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Enquanto Trump avalia a possibilidade de envolver diretamente os EUA na guerra, investidores reagem à alta da taxa de juros a 15% ao ano no Brasil
Os jovens nascidos na era da internet eventualmente mostram-se surpresos quando ouvem falar que o mundo nem sempre foi assim, interconectado.
Era preciso ir ao banco pagar os boletos, pegar fila para comprar passagens ou ingressos, colocar as cartas na caixa de correio e alugar filmes nas videolocadoras. Era necessário sair de casa até para conhecer as pessoas. Outros tempos.
Hoje, por exemplo, os filmes, as séries e os álbuns são lançados simultaneamente praticamente no mundo inteiro. Até não muito tempo atrás era preciso esperar. E essa espera até era uma parte interessante do processo, mas isso não vem ao caso aqui.
É interessante notar que, bem antes do mundo interconectado de hoje, muitos avanços tecnológicos ocorreram simultaneamente em diferentes partes do planeta sem que os protagonistas tivessem nenhum contato entre si.
Do desenvolvimento dos calendários a soluções de agricultura e engenharia em culturas antigas, era como se as mentes dessas pessoas tivessem captado as ideias no ar.
Nem é preciso voltar milênios no tempo. Mais recentemente, é notável observar a quantidade de “pais da aviação” que pipocaram ao redor do globo na virada do século 19 para o 20.
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A função era estabelecer ritmos marcantes, capazes tanto de ajudar a coordenar os movimentos das tropas quanto a elevar o moral dos soldados em meio às batalhas.
Nos dias de hoje, é possível travar guerras remotamente, como um videogame macabro. Ainda assim, os tambores da guerra se fazem ouvir cada vez mais alto.
Ontem, a Casa Branca informou que Donald Trump pretende tomar uma decisão sobre envolver os Estados Unidos na guerra de Israel contra o Irã em algum momento nas próximas duas semanas.
Nos mercados financeiros, o conflito no Oriente Médio coloca os investidores em modo de aversão ao risco.
Enquanto as ações patinam, o petróleo sobe em meio a temores de fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa a maior parte da produção mundial da commodity.
Nesse sentido, a alta do preço do petróleo é positiva para as ações da Petrobras (PETR4), uma vez que isso implica em aumento das receitas. Mas não só.
O Ibovespa volta hoje do feriado depois de praticamente ter ficado no zero a zero na quarta-feira.
Naquele dia, logo depois do fechamento da bolsa, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) elevou a taxa Selic em 0,25 ponto porcentual, para 15% ao ano.
Se não houver nenhuma surpresa desagradável pelo caminho, a alta marcou o fim do ciclo de alta de juros iniciado no ano passado.
Alguns bancões até já tentam antecipar quando o Copom vai começar a cortar a Selic.
Ao mesmo tempo, o colegiado deixou no ar que não hesitará em subir ainda mais os juros se assim julgar necessário.
Hoje, os investidores repercutem esse posicionamento mais duro por parte do Copom, mas sem desviar demais a atenção do rufar dos tambores da guerra.
No atual cenário, 2 milhões de barris extras por dia na oferta global exerceriam uma pressão para baixo nos preços de petróleo, mas algumas considerações precisam ser feitas — e podem ajudar a Petrobras
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