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Reportagem especial do Seu Dinheiro aborda disparada da varejista na bolsa. Confira ainda a agenda da semana e a mais nova guerra tarifária do presidente norte-americano
Embora seja uma das varejistas de moda mais populares do país, além de marcada por peças publicitárias históricas, a C&A (CEAB3) não ganhou os holofotes na mesma medida quando finalmente abriu seu capital na bolsa brasileira, em 2019.
Na época, analistas e gestores não botaram muita fé na ação. Depois, veio a pandemia e, nas palavras de um gestor que falou ao Seu Dinheiro, o papel acabou ficando “meio largado, porque os resultados não eram nada de mais”.
Apesar da estreia sem brilho nas passarelas da bolsa e da concorrência feroz das varejistas asiáticas, mais recentemente a C&A se tornou uma espécie de queridinha dos analistas e caiu no gosto do investidor brasileiro.
Desde 2023, quando atingiu suas mínimas na B3, a ação veio se recuperando pouco a pouco, até dar um gás mais forte neste ano. Em 2025, a alta acumulada de CEAB3 já beira os 100%.
Mas afinal, qual foi o segredo da varejista para ganhar o apreço do mercado? E ainda vale a pena comprar depois dessa disparada recente? A jornalista Ana Paula Ragazzi foi atrás dessas respostas, e você confere tudo na nossa reportagem especial de hoje.
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O Ibovespa encerrou a terceira semana seguida no vermelho. O principal índice da B3 fechou o pregão de sexta-feira com queda de 0,73%, aos 140.680 pontos.
Nesta segunda-feira (13), a bolsa brasileira vai tentar recuperar o fôlego em meio a uma agenda nacional esvaziada. Porém, no exterior, o dia será movimentado, com destaque para o início da temporada de balanços do terceiro trimestre nos EUA.
Na manhã de hoje, os participantes dos mercados também digerem dados da balança comercial da China, enquanto os investidores japoneses curtem um feriado nacional.
E não para por aí. Para ficar por dentro de tudo que agita os mercados nos próximos dias, você pode conferir a matéria da repórter Dani Alvarenga.
Em meio à agenda agitada dos próximos dias, o presidente Donald Trump decidiu esquentar o clima com sua metralhadora tarifária, que se voltou para a China dessa vez.
Embora tenha ameaçado uma nova taxa de 100%, o republicano adotou tom conciliatório neste domingo, quando disse que “tudo ficará bem” com a China.
Ainda assim, não foi o suficiente para segurar os índices asiáticos no azul. Os indicadores fecharam o pregão desta segunda-feira (13) em queda generalizada.
Já na Europa, as bolsas amanhecem em alta. Em Wall Street, os índices futuros de Nova York indicam uma sessão de fortes ganhos para as bolsas norte-americanas.
CÉU NUBLADO PARA PETROLEIRAS
Plano de Negócios da Petrobras 2026-2030 vive dilema em ano eleitoral com preço do petróleo em queda — e dividendos podem estar na mira. Especialistas acreditam que a estatal terá que optar entre se endividar ou reduzir investimentos em pleno ano eleitoral.
ISENTOS NA MIRA
‘Marota’, contraditória e catastrófica: o que o ex-BC Arminio Fraga acha da política de isenção de IR para alguns investimentos. Em artigo publicado no jornal “O Globo” deste domingo (12), o economista defende o fim do benefício fiscal para títulos como LCI, LCA e debêntures.
NUMA 'NICE'
Raízen (RAIZ4) diz que reestruturação da dívida e pedido de recuperação judicial estão fora do radar. No fato relevante desta sexta-feira, a Raízen ainda afirmou que mantém posição robusta de caixa.
VEM AÍ?
PicPay: banco digital dos irmãos Batista busca levantar US$ 500 milhões em IPO nos EUA, diz agência. Fintech entrou com pedido de IPO nos EUA em abril de 2021, visando uma avaliação de US$ 8 bilhões; registro foi cancelado em junho de 2022.
OLÉ
Argentina sai na frente do Brasil e anuncia projeto de data centers com a OpenAI, dona do ChatGPT. Projeto da OpenAI em parceria com a argentina Sur Energy prevê investimentos de até US$ 25 bilhões na região da Patagônia.
EFEITO COLATERAL
Como as brigas de Trump fizeram o Brasil virar uma superpotência da soja, segundo a Economist. Enquanto os produtores de soja nos Estados Unidos estão “miseráveis”, com a China se recusando a comprar deles devido às tarifas de Trump, os agricultores brasileiros estão eufóricos.
FUGA PARA AS MONTANHAS
Dólar avança mais de 3% na semana e volta ao patamar de R$ 5,50, em meio a aversão ao risco. A preocupação com uma escalada populista do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez o real apresentar de longe o pior desempenho entre divisas emergentes e de países exportadores de commodities.
MARÉ RUIM
Por que o Citi baixou a recomendação de Braskem (BRK5) e cortou o preço-alvo da ação. Os analistas afirmaram que o modelo para a Braskem foi revisado para refletir previsões mais baixas do volume de vendas e de spreads no mercado petroquímico.
NOVO MERCADO NA MIRA
Associação de farmácias reitera posição contrária à venda de remédios em marketplace, como deseja fazer o Mercado Livre. O Cade aprovou sem restrições à aquisição, pelo Mercado Livre, da Cuidamos Farma, na zona sul de São Paulo.
NO TOPO
Chegada ao alto escalão do Pão de Açúcar (PCAR3): André Coelho Diniz é eleito presidente do conselho. Este último movimento começou a se desenvolver na segunda-feira (6), quando a empresa aprovou a destituição integral de seu conselho e elegeu novos nomes para compor a mesa.
MAIS NOTÍCIA RUIM DO AGRO
Cade decide apurar suposta prática de venda casada pelo Banco do Brasil (BBAS3). Pedido foi feito pela Associação Brasileira de Defesa do Agronegócio (Abdagro), que alega que o BB estaria condicionando a concessão de crédito agrário à contratação de seguro rural oferecido pela BrasilSeg.
VIAGEM À ITÁLIA
Lula tem encontro marcado com o papa Leão 14 nesta segunda-feira (13). Esta será a quarta vez que Lula se encontra com um papa desde o início de sua trajetória política.
SUCESSO DE AUDIÊNCIA
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