🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

FÓRMULA MÁGICA?

Nome forte do governo, ministro da Economia da Argentina fala em equilíbrio fiscal e faz elogio a Milei em evento do BTG

Aos 58 anos, “Toto”, como também é conhecido, trabalhou como chefe de trading do JP Morgan para América Latina entre 1994 e 1998

Luis "Toto" Caputo discursando em reunião G20
Imagem: (Imagem: Flicker)

A retomada da economia global após a pior fase da pandemia de covid-19 colocou alguns países no radar dos investidores internacionais — e, após a guinada ao ultraliberalismo de Javier Milei, que assumiu a presidência da Argentina, o vizinho do Brasil ganhou alguns holofotes também. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O nome forte do atual governo é sem dúvidas Luis “Toto” Caputo, o ministro da Economia da Argentina.

Apontado como o “Paulo Guedes hermano”, Caputo faz juz à comparação: é um nome conhecido e bem recebido pelo mercado em meio a uma gestão que busca aumentar sua credibilidade junto ao investidor internacional

Essa amabilidade ficou evidente em sua participação no evento CEO Conference do BTG Pactual, na qual ele e o presidente do banco, André Esteves, conversaram no último painel desta terça-feira (6). 

Caputo lamentou o estado atual em que encontrou o país e falou em trazer o bom histórico da Argentina de volta. “Nós já fomos a economia mais rica do mundo no início do século passado. Eu diria que nos convertemos em socialista nos últimos anos”, disse o ministro. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os problemas da Argentina…

Aos 58 anos, “Toto”, como também é conhecido, trabalhou como chefe de trading do JP Morgan para América Latina entre 1994 e 1998. Depois disso, liderou o Deutsche Bank na Argentina. 

Leia Também

O ROTEIRO DO CHOQUE

Recessão à vista? Fitch diz o que acontece com a economia mundial se a inteligência artificial virar a vilã dos mercados

Conteúdo Empiricus

De olho em temas como Oriente Médio, petróleo e decisão de juros nos EUA, Empiricus traz recomendações de BDRs para setembro

Mas ele fez seu nome com uma passagem pelo governo de Maurício Macri, chefiando a secretaria de Finanças e o Banco Central (BCRA, em espanhol) do país.

Entre as suas propostas, ele citou que a retomada do país será dada com base na disciplina fiscal e monetária. “Esperamos passar de déficit de 5% do PIB para um equilíbrio fiscal”, disse ele. 

… E a solução para eles

Para isso, Caputo conta com a ajuda do Congresso para a aprovação do pacote de medidas conhecidas como Ley Ómnibus, de desregulamentação da economia do país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O projeto está sendo debatido na Câmara dos Deputados, mas o número de artigos caiu de 664 para 224, e o número pode ser reduzido ainda mais. Porém, o ministro segue confiante de que o pacote será aprovado no Senado ainda no próximo mês. 

Os principais entraves incluem a distribuição e o controle sobre impostos entre a União e os Estados, as empresas que entrarão na fila para serem privatizadas, entre outras retiradas de subsídios. 

Só se os peronistas da Argentina deixarem

Caputo ressalta que a oposição — majoritariamente composta por uma base peronista (ou seja, de esquerda) — vem se articulando para travar o pacote.

Na visão dele, os integrantes do núcleo duro dessa oposição “compõem de 30% a 35% do Congresso”. Na prática, o Unión por la Patria (UP, peronista) é maioria tanto na Câmara quanto no Senado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
PartidoCâmara dos DeputadosSenado
Mínimo para maioria12937
La Libertad Avanza (LLA)378
Juntos por el Cambio (JxC)9324
Unión por la Patria (UP)10834
Fonte: Levantamento Seu Dinheiro

“Essa oposição sempre vai ser contra, eles não querem que o país prospere para que eles continuem mentindo e permanecendo no poder”, diz Caputo. “O restante [dos parlamentares] tem essa contradição. De um lado, eles querem ajudar o governo. Mas, ao mesmo tempo, vão se opor ao governo também”.

Vale ressaltar que parte da base aliada do governo, os parlamentares do Juntos por el Cambio (JxC) também já abandonaram o apoio incondicional ao pacote de Milei. “É jogar com política, e você tem que saber jogar”, concluiu. 

Planos para o futuro da Argentina com o Brasil

Diferentemente de seu chefe na Casa Rosada, “Toto” Caputo reforçou a importância do Brasil como importante parceiro econômico.

“A gente poderia estar fazendo muito mais coisas juntos. Não foi dada a devida importância [ao Brasil] em meio a essas crises todas, mas eu estimulo a todos a olhar com carinho para esta oportunidade de parceria”, disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Só não no futebol”, brinca ele. “No resto, a gente pode se dar bem. Vocês vão nos ajudar a sair desta situação”. 

Elogio a Milei

“É quase que uma abordagem oposta ao que foi feito com o Macri”, disse Caputo, em comparação ao governo do antigo chefe da Casa Rosada. 

Na época de Macri, conta ele, a palavra “ajuste” era praticamente proibida porque o país vinha de 12 anos de populismo. Não se podia falar de sanear as contas públicas porque “as pessoas não estavam preparadas para a verdade”.

Atualmente, ele acredita que foi justamente por “contar a verdade para a população” que Milei teve tanto apoio popular.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“É alguém que veio de fora do sistema e chegou à presidência dizendo a verdade. Na Argentina, isso é inédito”, afirma. “Nunca acharam que alguém poderia chegar ao poder dizendo que precisamos enxugar os gastos públicos, e isso deu ao presidente Milei muita credibilidade”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Imagem de Donald Trump com gráfico vermelho indicando queda ao fundo. 4 de setembro de 2026 - 12:26
O economista Mohamed El-Erian está sentado em uma poltrona vermelha, segurando um microfone. Atrás dele, uma estante de livros. 31 de agosto de 2026 - 13:50
Dono da Amazon Jeff Bezos Indian Creek 27 de agosto de 2026 - 16:32
Wall Street diante de um gráfico vermelho de queda 19 de agosto de 2026 - 15:33

OPORTUNIDADE OU CILADA

Renda fixa nos EUA: vale a pena comprar Treasury com a disparada dos juros?

19 de agosto de 2026 - 15:33
Em um fundo que mescla o prédio da B3, a bandeira do Brasil e um globo, um homem de barba e terno azul está ao lado direito da imagem. No centro, a frase: Só ser barato não adianta 14 de agosto de 2026 - 14:40
Montagem representando as tarifas dos EUA contra os produtos brasileiros 14 de agosto de 2026 - 13:31
A mão de um robô humanoide segura várias cédulas de dólar 9 de agosto de 2026 - 17:01
Ilustração do genoma criado pela IA 7 de agosto de 2026 - 15:51
Ilustração gerada por IA de uma igreja moderna branca no meio de um campo de flores roxas. 7 de agosto de 2026 - 0:09
Em um cenário que lembra a lua, robôs humanoides e de quatro patas da Unitree estão enfileirados. 6 de agosto de 2026 - 19:51
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar