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Participantes do mercado olham para o payroll em busca de sinais em relação aos próximos passos do Fed
Um dos privilégios de atuar como jornalista é a possibilidade de aprender coisas novas todos os dias. Há alguns anos, quando comecei a trabalhar com noticiário econômico e financeiro, a sensação era de que eu nunca daria conta de tanta informação nova.
Então você começa a conversar com os colegas, com novas fontes, com especialistas e aos poucos vai preenchendo as lacunas.
Um dos conceitos que demorei a entender foi o de múltiplos. Antes fosse a boa e velha tabuada dos tempos de escola.
Falo da relação entre preço e lucro, ou P/L. É um dos principais indicadores usados pelos analistas para definir se a ação de uma determinada empresa está barata ou cara.
O problema é que o tal múltiplo é relativo. Depende muito do setor, do momento do mercado e da empresa, claro. Tem múltiplo que parece baixo e a ação só cai. Tem múltiplo que parece alto e o preço do papel sobe sem parar.
Quem me ajudou muito a entender como funcionam os múltiplos foi o colunista Ruy Hungria, aqui do Seu Dinheiro. Além de entender do babado, ele é didático (e corinthiano).
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Na coluna de hoje, o Ruy aborda a recente queda das ações da Nvidia, mas vai além das platitudes sobre como a DeepSeek revolucionou a inteligência artificial, como isso vai afetar os investimentos e blablablá.
De modo didático, o Ruy explica porque, por mais fantástica que possa parecer uma empresa, ela nem sempre é o melhor investimento disponível. De quebra, você ainda ganha uma aula sobre múltiplos.
Enquanto isso, os investidores aguardam a divulgação do payroll nos Estados Unidos na expectativa de calibrar os próximos passos do Fed, o banco central norte-americano.
Por aqui, os participantes do mercado acompanham entrevista do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, enquanto aguardam os números da balança comercial de janeiro e repercutem o balanço do Bradesco.
Na manhã de hoje, o segundo maior banco privado do Brasil reportou lucro de quase R$ 20 bilhões ao longo de 2024. Trata-se de uma alta de 20% em relação ao ano anterior.
O resultado vem à tona em um momento no qual o Bradesco atravessa um amplo processo de reestruturação.
Os detalhes do balanço você confere no trabalho do Vinícius Pinheiro.
ONDE INVESTIR COM A ALTA DA SELIC
TODO MUNDO VAI SOFRER
O raio-x da Moody’s para quem investe em empresas brasileiras: quais devem sofrer o maior e o menor impacto dos juros altos. Aumento da Selic, inflação persistente e depreciação cambial devem pressionar a rentabilidade das companhias nacionais em diferentes graus, segundo a agência de classificação de risco.
GUIDANCE MAIS TÍMIDO
O Itaú (ITUB4) está muito conservador para 2025? CEO revela por que o banco vai tirar pé do acelerador — mas sem abrir mão dos dividendos. Junto com balanço, banco anunciou proventos extraordinários e recompras de R$ 18 bilhões, além de bonificação em ações; mas guidance para este ano foi considerado tímido pelos analistas.
UMA NOVA FASE
Da Americanas (AMER3) para a Cyrela (CYRE3): incorporadora convoca AGE para ter Sérgio Rial no conselho. Em dezembro, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) absolveu o executivo das acusações relacionadas ao escândalo da fraude bilionária na varejista.
INVESTINDO NO SETOR IMOBILIÁRIO
Uma notícia boa e uma ruim na construção civil: Santander traça panorama para 2025 e elege mais uma queridinha do setor. Apesar de estar menos otimista com o segmento este ano, o banco ainda enxerga algumas oportunidades em determinadas companhias.
DIÁRIO DOS 100 DIAS (DIA 18)
O easter egg de Trump: o que há no plano vazado para acabar com a guerra entre Rússia e Ucrânia de uma vez. Relatório mostra que o presidente norte-americano está empenhado em colocar um fim no conflito. Seus métodos, no entanto, podem ser questionados.
CORRIGIDO PELA INFLAÇÃO
Vai pingar na conta: Banco do Brasil (BBAS3) vai devolver R$ 20,6 milhões a clientes por cobranças indevidas. Os reembolsados correspondem a cobranças indevidas de juros e tarifas, com os valores corrigidos pela inflação e devolução prevista em até 12 meses.
O CÉU ABRIU
Ação da Azul (AZUL4) arremete e surge entre as maiores altas do Ibovespa; governo dá prazo para fusão com a Gol (GOLL4). O ministro de Porto e Aeroporto, Silvio Costa Filho, falou sobre os próximos passos do acordo entre as companhias aéreas.
BRASIL CRIPTO
Criptomoedas, stablecoins e Drex: o que pensa Gabriel Galípolo sobre o futuro do dinheiro digital. Em conferência na Cidade do México, o presidente do Banco Central brasileiro expressou preocupações com os riscos das stablecoins no país e destacou o Drex como aposta do BC.
MINERADORAS EM ALTA
Ação da Vale (VALE3) volta a ser cotada acima de R$ 55. O que ajuda a mineradora a subir hoje — e não é só o minério de ferro. O movimento positivo embala todo o setor de metais e também ajuda a dar tração ao Ibovespa.
DO INFERNO AO CÉU
Ação da Raízen (RAIZ4) salta 10% após protagonizar maiores quedas do Ibovespa hoje; o que está por trás da reviravolta? Os investidores reagem às expectativas de que a produtora de etanol dê novos passos em busca da redução do endividamento em meio à pressão incessante dos juros elevados.
INVESTIMENTO COM CAUTELA
É hora de investir em educação? BTG escolhe 2 ações para se expor ao setor, mas faz alerta sobre 2025. Os analistas do banco dizem o que esperar dos balanços do quarto trimestre de 2024 e dizem como será este ano para as principais empresas do segmento.
PERDEU O BRILHO?
Eli Lilly dobra lucros no 4T24, mas vendas das canetas emagrecedoras decepcionam; entenda o que aconteceu. A Eli Lilly divulgou os resultados do quarto trimestre nesta quinta-feira (6) e, apesar de ter engordado o caixa, nem todos os números da farmacêutica foram animadores.
E AGORA?
Na fila de espera: recuperação judicial da SouthRock, antiga dona do Starbucks e da Subway, é recusada pelos credores. Com dívidas estimadas em R$ 1,8 bilhão, empresa ainda é dona das marcas Eataly e TGI Friday’s no Brasil.
RECORDE ATRÁS DE RECORDE
Subiu demais? Ações Embraer (EMBR3) caem mesmo após novo recorde histórico na carteira de pedidos do 4T24. A fabricante brasileira de aeronaves atingiu uma carteira de pedidos total de US$ 26,3 bilhões no 4T24. Trata-se do maior volume registrado na história da companhia.
RESULTADO DA FINTECH
Inter (INBR32) fecha 2024 com o maior lucro da história e anuncia dividendos. O banco digital laranjinha viu seu lucro líquido subir 84,7% na base anual, para R$ 295 milhões, com um ROE de 11,7% no fim do quarto trimestre; veja os destaques.
NÃO RENOVOU
A xerife foi embora: RBR Properties (RBRP11) perde CVM como inquilina e cotas do fundo imobiliário caem no IFIX. Gestão do fundo afirmou que trabalhará ativamente na comercialização das áreas livres para novos ocupantes.
NOVAS TAXAS?
‘Vamos equilibrar o jogo entre pobres e ricos’: Haddad fala sobre imposto para quem ganha entre R$ 50 mil e R$ 100 mil. Na entrevista, o ministro da Fazenda também afirma que o Brasil pode ter ‘surpresas agradáveis’ com relação à inflação em 2025.
FIIS HOJE
Uma questão de estratégia: Suzano (SUZB3) encerra contrato de locação com o FII GGRC11; confira os impactos nas cotas. O FII GGRC11 informou que estava em “intensas” negociações com a Suzano, mas a empresa optou por sair do imóvel localizado em Campinas.
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Crise na Venezuela e captura de Maduro expõem a fragilidade da ordem mundial pós-1945, com EUA e China disputando influência na América Latina
A construtora Direcional (DIRR3) recebeu três recomendações e é a ação mais indicada para investir em janeiro; acompanhe também os efeitos do ataque no preço da commodity
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A definição de “surpresa”, neste escopo, se refere a um evento para o qual o consenso de mercado atribui uma probabilidade igual ou inferior a 33%, enquanto, na nossa opinião, ele goza de uma chance superior a 50% de ocorrência
Itaú Unibanco (ITUB4) manteve-se na liderança, e o Banco do Brasil (BBAS3). Veja como se saíram também Bradesco (BBDC4) e Santander Brasil (SANB11)
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