O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Chegamos à situação contemporânea nos EUA em que o mercado de trabalho começa a dar sinais em prol de cortes nos juros, enquanto a inflação (acima da meta) sugere insistência no aperto
O humor dos mercados globais deu uma azedada à espera daquelas que podem ser as duas referências mais importantes do mês de novembro, apesar de certo atraso.
Hoje sai o resultado da Nvidia, em meio a um emergente senso crítico que passa a questionar a longevidade do rali de AI.
Detalhe importante: não precisa ser o estouro de uma bolha para cair, pode ser simplesmente uma “correção saudável”.
A esse respeito, eu me limito a aguardar o balanço, que inclusive já passou por testes semelhantes.
Mas acho particularmente interessante o contexto de Berkshire comprando GOOG — tanto por sua capacidade de ganhar em certas frentes de AI (e.g. Cloud) quanto por funcionar também como um hedge contra expectativas exageradas de AI (e.g. search index vai morrer).
Às vezes, temos que tentar apostar nos dois lados da moeda.
Leia Também
O que nos leva ao segundo gatilho da semana: o employment report de setembro, postergado pelo shutdown, e extraordinariamente reagendado para amanhã.
Segundo seu mandato oficial, o Fed também precisa estar atento a dois lados da moeda, que seriam metas de inflação e busca pelo pleno emprego.
Do ponto de vista metodológico, existe um problema sério aí, que é o desafio de se perseguir dois objetivos com apenas um instrumento de política econômica — no caso, a determinação das taxas de juros de curto prazo.
No excelente livro "Our Dollar, Your Problem" — que ganhei de presente do Felipe —, Kenneth Rogoff explica que essa dobradinha já era bem complicada no passado, e vem se tornando ainda mais difícil à medida que as correlações históricas entre inflação e desemprego assumem novas formas.
Assim, chegamos à situação contemporânea nos EUA, em que o mercado de trabalho começa a dar sinais em prol de cortes nos juros, enquanto a inflação (acima da meta) sugere insistência no aperto.
Talvez cheguemos meio sem querer a uma convergência dessas duas histórias semanais, com a correção dos exageros de AI provocando um arrocho exógeno capaz de respaldar o Fed em um novo corte de juros.
Ora, está aí uma boa chamada moderna: “Fed usa AI para cortar juros”.
O povo que só lê manchete vai achar que os técnicos do Federal Reserve estão na crista da onda dos LLMs, mas na verdade foi apenas o fruto proibido do acaso.
A fintech Nubank tem desenvolvido sua operação de telefonia, que já está aparecendo nos números do setor; entenda também o que esperar dos mercados hoje, após o anúncio de cessar-fogo na guerra do Oriente Médio
Sem previsibilidade na economia, é difícil saber quais os próximos passos do Banco Central, que mal começou um ciclo de cortes da Selic
Há risco de pressão adicional sobre as contas públicas brasileiras, aumento das expectativas de inflação e maior dificuldade no cumprimento das metas fiscais
O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo
Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras
Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira
Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic
A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples