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Galípolo concederá entrevista coletiva no fim da manhã, depois da apresentação do Relatório de Política Monetária do BC
O efeito da descarga de adrenalina na circulação sanguínea é, provavelmente, o maior apelo dos esportes radicais.
Pular de bungee-jump, saltar de paraquedas, escalar uma montanha ou voar de parapente devem ser realmente emocionantes.
Cada vez mais populares entre os jovens, o surfe e o skate foram alçados ao status de esportes olímpicos.
Pessoalmente, considero todas essas modalidades sensacionais, mas viver em São Paulo já me parece suficientemente radical.
De qualquer modo, há outras formas (legais) de obter uma dose de adrenalina.
Já ouvi de um número considerável de profissionais do mercado financeiro relatos sobre a adrenalina e o estresse envolvidos na tomada de decisões em situações extremas, como crises financeiras e políticas.
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Assim como com quem administra o dinheiro alheio, o ato de investir e cuidar de nossas próprias economias também é capaz de proporcionar fortes emoções. E isso não se restringe à renda variável.
A renda fixa, por exemplo, não é tão fixa quanto a denominação sugere, especialmente quando o investidor busca diversificação nessa modalidade.
Há um ano e meio, os Fundos de Investimento de Direitos Creditórios (FIDCs) tornaram-se acessíveis ao público em geral.
Desde então, o volume investido nesses fundos quase dobrou graças ao interesse dos investidores de varejo em bater a Selic com baixa volatilidade. Mais recentemente, porém, chamou a atenção a entrada do Itaú nesse mercado.
Embora sejam instrumentos de renda fixa, os FIDCs podem ser mais “radicais” do que parecem.
Lembra da fraude no balanço da Americanas? Abalou a confiança dos investidores em fundos que tinham sacados da varejista no pacote — e até nos que não tinham.
Agora, com o aumento da oferta aos clientes de varejo, é preciso ter muita atenção na hora de investir em um FDIC antes de se empolgar com o retorno.
O Ibovespa vem de suas altas seguidas. Ontem, a bolsa brasileira ignorou a queda em Wall Street e avançou 0,32%.
Para além das sobretaxas norte-americanas, os investidores tentam antecipar quando e em quanto a taxa de juros vai parar de subir.
Nesta quinta-feira, o IPCA-15 de março vem à tona em meio à expectativa de desaceleração da prévia da inflação oficial.
Ao mesmo tempo, os investidores estarão de olho no Relatório de Política Monetária (RPM) do Banco Central. O RPM substitui o antigo Relatório Trimestral de Inflação (RTI).
A divulgação do documento será sucedida por entrevista coletiva de Gabriel Galípolo.
O resultado do governo central também está no radar.
SELIC EM 14,25% AO ANO É FICHINHA?
POWERED BY EQI
Confira a oportunidade de investimento apontada pela EQI. A Selic subiu para 14,25% ao ano e pode chegar a 15%, segundo analistas — mas isso pode ser “fichinha” perto da chance de buscar até 18% ao ano neste investimento.
BATALHA CAMINHA PARA O FIM
Eletrobras (ELET3) e União dão mais um passo em acordo ao assinar termo que limita poder de voto dos acionistas a 10%. O entendimento ainda será submetido à assembleia geral de acionistas, a ser convocada pela companhia, e à homologação pelo Supremo Tribunal Federal.
DESTAQUES DA BOLSA
Braskem (BRKM5) salta na bolsa com rumores de negociações entre credores e Petrobras (PETR4). Os bancos credores da Novonor estão negociando com a Petrobras um novo acordo de acionistas para a petroquímica, diz jornal.
O QUE VEM POR AÍ?
Natura (NTCO3) faz reunião para explicar próximos passos e consegue “vender” tese para analistas. CEO, João Paulo Ferreira, e CFO, Silvia Vilas Boas, convocaram analistas para amenizar preocupação dos investidores após 4T24 fraco e reestruturação organizacional.
ENQUANTO ISSO NA SALA DE JUSTIÇA
STF torna Bolsonaro réu por tentativa de golpe; o que acontece agora. A primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF) também tornou réus sete aliados do ex-presidente.
BREAKFAST AT TIFFANY'S
Um café e a conta: o que abertura da Tiffany em São Paulo diz sobre o novo mercado de luxo. O café pop-up abre hoje (27) e fica até o dia 30 de abril; joalheria segue tendência mundial de outras companhias de luxo.
RECURSO NEGADO
De olhos bem fechados: Brasil reafirma proibição da troca de íris por criptomoedas enquanto busca nova regulamentação para IA. A multinacional Tools for Humanity, fundada por Sam Altman, segue impedida de retomar atividades no Brasil, enquanto a ANPD busca novas formas de regulamentar tecnologias emergentes.
DE VOLTA AO MERCADO
Mercado Bitcoin: CVM volta atrás em decisão e libera tokens de consórcio na plataforma cripto. Duas semanas após suspender a oferta de 11 tokens de consórcio do Mercado Bitcoin, CVM recua sem dar detalhes sobre decisão.
REAÇÃO AO RESULTADO
JBS (JBSS3): Com lucro em expansão e novos dividendos bilionários, CEO ainda vê espaço para mais. É hora de comprar as ações? Na visão de Gilberto Tomazoni, os resultados de 2024 confirmaram as perspectivas positivas para este ano e a proposta de dupla listagem das ações deve impulsionar a geração de valor aos acionistas.
DA TECNOLOGIA AO MEIO AMBIENTE
Lula firma acordos com Japão, mas frustração do mercado ajuda a derrubar as ações dos frigoríficos na bolsa. Em rara visita de Estado ao Japão, o presidente brasileiro e o primeiro-ministro japonês, Shigeru Ishiba, firmaram dez acordos de cooperação em áreas como comércio, indústria e meio ambiente.
COLETE SALVA-VIDAS
Inteligência artificial ajuda China a reduzir os impactos da guerra tarifária de Donald Trump. Desenvolvimento de inteligência artificial na China vem fazendo empresas brilharem com a tecnologia e ajuda a proteger o país das tarifas de Trump.
CRÉDITO PRIVADO
Debêntures incentivadas captam R$ 26 bilhões até fevereiro e já superam o primeiro trimestre de 2024, com mercado sedento por renda fixa. Somente em fevereiro, a captação recorde chegou a R$ 12,8 bilhões, mais que dobrando o valor do mesmo período do ano passado.
NA CONTA DE RUPTURA
‘Ruptura’: como sucesso da série pode salvar Apple TV+ de perda anual de US$ 1 bilhão. Sucesso de audiência e de crítica, a série trouxe novos assinantes para a plataforma, que tem menos de 1% do mercado de streaming atualmente.
"AVÔ" DO STREAMING
Lembra do Napster? Lendário serviço de música acaba de ser adquirido por mais de R$ 1 bilhão. Com transação anunciada em US$ 207 milhões, serviço que revolucionou a indústria de música na virada dos anos 2000 deve ser usado em experiências imersivas como show e listening parties; relembra a história do Napster.
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