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Enquanto Estados Unidos e outros países ainda avaliam suas opções, no Brasil, a CVM saiu na frente ao aprovar o lançamento do ETF, com Hashdex e Ripple ampliando as oportunidades de investimento no país
Se manter à frente da curva nem sempre é fácil, mas algumas empresas fazem disso um estilo de jogo. Nesta semana, a brasileira Hashdex reafirmou seu pioneirismo no universo dos fundos de índice (ETFs) e, de quebra, colocou o Brasil no centro das atenções do mercado global de criptomoedas.
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deu o sinal verde para o primeiro ETF de XRP (XRP) à vista (spot) do mundo. O fundo aprovado, batizado de Hashdex Nasdaq XRP Fundo de Índice, terá como administrador a Genial Investimentos e, no momento, está na fase pré-operacional — aquela etapa em que gestores e distribuidores trabalham para atrair investidores e formar o capital inicial.
A listagem deve ocorrer na B3, no entanto, a Hashdex ainda não definiu uma data exata para o início das negociações. Enquanto isso, nesse primeiro momento serão nomeados administradores, gestores e custodiantes da operação.
O XRP, terceira maior criptomoeda do mundo por valor de mercado, com uma capitalização de US$ 150,6 bilhões, vai além de um simples ativo digital. Ele é o token oficial de pagamentos internacionais da Ripple, empresa dos Estados Unidos que desenvolve soluções financeiras baseadas em blockchain.
A aprovação do ETF chega em um momento interessante para o mercado. Em meio a uma semana de oscilações, com o bitcoin (BTC) subindo de forma modesta, 2,47%, e a solana (SOL) enfrentando uma queda de 9,29%, o XRP se destaca, registrando uma alta de 11,20% nos últimos sete dias, segundo dados do CoinMarketCap.
“O XRP é uma escolha natural para um ETF devido à sua utilidade no mundo real, à crescente demanda institucional e ao seu market cap geral”, afirma Silvio Pegado, diretor para a América Latina da Ripple.
“Após a aprovação de um dos primeiros ETFs de bitcoin em 2021, o sinal verde para o primeiro ETF de XRP pela CVM demonstra a abordagem visionária do Brasil em relação aos mercados de criptoativos e aos avanços financeiros”.
A Ripple vem investindo forte no Brasil, e as movimentações não param por aí. Na última quarta-feira (19), a empresa brasileira, Braza Group, anunciou o lançamento da stablecoin BBRL na XRP Ledger, a blockchain descentralizada da empresa norte-americana.
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A expectativa é que outros ETFs de XRP sejam aprovados ao redor do mundo ainda este ano.
Nos Estados Unidos, a Grayscale e a Bitwise Asset já solicitaram a autorização para lançar produtos semelhantes, com previsão de uma decisão da Security Exchange Commission (SEC, equivalente à CVM dos EUA) até outubro de 2025. Analistas apontam uma chance de aprovação entre 65% e 81%.
Com a nova gestão da SEC sob a presidência de Donald Trump, também há esperança de que a Ripple possa resolver de forma mais amigável suas questões regulatórias na justiça, o que daria ainda mais fôlego ao ecossistema do XRP.
Se há algo que a Hashdex sabe fazer, é abrir caminhos. Desde sua fundação no Rio de Janeiro, em 2018, a gestora se consolidou como uma das maiores da América Latina no setor cripto, sendo responsável pelo lançamento de um dos primeiros ETFs de criptomoedas do mundo em 2021. Neste ano, registrou alguns dos fundos de índice cripto mais rentáveis de 2024.
E a aprovação do novo ETF de XRP, não é a única na esteira de inovações. Na última quinta-feira (20), a Hashdex anunciou o FOMO11, um novo ETF que será listado na B3 a partir do dia 2 de abril.
O produto foi projetado para capturar as principais tendências do mercado de criptomoedas e será o oitavo ETF da empresa na bolsa brasileira. Além disso, a Hashdex conta com mais de 10 fundos de investimento em cripto disponíveis nas principais plataformas do Brasil.
O diferencial do FOMO11 está na estratégia: ele segue o índice Vinter Hashdex Risk Parity Momentum, que busca uma abordagem equilibrada entre risco e retorno para explorar as potencialidades da volatilidade e o crescimento do setor cripto.
O fundo investe nos 12 principais criptoativos por capitalização de mercado, ponderando os ativos conforme seu impulso de preço. Isso permite uma maior exposição às tendências mais fortes do mercado.
O ETF contará com uma taxa de administração de 2%, e a previsão é que o valor inicial por cota seja de aproximadamente R$ 30,00. A oferta será coordenada pelo Genial Institucional e Itaú BBA.
*Com informações do Money Times
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