O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No que depender de Biden, sua vice Kamala Harris deve ser o nome do partido para enfrentar Donald Trump nas urnas em 5 de novembro; Trump se manifesta sobre a desistência
Para muitos era questão de tempo. A pressão para que Joe Biden se retirasse da corrida presidencial era tamanha que quando Barack Obama colocou em dúvida as chances de os democratas vencerem a eleição de novembro, especialistas diziam que a desistência estava se tornando uma certeza. Neste domingo (21), o chefe da Casa Branca anunciou que estava abrindo mão da reeleição.
A pergunta que muitos se fazem agora é: o que acontece com a campanha? No que depender de Biden, sua vice Kamala Harris deve ser o nome do partido para enfrentar Donald Trump nas urnas.
“Meus colegas democratas, decidi não aceitar a nomeação e concentrar todas as minhas energias nas minhas funções como presidente durante o resto do meu mandato”, disse Biden.
“Minha primeira decisão como candidato do partido em 2020 foi escolher Kamala Harris como minha vice-presidente E foi a melhor decisão que tomei. Hoje quero oferecer todo o meu apoio e endosso para que Kamala seja a indicada do nosso partido este ano. Democratas – é hora de nos unirmos e derrotar Trump. Vamos fazer isso”, acrescentou.
Não demorou muito para que Trump se manifestasse. Em uma breve entrevista por telefone à NBC News, o republicano chamou Biden “de o pior presidente da história dos EUA”.
Quando questionado se ficou surpreso com a decisão do democrata, Trump disse que Biden “nunca deveria ter estado lá em primeiro lugar”.
“Ele deveria ter ficado em seu porão”, disse Trump.
Logo depois, o republicano usou sua rede social, a Truth Social, para comentar mais sobre a retirada de Biden da corrida à Casa Branca — e, no melhor estilo Trump de ser, soltou o verbo:
“O corrupto Joe Biden não estava apto para concorrer à presidência e certamente não está apto para servir — e nunca esteve! Ele só alcançou o cargo de presidente por meio de mentiras, fake news, e não saindo de seu porão. Todos aqueles ao seu redor, incluindo o seu médico e a mídia, sabiam que ele não era capaz de ser presidente, e ele não era”, disse Trump.
“E agora, veja o que ele fez ao nosso país, com milhões de pessoas atravessando a nossa fronteira, totalmente sem controle, muitos provenientes de prisões, instituições psiquiátricas e um número recorde de terroristas. Sofreremos muito por causa da sua presidência, mas remediaremos muito rapidamente os danos que ele causou. FAÇA A AMÉRICA GRANDE DE NOVO!”, continuou.
O próximo candidato terá a missão de concorrer contra a chapa republicana de Trump e do senador JD Vance, conquistar doadores, delegados e outros aliados que foram leais a Biden — tudo isto ao mesmo tempo em que convence os eleitores do próprio valor para o cargo mais alto da maior economia do mundo.
Um número cada vez maior de democratas proeminentes deixou claro nas últimas semanas que preferem a tarefa difícil de apoiar um novo nome do que manter Biden como candidato.
Até o momento, no entanto, não está claro se outros democratas desafiariam Harris pela nomeação do partido ou se o próprio partido escolherá abrir o campo para indicações.
Biden passou os últimos meses acumulando quase 4.000 delegados democratas ao vencer as eleições primárias do Partido Democrata.
Os delegados podem votar de acordo com a própria consciência, o que significa que podem transferir o seu voto para outra pessoa. Mas a tradição é de escolherem quem tem o maior número de delegados para ser o candidato oficial do partido na Convenção Nacional Democrata — que, desta vez, está marcada para acontecer de 19 a 22 de agosto.
Agora, com a desistência, Biden efetivamente libera seus delegados, potencialmente desencadeando uma competição entre outros democratas para se tornar o candidato.
Antes da desistência anunciada hoje, alguns democratas influentes chegaram a apresentar alternativas além de Harris, incluindo membros populares do gabinete e governadores democratas como Gavin Newsom, da Califórnia; Gretchen Whitmer, do Michigan; e Josh Shapiro, da Pensilvânia.
Veja também:
Se for nomeada a candidata do partido, Harris assumirá o controle do dinheiro arrecadado — US$ 91 milhões (R$ 505,3 milhões), de acordo com dados do final de maio — e herda a infraestrutura de campanha de Biden.
Ela também tem o maior reconhecimento de nome entre todas as alternativas e a maior votação entre os democratas que poderiam ser seriamente considerados candidatos, de acordo com as fontes.
Em uma pesquisa Reuters/Ipsos publicada no início do mês, Harris estava um ponto percentual atrás de Trump, com 42% a 43%, uma diferença dentro da margem de erro de 3,5 pontos percentuais da pesquisa, um resultado estatisticamente tão forte quanto o de Biden.
Além disso, o deputado Jim Clyburn — que foi fundamental para a vitória de Biden em 2020 — já havia dito em entrevista à MSNBC que apoiaria Harris para ser a candidata democrata se Biden se afastasse.
Harris ainda tem outro ponto forte: vários estrategistas democratas acreditam, por exemplo, que trocar a primeira vice-presidente preta por outro candidato levaria a uma reação negativa dos eleitores pretos e das mulheres, que são fundamentais para qualquer vitória democrata.
Harris, no entanto, ainda enfrenta ventos contrários. Alguns democratas influentes têm pouca fé de que ela possa derrotar Trump.
Ainda no ano passado, muitos dentro da Casa Branca e da campanha de Biden temiam, em particular, que ela fosse um risco para a campanha.
Os índices de aprovação de Harris oscilam abaixo dos 40%, de acordo com pesquisas recentes, embora ela e Biden tenham probabilidades semelhantes de derrotar Trump.
A vice-presidente também tem sido alvo consistente dos meios de comunicação republicanos e conservadores em ataques que muitos aliados consideram sexistas e racistas.
Biden começou a perder apoio de seu próprio partido e aliados após seu desempenho catastrófico no debate contra Trump no final de junho.
Embora seja apenas três anos mais velho que Trump — Biden tem 81 anos e Trump tem 79 — tanto na substância como na aparência, o democrata contrastava fortemente com o republicano, que soava o mesmo dos últimos anos.
O debate desencadeou instantaneamente uma crise entre os democratas. Mesmo antes de terminar, os agentes do partido levantavam dúvidas sobre se Biden poderia efetivamente manter a campanha contra Trump.
Doadores e apoiadores democratas de alto nível instaram abertamente Biden a desistir, com alguns prometendo reter contribuições de campanha.
Biden e seus assessores passaram semanas tentando estancar o sangramento. Na primeira entrevista pós-debate, o democrata disse estar convencido de que era a melhor pessoa para enfrentar Trump, acrescentando que só poderia ser persuadido a renunciar “se o Senhor Todo-Poderoso aparecer e me disser isso”.
Mas essa postura resoluta não conseguiu conter a movimentação do partido nos bastidores e Biden passou a sugerir que poderia se retirar da campanha de outras formas.
Em uma entrevista à Bet que foi ao ar na quarta-feira (17) durante a Convenção Nacional Republicana, Biden disse que poderia reconsiderar a decisão de permanecer na corrida “se eu tivesse alguma condição médica que surgisse”.
No mesmo dia em que a entrevista foi transmitida, Biden testou positivo para covid-19. Ele cancelou uma aparição agendada em Las Vegas e voltou para casa em Delaware.
Um levantamento da CBRE mostra a capital paulista no top 5 entre os maiores mercados do mundo em residências de luxo associadas a marcas
Cálculos do JP Morgan mostram que cerca de US$ 25 bilhões poderiam entrar na bolsa brasileira vindos lá de fora
Medida dos Estados Unidos barra novos vistos de imigrantes para o Brasil e outras 74 nações sob o argumento de evitar custos ao contribuinte americano
Número 1 do Brasil, João Fonseca estreia no Australian Open 2026 diante do norte-americano Eliot Spizzirri; partida acontece às 22h40, no horário de Brasília
A China domina o segmento dos minérios indispensáveis para fazer de smartphones até mísseis inteligentes, mas o Brasil ocupa o segundo lugar e pode se beneficiar com o “degelo” nas relações com os EUA
Após ameaça de tarifas de até 25% feita por Donald Trump, União Europeia avalia acionar instrumento de anticoerção econômica que pode atingir empresas e investimentos dos EUA
Relatório da Oxfam mostra que bilionários acumularam US$ 2,5 trilhões em um único ano, enquanto pobreza estagna e fome avança
Até então, o Inter operava nos EUA por meio da subsidiária Inter Payments e pela Inter US Holdings; BTG e Nubank também miraram o mercado norte-americano
Os estrategistas do BofA selecionaram quatro setores que podem se beneficiar da inteligência artificial sem a exposição direta às empresas de tecnologia
Declarações de Trump sobre a Groenlândia levantam dúvidas sobre os limites da defesa coletiva da OTAN quando a ameaça parte de um país-membro da própria aliança
O primeiro lugar do pódio com o maior potencial de retorno, segundo o banco, também é o primeiro no quesito volatilidade
Fundo projeta um crescimento de cerca de 4,5% para este ano e destaca desceleração expressiva da inflação em 2025; mas norte-americanos alertam para possibilidade de calote
Com sol escasso no inverno, dias intermináveis no verão e uma população menor que a de muitas cidades brasileiras, a Groenlândia saiu do isolamento e entrou no centro da geopolítica global
A dona da Bloomingdale’s deve ser uma das poucas a se beneficiar com a entrada na rival no Chapter 11 — e os números mostram que ela está pronta para essa oportunidade
Premiação que “celebra” os tropeços do cinema inclui nomes brasileiros na lista de indicados e mostra como sucesso e decepção caminham lado a lado
Suspensão de vistos atinge 75 países e inclui 23 seleções classificadas ou na repescagem da Copa do Mundo, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México
Medida do governo Trump entra em vigor em 21 de janeiro, atinge 75 países e faz parte de uma revisão nos critérios de triagem e concessão de vistos pelos Estados Unidos
No total, Brasil e mais 74 países são alvo do endurecimento da política anti-imigração de Trump, que já revogou o recorde de mais de 100 mil vistos desde que voltou à Casa Branca, em janeiro do ano passado
Bairros populares de Basileia desafiam estereótipos ao combinar renda mais baixa, serviços públicos eficientes, alto IDH e qualidade de vida acima da média global
Filme brasileiro premiado no Globo de Ouro teve orçamento de cerca de R$ 27 milhões, apoio do Fundo Setorial do Audiovisual e coprodução internacional