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Prazo de validade: Ibovespa tenta acompanhar correção das bolsas internacionais, mas ainda há um Trump no meio do caminho

Bolsas recuperam-se parcialmente das perdas dos últimos dias, mas ameaça de Trump à China coloca em risco a continuidade desse movimento

8 de abril de 2025
8:15 - atualizado às 14:52
Silhueta de Donald Trump pegando fogo com bandeira dos EUA no fundo.
Imagem: iStock

A guerra comercial de Donald Trump contra o mundo provocou pânico entre os investidores nos últimos dias.

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O Ibovespa, por exemplo, vinha acumulando gordura desde o início do ano. Isso foi interrompido em 2 de abril, batizado por Trump como “Dia da Libertação” dos EUA.

Desde então, o índice já recuou mais de 4%.

Em grande medida, a bolsa brasileira espelha a liquidação de ativos de risco ocorrida nos mercados de ações de todo o mundo.

Talvez Trump prefira que o mundo assista passivamente enquanto ele bate na mesa e sobe o tom, mas as reações ao que ele chama de tarifasrecíprocas” se acumulam.

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Ao redor do mundo, os países retaliam ou se preparam para reagir. Internamente, protestos contra o presidente ganham corpo, bem como as contestações aos argumentos da Casa Branca.

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No fim de semana, o insuspeito American Enterprise Institute confirmou o que muita gente desconfiava: maculadas por um erro grosseiro de cálculo, as tarifas não têm nada de recíprocas.

Na segunda-feira, o megaivestidor Bill Ackman, que ajudou a financiar a campanha de Trump, mandou avisar que o presidente está perdendo a confiança dos empresários norte-americanos.

Hoje, depois da forte queda dos últimos dias, os mercados financeiros internacionais apontam para uma correção.

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No entanto, é provável que ela tenha um prazo de validade bastante curto. Isso porque Trump deu até o meio-dia desta terça-feira para que a China desista de retaliar as sobretaxas norte-americanas ou enfrente mais tarifas.

O governo chinês já antecipou que não pretende ceder e que vai responder de maneira “resoluta”.

De qualquer modo, fica mais claro que Trump atira para todos os lados, mas seu alvo é a China.

Em meio à escalada, há quem veja que a guerra comercial tem o potencial de se transformar em uma oportunidade para o Brasil. Isso se ela não terminar em uma recessão global.

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Parte dessa análise se baseia na perspectiva de que o impacto da guerra comercial de Trump sobre a economia mundial pode reduzir a pressão inflacionária e acelerar uma eventual queda dos juros mais adiante por aqui.

Em si, essa seria uma boa notícia para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas seria suficiente para transformar Trump em um cabo eleitoral involuntário de Lula em 2026?

Quem analisa o tema é o colunista Matheus Spiess.

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DIÁRIO DOS 100 DIAS
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Wall Street chegou a operar com alta de 1% por cerca de dez minutos na segunda-feira (7), mas a alegria durou pouco; entenda toda a confusão.

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A REALIDADE BATEU NA PORTA
EUA já estão em recessão, diz CEO de uma das maiores gestoras de ativos do mundo.
Larry Fink, da BlackRock, acredita que a inflação vai acelerar e dificultar a vida do banco central norte-americano no corte de juros.

NEM QUE ME PAGUE
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Negócio do Master com BRB jogou luz nos problemas de liquidez do banco, o que levou os investidores a optarem por resgate antecipado, com descontos de até 20%; taxas no secundário tiram atratividade dos novos títulos emitidos pelo banco, a taxas mais baixas.

VAI REBAIXAR?
BRB vai ganhar ou perder com a compra do Master? Depois de S&P e Fitch, Moody’s coloca rating do banco estatal em revisão e questiona a operação.
A indefinição da transação entre os bancos faz as agências de classificação de risco colocarem as notas de crédito do BRB em observação até ter mais clareza sobre as mudanças que podem impactar o modelo de negócios.

MULTIPLICANDO A CARNE
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Com a empresa valendo R$ 3,9 bilhões, o aumento de capital vai gerar uma diluição de 65% para os acionistas que ficarem de fora da operação.

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IR 2025
Como declarar pensão alimentícia no imposto de renda 2025.
Pensão alimentícia é gasto dedutível para quem paga e rendimento isento para quem recebe. Veja como declarar as duas situações no imposto de renda 2025.

MAIS QUE AMIGOS…
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BILIONÁRIO COM APETITE RENOVADO
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DINHEIRO NA CONTA
Dividendos e JCP: mais de R$ 5,6 bilhões serão pagos aos acionistas destas empresas até o fim de abril — veja quais e em que datas.
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Sem medo do efeito Trump: Warren Buffett é o único entre os 10 maiores bilionários do mundo a ganhar dinheiro em 2025.
O bilionário engordou seu patrimônio em US$ 12,7 bilhões neste ano, na contramão do desempenho das fortunas dos homens mais ricos do planeta.

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A diretora criativa Bruna Galliano indica 10 atrações criativas imperdíveis para conferir em Milão durante a programação Fuorisalone, paralela à feira de negócios.

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