso como era amplamente esperado por investidores e analistas.
Isso porque os Estados Unidos (EUA) criaram 119 mil vagas de emprego em setembro, bem acima dos 50 mil novos postos de trabalho que o mercado esperava, segundo a mediana das projeções coletadas pelo Broadcast.
Basicamente, um dado tão mais forte do que o esperado pelo mercado reduz as esperanças de cortes nos juros nos Estados Unidos pelo Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) em dezembro.
Isso porque os números mostraram um mercado de trabalho ainda aquecido, o que aumenta a pressão sobre a reunião do mês que vem da autoridade monetária. “Os mercados esperavam um corte em dezembro, mas a narrativa aparentemente mudou”, afirmou Jeff Kilburg, da KKM Financial à CNBC Internacional.
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Os números do mercado de trabalho se somaram à ata do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed, Banco Central dos EUA), que reforçou a incerteza sobre o cenário econômico e expôs uma divisão interna sobre os próximos passos da política monetária.
No caso das criptomoedas, o efeito é ainda mais sensível. Como ativo de risco, o BTC reage de forma imediata a qualquer movimento que reduza o apetite global por risco. Quando o mercado entende que os juros americanos podem continuar altos, investidores ficam mais cautelosos: diminuem posições em ações e cripto e aumentam a fatia em ativos considerados “porto seguro”, como Treasurys e dólar.
Além disso, segundo o Goldman Sachs, a turbulência recente no mercado cripto amplificou essa aversão ao risco entre investidores de varejo, afetando setores especialmente sensíveis, como data centers e empresas ligadas à mineração e à infraestrutura de ativos digitais.
O resultado é um ambiente mais volátil, com liquidez reduzida e maior pressão sobre ativos que dependem do ciclo de tecnologia e risco global.
Com isso, mais de US$ 2 bilhões em contratos futuros foram liquidados no mercado de criptomoedas, de acordo com o CoinGlass.
A cada queda mais intensa do preço do Bitcoin (BTC), surgem novos “profetas” anunciando o fim da criptomoeda. Desta vez, foi Michael Burry quem falou em uma possível “espiral da morte”.
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