🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Donald Trump está de volta com promessa de novidades para a economia e para o mercado — e isso abre oportunidades temáticas de investimentos

Trump assina dezenas de ordens executivas em esforço para ‘frear o declínio americano e inaugurar a Era de Ouro da América’.

21 de janeiro de 2025
6:48 - atualizado às 9:43
Donald Trump está sentado em frente a uma mesa, com uma caixa azul na lateral.
Donald Trump - Imagem: Casa Branca

O grande destaque desta semana é a posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, na segunda-feira (20), marcando seu retorno ao poder após um intervalo de quatro anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Este evento foi apenas a segunda vez na história americana que um presidente assume um mandato não consecutivo.

O único precedente ocorreu com Grover Cleveland, que governou em dois períodos distintos há mais de um século.

A cerimônia de posse coincidiu com o feriado de Martin Luther King.

Com os mercados americanos fechados devido ao feriado, a liquidez global foi reduzida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, com os mercados reabrindo hoje, começa a digestão efetiva das primeiras ações e sinalizações do governo Trump.

Leia Também

O discurso de posse do 47º presidente foi repleto de promessas ambiciosas e um tom marcadamente combativo de ruptura.

Trump destacou sua intenção de assinar mais de 100 ordens executivas logo nos primeiros dias de sua presidência (sendo que parte relevante disso já foi feita ontem mesmo), em um esforço para "frear o declínio americano e inaugurar a Era de Ouro da América". Esse slogan encapsula a visão nacionalista que permeia suas promessas.

O espírito do tempo

A revista Time capturou perfeitamente o espírito dessa nova fase em uma edição especial dedicada à posse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A capa, com o título “A disrupção de Trump está de volta”, retrata o presidente varrendo papéis e objetos da Resolute Desk, na Casa Branca, simbolizando sua determinação em "limpar a casa" e reverter o status quo em Washington.

Essa imagem poderosa reflete tanto a retórica quanto a expectativa de que Trump retorne ao poder com ações rápidas e impactantes, com potencial de repercussão imediata nos mercados globais e na política internacional.

Fonte: Time.

Impacto profundo

Se no primeiro mandato o impacto de suas ações já foi profundo, desta vez, com maior domínio das engrenagens do poder em Washington e uma base política mais consolidada, os efeitos prometem ser ainda mais imediatos e transformadores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Atualmente, a economia americana ocupa uma posição de destaque no cenário global, amplamente admirada por seu desempenho robusto em diversas métricas que superam grande parte de seus pares desde a pandemia.

No entanto, como evidenciado nas eleições de novembro do ano passado, a percepção dos eleitores não reflete necessariamente esse cenário favorável.

A vitória de Trump sinaliza que, para a maioria dos americanos, o julgamento de um governo vai além dos tradicionais indicadores econômicos, como crescimento do PIB ou redução do desemprego.

Os desafios de Trump

Essa desconexão entre números positivos e opinião pública exige uma análise mais aprofundada para compreender os desafios do segundo mandato de Trump.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Questões estruturais, como a desigualdade de renda — que aumentou desde a pandemia e se mantém em patamares historicamente elevados —, são centrais para avaliar o impacto de suas políticas.

Assim como Biden, Trump provavelmente concentrará esforços na revitalização da manufatura, um setor outrora essencial para a economia americana, mas que hoje ocupa uma fatia reduzida do emprego total.

Nesse contexto, o reshoring — o movimento de repatriar operações industriais para os Estados Unidos — desponta como uma estratégia promissora para estimular o crescimento e reequilibrar o mercado de trabalho.

Como Trump pode mexer com os mercados

A ênfase em manufatura e infraestrutura traz implicações significativas para o mercado financeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Setores tradicionalmente associados à economia real, como indústria e construção, devem ganhar protagonismo, criando um cenário favorável para investimentos baseados em teses de value — empresas com fundamentos sólidos e preços atrativos.

Isso contrasta com as estratégias de growth, historicamente dominadas por gigantes da tecnologia.

Isso reforça minha convicção na eficácia de estratégias temáticas no mercado americano, especialmente em empresas de pequeno e médio porte (small e mid caps).

Esses segmentos, frequentemente subestimados, oferecem um terreno fértil para ganhos substanciais, particularmente em ciclos de revitalização econômica impulsionados por setores industriais. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao mesmo tempo, isso não implica um afastamento do setor tecnológico.

A relação próxima de Trump com figuras-chave da tecnologia, como Elon Musk e Mark Zuckerberg, juntamente com sua afinidade com a indústria de criptomoedas, sublinha uma parceria com tendências e líderes que podem moldar mercados de maneira significativa.

A inteligência artificial ocupa um lugar central na agenda de Trump.

Da mesma forma, a ascensão das criptomoedas, caso seja estruturada com responsabilidade, promete beneficiar tanto investidores quanto a narrativa econômica do país.

Simultaneamente, Trump também traçou um plano ambicioso de desregulamentação no setor energético, priorizando a autossuficiência energética dos EUA.

As medidas incluem a simplificação de processos de licenciamento, a revisão de regulamentações que impõem custos excessivos à produção de energia e até a utilização de poderes de emergência para aumentar a produção nacional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essas iniciativas têm o potencial não apenas de reduzir custos de produção, mas também de atuar como um dos poucos vetores de alívio inflacionário em sua gestão.

Trump e o cenário geopolítico

Aliás, a posse de Donald Trump coincidiu com um momento significativo no cenário geopolítico: o início de um cessar-fogo na guerra de Gaza, após 15 meses de intensos conflitos.

Essa trégua inicial, mediada por negociações nas quais a equipe de Trump já desempenhou um papel ativo, resultou na troca de reféns entre Israel e Hamas, estabelecendo um acordo de seis semanas.

Agora, a responsabilidade pela extensão e consolidação dessa trégua recai diretamente sobre Trump, colocando suas habilidades de negociação à prova desde os primeiros dias de sua administração.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Curiosamente, a reação de Vladimir Putin à posse de Trump foi importante.

O presidente russo destacou sua esperança de uma retomada rápida e positiva das relações bilaterais entre os dois países.

Putin chegou a sugerir que o retorno de Trump poderia desempenhar um papel crucial na prevenção de um conflito militar global de larga escala.

Ainda que Trump provavelmente não elimine atritos globais de maneira abrangente, sua abordagem direta e agressiva pode ser instrumental para evitar uma "guerra quente", mesmo enquanto aprofunda as tensões da atual Guerra Fria 2.0.

As relações entre Estados Unidos e China, por sua vez, ocupam o centro das atenções.

A segunda maior economia do mundo enfrenta a perspectiva de tarifas ainda mais rigorosas do que as implementadas durante a primeira guerra comercial de Trump.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dada sua forte dependência de exportações, a China se encontra em uma posição vulnerável diante de possíveis reconfigurações do comércio global.

Trump e a guerra comercial

O retorno de Trump ao poder promete intensificar as disputas econômicas, especialmente nas áreas industrial e tecnológica, pressionando ainda mais as bases do modelo econômico chinês e potencialmente remodelando a dinâmica do comércio internacional.

O secretário escolhido por Donald Trump para liderar o Departamento de Comércio, Howard Lutnick, delineou com clareza como o novo governo pretende implementar uma abordagem assertiva com tarifas.

Na visão do governo, essas tarifas funcionam como um imposto direcionado exclusivamente a bens e empresas estrangeiras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A mensagem é simples e contundente: se as empresas não quiserem pagar as tarifas, a única alternativa será transferir suas operações para solo americano, gerando empregos bem remunerados para trabalhadores locais.

Apesar do discurso, os investidores respiraram aliviados pelo fato de Trump ainda não ter anunciado tarifas específicas sobre produtos estrangeiros logo no começo de mandato, embora o tema tenha sido mencionado em seu discurso de posse.

Por sinal, outro ponto central na agenda de Trump é o endurecimento das políticas de imigração.

A promessa de reformular a abordagem dos EUA à imigração ilegal reflete não apenas a intenção de reforçar as fronteiras, mas também de influenciar o debate global sobre imigração.

A adoção de políticas migratórias mais rígidas tem o potencial de ampliar a polarização tanto internamente quanto no cenário internacional, ressoando os mesmos ecos divisivos que marcaram sua primeira gestão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre outras medidas propostas, destacam-se colaborações inovadoras com líderes como Elon Musk, que poderiam incluir soluções disruptivas como o uso do DOGE em aplicações governamentais.

O Secretário do Tesouro, Scott Bessent, também terá um papel de destaque na concretização dessas metas, liderando esforços para alcançar uma redução significativa no déficit fiscal.

Embora a proposta de cortes tributários expansionistas pareça contraditória, uma redução efetiva do déficit poderia aliviar prêmios de risco na curva de juros, facilitando o fluxo de capital global e beneficiando especialmente economias emergentes.

Os próximos dias e semanas serão decisivos para estabelecer o tom do novo governo, especialmente no que diz respeito às implicações econômicas e geopolíticas de suas políticas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A "Era de Ouro para a América" de Trump promete simplificação burocrática, redução de impostos e estímulo ao crescimento econômico.

Essas políticas têm o potencial de fortalecer diretamente a competitividade global das empresas americanas, consolidando o papel dos EUA como motor do crescimento mundial.

O excepcionalismo americano, mais uma vez, será o foco central da narrativa econômica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Venezuela e a Doutrina Monroe 2.0: Trump cruza o Rubicão

6 de janeiro de 2026 - 9:33

As expectativas do norte-americano Rubio para a presidente venezuelana interina são claras, da reformulação da indústria petrolífera ao realinhamento geopolítico

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A janela para o mundo invertido nos investimentos, e o que mais move o mercado hoje

6 de janeiro de 2026 - 8:16

Assim como na última temporada de Stranger Things, encontrar a abertura certa pode fazer toda a diferença; veja o FII que ainda é uma oportunidade e é o mais recomendado por especialistas

EXILE ON WALL STREET

Felipe Miranda: Notas sobre a Venezuela

5 de janeiro de 2026 - 14:01

Crise na Venezuela e captura de Maduro expõem a fragilidade da ordem mundial pós-1945, com EUA e China disputando influência na América Latina

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A ação do mês, o impacto do ataque dos EUA à Venezuela no petróleo, e o que mais move os mercados hoje

5 de janeiro de 2026 - 7:58

A construtora Direcional (DIRR3) recebeu três recomendações e é a ação mais indicada para investir em janeiro; acompanhe também os efeitos do ataque no preço da commodity

TRILHAS DE CARREIRA

O ano novo começa onde você parou de fugir. E se você parasse de ignorar seus arrependimentos em 2026?

4 de janeiro de 2026 - 8:00

O ano novo bate mais uma vez à porta. E qual foi o saldo das metas? E a lista de desejos para o ano vindouro?

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

FIIs de logística agitaram o ano, e mercado digere as notícias econômicas dos últimos dias

2 de janeiro de 2026 - 8:28

China irá taxar importação de carne, o que pode afetar as exportações brasileiras, mercado aguarda divulgação de dados dos EUA, e o que mais você precisa saber para começar o ano bem-informado

RETROSPECTIVA

As ações que se destacaram e as que foram um desastre na bolsa em 2025: veja o que deu certo e o que derrubou o valor dessas empresas

31 de dezembro de 2025 - 8:51

Da Cogna (COGN3) , que disparou quase 240%, à Raízen (RAIZ4), que perdeu 64% do seu valor, veja as maiores altas e piores quedas do Ibovespa no ano de 2025

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Empreendedora já impactou 15 milhões de pessoas, mercado aguarda dados de emprego, e Trump ameaça Powell novamente

30 de dezembro de 2025 - 8:43

Conheça a história da Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) e do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), e quais são seus planos para ajudar ainda mais mulheres

EXILE ON WALL STREET

Felipe Miranda: 10 surpresas para 2026

29 de dezembro de 2025 - 20:34

A definição de “surpresa”, neste escopo, se refere a um evento para o qual o consenso de mercado atribui uma probabilidade igual ou inferior a 33%, enquanto, na nossa opinião, ele goza de uma chance superior a 50% de ocorrência

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como cada um dos maiores bancos do Brasil se saiu em 2025, e como foram os encontros de Trump com Putin e Zelensky

29 de dezembro de 2025 - 8:13

Itaú Unibanco (ITUB4) manteve-se na liderança, e o Banco do Brasil (BBAS3). Veja como se saíram também Bradesco (BBDC4) e Santander Brasil (SANB11)

DÉCIMO ANDAR

FIIs em 2026: gatilhos, riscos e um setor em destaque

28 de dezembro de 2025 - 8:00

Mesmo em um cenário adverso, não surpreende que o segmento em destaque tenha encerrado 2025 como o segundo que mais se valorizou dentro do universo de FIIs

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O Mirassol das criptomoedas, a volta dos mercados após o Natal e outros destaques do dia

26 de dezembro de 2025 - 9:01

Em um ano em que os “grandes times”, como o bitcoin e o ethereum, decepcionaram, foram os “Mirassóis” que fizeram a alegria dos investidores

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

De Volta para o Futuro 2026: previsões, apostas e prováveis surpresas na economia, na bolsa e no dólar

23 de dezembro de 2025 - 8:33

Como fazer previsões é tão inevitável quanto o próprio futuro, vale a pena saber o que os principais nomes do mercado esperam para 2026

EXILE ON WALL STREET

Tony Volpon: Uma economia global de opostos

22 de dezembro de 2025 - 19:41

De Trump ao dólar em queda, passando pela bolha da IA: veja como o ano de 2025 mexeu com os mercados e o que esperar de 2026

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Esquenta dos mercados: Investidores ajustam posições antes do Natal; saiba o que esperar da semana na bolsa

22 de dezembro de 2025 - 8:44

A movimentação das bolsas na semana do Natal, uma reportagem especial sobre como pagar menos imposto com a previdência privada e mais

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O dado que pode fazer a Vale (VALE3) brilhar nos próximos dez anos, eleições no Brasil e o que mais move seu bolso hoje

19 de dezembro de 2025 - 8:31

O mercado não está olhando para a exaustão das minas de minério de ferro — esse dado pode impulsionar o preço da commodity e os ganhos da mineradora

SEXTOU COM O RUY

A Vale brilhou em 2025, mas se o alerta dessas mineradoras estiver certo, VALE3 pode ser um dos destaques da década

19 de dezembro de 2025 - 6:08

Se as projeções da Rio Tinto estiverem corretas, a virada da década pode começar a mostrar uma mudança estrutural no balanço entre oferta e demanda, e os preços do minério já parecem ter começado a precificar isso

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

As vantagens da holding familiar para organizar a herança, a inflação nos EUA e o que mais afeta os mercados hoje

18 de dezembro de 2025 - 8:55

Pagar menos impostos e dividir os bens ainda em vida são algumas vantagens de organizar o patrimônio em uma holding. E não é só para os ricaços: veja os custos, as diferenças e se faz sentido para você

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: De Flávio Day a Flávio Daily…

17 de dezembro de 2025 - 20:00

Mesmo com a rejeição elevada, muito maior que a dos pares eventuais, a candidatura de Flávio Bolsonaro tem chance concreta de seguir em frente; nem todas as candidaturas são feitas para ganhar as eleições

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja quanto o seu banco paga de imposto, que indicadores vão mexer com a bolsa e o que mais você precisa saber hoje

17 de dezembro de 2025 - 8:38

Assim como as pessoas físicas, os grandes bancos também têm mecanismos para diminuir a mordida do Leão. Confira na matéria

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar