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Enquanto a temporada de balanços começa em Wall Street, os investidores buscam sinais de desaquecimento econômico no Brasil e nos EUA
A Nova Zelândia é um daqueles países que exploram como poucos seu potencial turístico.
Distante até dos países mais próximos, essa nação insular situada na Oceania recebe anualmente mais de 3 milhões de turistas estrangeiros.
Parte desse sucesso se deve à capacidade de sucessivos governos de promover destinos turísticos à primeira vista antagônicos entre si.
Praias ou picos nevados? Esportes radicais ou campos bucólicos? Trilhas na natureza ou vinícolas e boa gastronomia? Vai do gosto e da vontade de cada viajante.
De certo modo, os mais recentes painéis da série Onde Investir 2025 do Seu Dinheiro se assemelham a uma campanha do Ministério do Turismo da Nova Zelândia.
Talvez você prefira o cenário bucólico da renda fixa em um momento de juros já na casa dos dois dígitos e em alta.
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Roberto Elaiuy, gestor de renda fixa da Kinea, Christiano Clemente, CIO do Santander Private Banking, e Ulisses Nehmi, CEO da Sparta, apontam as melhores oportunidades no Tesouro Direto e no crédito privado com os juros em alta.
Mas vai que você tem aquele espírito aventureiro e escolhe as fortes emoções do mercado de ações, que ganha ares de esporte radical em momento pouco amigável para a renda variável.
Então recomendo o painel mediado pela Paula Comassetto. Ela conversou com Werner Roger, CIO da Trígono Capital, Bruno Lima, analista do BTG Pactual, e Larissa Quaresma, analista da Empiricus Research, e descobriu quais as ações preferidas deles para lucrar na bolsa em 2025.
Além disso, o Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, indica cinco papéis para garantir bons dividendos ao longo do ano.
Confira aqui as melhores ações para investir em 2025.
E continue com a gente, pois o Onde Investir prossegue hoje com novos painéis.
Enquanto isso, o Ibovespa tenta manter o impulso depois da alta de quase 3% registrada ontem.
Na manhã de hoje, o EWZ, principal ETF da bolsa brasileira no exterior, registra leve alta.
Enquanto a temporada de balanços começa em Wall Street, os investidores monitoram dados de varejo nos EUA e o IBC-Br por aqui em busca de sinais de desaquecimento econômico aqui e lá.
HÁ OPORTUNIDADES NA RENDA VARIÁVEL?
Ações, fundos imobiliários e empresas pagadoras de dividendos: quais são as melhores oportunidades para buscar lucros neste ano? No segundo dia de “Onde Investir em 2025”, analistas revelaram as principais apostas – veja as entrevistas aqui.
PARCERIA ENTRE AÉREAS
Mais perto da fusão: Azul (AZUL4) e Gol (GOLL4) assinam memorando que pode criar uma nova gigante na aviação brasileira. O fechamento da operação, no entanto, depende da concordância entre Abra e Azul sobre os termos econômicos, além da reestruturação da Gol no Chapter 11.
SEM OBJEÇÕES
Fale agora ou cale-se para sempre: com aval do Cade, Dasa (DASA3) e Amil dão passo final para criar segundo maior grupo de hospitais do Brasil. Acabou o prazo para manifestações de terceiros ou avocação do Tribunal do Cade com relação à decisão da Superintendência-Geral de aprovar, sem restrições, a criação da Ímpar.
“ESQUENTA" DO BALANÇO
Lançamentos da Cyrela (CYRE3) disparam 184% e vendas superam R$ 3 bilhões no 4T24; confira os destaques operacionais. O segmento de alto padrão correspondeu a 55% das vendas de 2024, contra 48% em 2023. Por outro lado, as unidades do MCMV representaram 20% do total vendido no ano.
VOLTOU ATRÁS
Receita Federal revogará norma que criou polêmica e confusão sobre monitoramento e taxação do Pix. Haddad também diz que Lula editará Medida Provisória que reforça a gratuidade e o sigilo do Pix.
NOVA ROTA
Hora de acelerar: Itaú BBA diz quais são as melhores ações ligadas ao setor automotivo — e os papéis para “deixar de lado” em 2025. Alta dos juros e volatilidade cambial devem favorecer empresas com balanços saudáveis e foco em exportação, enquanto as endividadas ou com baixa demanda enfrentam desafios.
NOVO PLANO DE VOO
Rota revisada: GOL (GOLL3) apresenta novo plano de cinco anos para reestruturação financeira da dívida; alavancagem cairá para 1,9 vez ao fim de 2029. Estimativa da GOL (GOLL3) é de que o endividamento líquido caia para 2,7 vezes a dívida líquida sobre o Ebitda em 2027 e 1,9 vez ao fim de 2029.
O SPRINT FINAL DE BIDEN
A paz antes de Trump chegar: o que você precisa saber sobre a trégua entre Israel e o Hamas. Biden disse que o acordo será implementado em três fases, começando no domingo, 19 de janeiro — um dia antes da posse do republicano.
FIM DA LINHA
Presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, é preso após cerco policial com mais de 3.000 agentes. Após semanas de impasse, presidente sul-coreano, que enfrenta impeachment e investigação por insurreição após fracassar ao declarar lei marcial, se rendeu às autoridades.
VIAJANTES SORTUDOS
Passaporte ‘mais forte do mundo’ não é dos Estados Unidos e nem de nenhum país da Europa; veja o ranking. A força do passaporte é medida pelo número de países que podem ser visitados sem visto ou com documento simples de obter.
ATRÁS DO PETRÓLEO BRANCO
De olho em outro tipo de ‘petróleo’, Arábia Saudita anuncia investimentos na commodity que deve ‘mover o mundo’ nos próximos anos. Saudi Aramco, uma das maiores companhias petrolíferas do mundo, vai usar a expertise e a infraestrutura para explorar o lítio, apelidado de “petróleo branco”.
EM MEIO AOS JUROS ALTOS
IRB Re (IRBR3) é uma das “melhores apostas” do BTG Pactual para 2025 — e aqui estão os motivos por trás do otimismo. Os analistas mantiveram recomendação de compra para os papéis, com preço-alvo de R$ 56,50 para os próximos 12 meses, alta potencial de quase 20% frente ao último fechamento.
O QUE MEXE COM OS MERCADOS HOJE
Agora vai? Ibovespa engata alta de mais de 2% junto com Nova York e chega aos 122 mil pontos; dólar fecha em baixa de R$ 6,0252. Dados de inflação e da indústria nos EUA mexem com as bolsas aqui e lá fora, mas tem banco grande dizendo que a euforia pode ser exagerada; entenda os motivos.
NOVA REALIDADE MÉDICA
Efeito Ozempic? Especialistas propõem nova definição para obesidade – e isso pode impactar a demanda por injeções de emagrecimento. Estudo publicado no The Lancet Diabetes & Endocrinology foi validado por mais de 50 médicos experts pelo mundo.
Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam
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