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Tecnologia que mistura elementos reais e digitais tem alto custo de produção e conquistou diversas big techs, mas nem todas se deram bem nessa
Não é de hoje que as maiores empresas de tecnologia do mundo estão investindo em projetos de realidade aumentada (AR, na sigla em inglês). Já em 2013, o Google lançou o “Google Glass”, que foi um pequeno fracasso para a big tech, mas um grande passo para a AR.
Agora, chegou a vez da Meta e da Snap (dona do Snapchat) testarem esse mercado. As duas empresas estão desenvolvendo projetos de altíssimo orçamento voltados para a realidade aumentada.
O entusiasmo tem que ser contido: ainda deve demorar para você poder comprar qualquer um desses produtos. Apesar dos protótipos de AR já estarem prontos e poderem ser usados por desenvolvedores, esta tecnologia ainda tem um custo de produção muito alto para ser desenvolvida em larga escala.
O projeto de Mark Zuckerberg já está em desenvolvimento há algum tempo. Em 2022, a empresa lançou óculos de realidade virtual feitos para o metaverso.
Recentemente, uma nova versão deste óculos foi lançada: o Quest 3S. Aqui no Brasil, a versão anterior do aparelho custa aproximadamente R$ 5.000.
Mas enquanto o Quest usa recursos de realidade virtual, o novo projeto da empresa é focado na realidade aumentada. O Orion, primeiro protótipo de óculos de AR, foi anunciado em setembro depois de décadas de desenvolvimento e bilhões de dólares.
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Por ora, o Orion será usado apenas para treinamento interno dos funcionários da Meta, mas Zuckerberg ambiciona que a próxima versão do dispositivo possa ser vendida para o público-geral.
“Este é um salto significativo para a tecnologia. É um passo grande rumo à nossa meta de ajudar a definir a próxima geração da computação”, disse o diretor de produto da Meta, Chris Cox, à CNBC.
Do lado da Snap, o CEO Evan Spiegel anunciou uma a quinta versão do já existente Spectacles, com mais recursos de AR.
Da mesma forma, a ideia não é que o produto já vá para as prateleiras das lojas de tecnologia. Inicialmente, desenvolvedores poderão alugar o dispositivo para testá-lo. Basta dispor de US$ 1.188 por ano (R$ 6.730).

O mercado de dispositivos de realidade aumentada não é simples. O Google pôde comprovar esse fato em 2013, com o Google Glass.
A Microsoft descontinuou o HoloLens no começo deste ano. Lançado em 2015, o headset era voltado para uso empresarial. Em nota enviada à equipe do portal The Verge, a empresa de Bill Gates afirmou que iria “continuar a investir em oportunidades de realidade mista”.
A Apple também está enfrentando desafios com o Vision Pro, lançado para os consumidores no começo deste ano. Especulações da mídia especializada apontam que a empresa irá reduzir a produção dos dispositivos.
Em entrevista ao Wall Street Journal, o CEO Tim Cook afirmou que o aparelho não é feito para a massa no mercado, mas sim para os entusiastas de tecnologia que querem estar à frente. O custo justifica. Aqui no Brasil, o óculos da Apple custa aproximadamente R$ 40.000.
* Com informações da CNBC.
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