🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Ainda há espaço no rali das incorporadoras? Esta ação de construtora tem sido subestimada e deve pagar bons dividendos em 2025

Esta empresa beneficiada pelo Minha Casa Minha Vida deve ter um dividend yield de 13% em 2025, podendo chegar a 20%

20 de abril de 2025
8:00 - atualizado às 16:00
Residencial Cidade Jardim III, projeto do Minha Casa Minha Vida em Fortaleza (CE)
Residencial Cidade Jardim III, projeto do Minha Casa Minha Vida em Fortaleza (CE). - Imagem: Ricardo Stuckert/PR - Agência Brasil

Não é fácil trabalhar com construção civil no Brasil. Burocracia, oscilação de custos, mão de obra, altas taxas de juros e clima são apenas alguns dos desafios encontrados pelas incorporadoras no ambiente doméstico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Neste cenário, empreender no mercado imobiliário exige planejamento de longo prazo, resiliência diante das incertezas e uma capacidade constante de adaptação às mudanças regulatórias e econômicas que afetam diretamente a viabilidade dos projetos.

Apesar das dificuldades, a cesta de incorporadoras listadas é destaque no acumulado do ano. Nestes primeiros 75 dias de pregão, o Índice Imobiliário (IMOB), composto por construtoras e shoppings, acumula alta de 23,6%, contra 6,7% do Ibovespa.

É verdade que o ponto de partida tem grande influência neste gráfico — ao final de dezembro, as ações das incorporadoras estavam consideravelmente pressionadas. Além disso, pela característica “beta” do setor imobiliário, é natural que o IMOB tenha um desempenho superior em janelas de alta. Ainda assim, existem fundamentos que justificam a sólida performance.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre eles, a presença crescente de estratégias enquadradas no programa Minha Casa Minha Vida é um dos principais.

Leia Também

Há um objetivo claro do governo em direção ao programa, dado que é historicamente efetivo e com forte apelo popular. Inclusive, na última semana, tivemos atualizações no Minha Casa Minha Vida, validadas pelo conselho do FGTS. Em resumo, foi criada uma nova faixa de renda (4) e os tetos das faixas antigas foram atualizados, permitindo a entrada de novos participantes ao programa.

Além disso, a sustentabilidade do FGTS, fonte de financiamento do programa, recebeu reforço de R$ 18 bilhões proveniente do Fundo Social do pré-sal.

Por meio do incentivo do governo, aliado ao elevado déficit habitacional do país, as incorporadoras alcançam projetos menos sensíveis às condições de mercado, possibilitando maior previsibilidade e resiliência nos resultados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Obviamente, isso não deixa a empresa imune a problemas operacionais pontuais e/ou dificuldades financeiras. Ainda assim, notam-se resultados históricos das companhias posicionadas no setor, tal como Direcional (DIRR3) e Cury (CURY3).

Na parcela operacional, apesar dos custos de mão de obra ainda incomodarem, nota-se uma estabilidade razoável dos outros componentes neste início de ano, fator que deve manter as margens dos projetos em níveis saudáveis.

Na minha visão, estes eventos são importantes para a manutenção do crescimento sólido para o setor no curto prazo.

Para o segmento de média/alta renda, a visibilidade é menor, tendo em vista o impacto dos juros elevados e da competição de empreendimentos nas principais praças. Não à toa, temos diversas companhias tradicionais deste segmento migrando seus lançamentos para os projetos “populares”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Direcional (DIRR3): destaque entre as incorporadoras

Entre as incorporadoras, Cury e Direcional são as principais escolhas da Empiricus. O segmento econômico apresenta uma assimetria interessante, considerando os múltiplos razoáveis diante da conjuntura, a distribuição de dividendos e as opcionalidades envolvidas.

Inclusive, olhando o perfil de seus projetos / landbank, ambas as empresas são grandes beneficiadas pela última revisão de parâmetros do MCMV.

Em especial, gostaria de destacar a tese de investimento de Direcional (DIRR3), presente há anos nas recomendações da Empiricus.

No consolidado de 2024, os lançamentos da companhia totalizaram R$ 5,8 bilhões de Valor Geral de Vendas (VGV). O montante foi o maior volume já registrado pela empresa e representou um crescimento de 18,5% em relação ao ano anterior. As vendas líquidas também foram recordes, totalizando R$ 6,3 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A empresa recentemente divulgou a prévia dos resultados operacionais do 1T25, que seguiu o ritmo sólido dos últimos trimestres. Foram lançados 17 novos empreendimentos/etapas no trimestre, totalizando um VGV de R$ 901 milhões, sendo 75% sob a marca Direcional e 25% sob a marca Riva. O montante correspondente à participação da companhia (R$ 802 milhões) representa um crescimento de 47% em relação ao 1T24, ligeiramente acima das nossas projeções.

A companhia entregou um indicador Vendas sobre Oferta (VSO) consolidado de 23% no trimestre, próximo às expectativas do mercado. Observa-se uma desaceleração desse indicador em relação aos trimestres anteriores, justificada pela sazonalidade típica do início de ano.

O estoque da Direcional encerrou o trimestre com um VGV de R$ 3,69 bilhões, equivalente a um nível controlado de aproximadamente nove meses de vendas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Possibilidade de geração de valor

Apesar do resultado sem surpresas, interpreto que os números da empresa estão subestimados pelo mercado. Ademais, mesmo com a forte valorização dos últimos anos, o papel segue com pontos de atratividade.

Em uma perspectiva de renda, por exemplo, entendo que seja uma ação pertinente para o portfólio. Com a sólida geração de caixa dos últimos trimestres, a Direcional tem realizado consecutivas distribuições de capital aos investidores — em 2024, o payout foi de 90%.

Para 2025, diante da continuidade deste cenário (é esperado um aumento da geração de caixa no segundo semestre), estimamos um dividend yield de 13% para DIRR3, com potencial de alcançar 20%, condicionado pela recente operação de venda parcial da marca Riva.

Inclusive, sobre a Riva, as recentes mudanças do MCMV devem gerar nova oxigenação para os resultados, tendo em vista o enquadramento dos projetos na Faixa 4.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ademais, o múltiplo Preço/Lucro (P/E) de 7,5x para 2025, alinhado à média dos últimos três anos, me parece discreto em um cenário próspero para a companhia.

Entre os pontos de atenção, é imprescindível estar ciente que o setor de construção civil é cíclico e sensível às oscilações de mercado. Ademais, é suscetível aos riscos do negócio, envolvendo obras e mudanças nas condições de financiamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O lado B dos data centers, a guerra no Oriente Médio e os principais dados do mercado hoje

12 de março de 2026 - 8:55

Entenda as vantagens e as consequências ambientais do grande investimento em data centers para processamento de programas de inteligência artificial no Brasil

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Petróleo em alta — usando dosagens para evitar o risco de uma aposta “certa” 

11 de março de 2026 - 19:57

Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade

ALÉM DO CDB

Prêmios de risco do crédito privado têm certo alívio em fevereiro, mas risco de algumas empresas emissoras aumenta

11 de março de 2026 - 14:39

Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Faturamento de R$ 160 milhões no combate ao desperdício, guerra no Oriente Médio, e tudo o que você precisa saber hoje

11 de março de 2026 - 8:26

Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como lucrar com a Copa sem cometer crimes, as consequências de uma guerra mais longa para os juros, e o que mais afeta a bolsa hoje

10 de março de 2026 - 8:38

A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

O petróleo volta a ditar o humor dos mercados, mas não é só isso: fertilizantes e alimentos encarecem, e até juros são afetados

10 de março de 2026 - 7:32

O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A fila dos IPOs na B3, a disparada do petróleo, e o que mais move o mercado hoje 

9 de março de 2026 - 8:11

Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital

TRILHAS DE CARREIRA

O fim da Diversidade? Por que a Inteligência Artificial (IA) me fez questionar essa agenda novamente

8 de março de 2026 - 8:00

Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

De volta à pole: com Gabriel Bortoleto na Fórmula 1 e a retomada da produção nacional, Audi aquece os motores

7 de março de 2026 - 9:01

São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid.  Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Ainda dá para investir em Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3), o FII do mês, e o que mais move seus investimentos hoje

6 de março de 2026 - 8:35

Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira

SEXTOU COM O RUY

Petrobras e Prio disparam na Bolsa — descubra por que não é tarde demais para comprar as ações

6 de março de 2026 - 6:55

Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A luta pelos dividendos da Petrobras (PETR4), o conflito no Oriente Médio e o que mais impacta o seu bolso hoje

5 de março de 2026 - 8:07

Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Dá mesmo para ter zero de petróleo e gás?

4 de março de 2026 - 19:52

A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Depois do glow up, vêm os dividendos com a ação do mês; veja como os conflitos e dados da economia movimentam os mercados hoje

4 de março de 2026 - 8:59

A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os desafios das construtoras na bolsa, o “kit geopolítico” do conflito, e o que mais move o mercado hoje

3 de março de 2026 - 8:37

Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Ormuz no radar: o gargalo energético que move os mercados e os seus investimentos

3 de março de 2026 - 7:00

Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O gringo já tem data para sair do Brasil, o impacto do conflito entre EUA, Israel e Irã nos mercados, e o que mais move a bolsa hoje

2 de março de 2026 - 8:46

Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]

DÉCIMO ANDAR

Hora de olhar quem ficou para trás: fundos imobiliários sobem só 3% no ano, mas cenário pode estar prestes a virar

1 de março de 2026 - 8:00

Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Turismo avança e cidades reagem – mas o luxo continua em altitude de cruzeiro

28 de fevereiro de 2026 - 9:02

Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os dividendos da Vivo, a franquia do bolo da tarde e o nascimento de um gigante na saúde: tudo o que você precisa saber antes de investir hoje 

27 de fevereiro de 2026 - 9:07

Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar