O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Ibovespa também ganhou tração ao longo da sessão, com o avanço das ações da Petrobras e chegou a subir mais de 1%; veja como as bolsas terminaram o dia
Era questão de tempo até que o Irã se envolvesse diretamente na guerra contra Israel. Nesta terça-feira (01), as Forças de Defesa de Israel confirmaram o que pode ser uma escalada sem precedentes dos conflitos recentes no Oriente Médio: Teerã disparou várias dezenas de mísseis e foguetes em direção ao território israelense.
O ataque do Irã ocorre quando forças de Israel cruzaram o sul do Líbano por terra como parte de um ataque ao Hezbollah, o grupo militante apoiado por Teerã.
O número de tropas israelenses que entraram no Líbano está na casa das "baixas centenas", disse uma autoridade israelense à NBC News.
Na semana passada, Israel matou o chefe do Hezbollah, Hassan Nasrallah, em um bombardeio em Beirute.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse que o assassinato de Nasrallah e de um comandante sênior da Guarda Revolucionária naquele ataque não ficaria sem resposta.
O ataque iraniano, no entanto, era esperado. Mais cedo, as ruas de Tel Aviv estavam praticamente vazias, seguindo um aviso do exército israelense para que as pessoas na região metropolitana de Tel Aviv permanecessem seguras e evitassem qualquer viagem desnecessária ou atividades ao ar livre.
Leia Também
Os EUA também já haviam alertado sobre a ofensiva de Teerã — a segunda em seis meses.
O Irã confirmou a disparada de 100 mísseis, mas Israel fala em cerca de 200 dispositivos disparados contra seu território — a maior parte deles interceptada pelo sistema antiaéreo israelense.
Os preços do petróleo reagiram imediatamente à chuva de mísseis e foguetes iranianos contra Israel.
Os futuros do Brent e do WTI chegaram a avançar quase 5% e encerram o dia com ganhos de 3,44% e 3,49%, respectivamente.
As cotações da commodity já vinham operando em forte alta nesta manhã, impulsionadas pelos conflitos envolvendo o Hezbollah e Israel.
Esses ganhos impulsionam as ações da Petrobras (PETR4), que depois de subir mais de 4% terminaram o dia com alta de 2,89%. Os papéis PETR3 tiveram alta de 2,85%.
Já o Ibovespa também acelerou a alta com a notícia do ataque iraniano, avançando 1,01%. O principal índice da bolsa brasileira acabou terminando o dia com ganho de 0,51%, aos 132.495,16 pontos.
No mercado de câmbio, o dólar à vista voltou a acelerar e registrava alta de de 0,30%, a R$ 5,4637, por volta de 14h25.
A moeda norte-americana acompanhou o desempenho do DXY, que mede a variação do dólar ante seis moedas principais. O índice tocou máxima intradia a 101,348 pontos, subindo 0,57%, depois que o Irã confirmou o ataque a Israel e impulsionava ainda mais a busca por ativos defensivos.
Em Nova York, o Dow Jones caiu 0,41%, o Nasdaq perdeu 1,53% e o S&P 500, -0,93%. A maioria das bolsas europeias também fechou em queda.
Não demorou muito para que as principais autoridades internacionais se manifestassem sobre o ataque direto do Irã a Israel.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse em entrevista a jornalistas durante viagem ao México ser "inexplicável" o Conselho de Segurança das Organização das Nações Unidas (ONU) não ser capaz de fazer Israel conversar sobre o conflito no Oriente Médio.
"O que eu lamento é o comportamento do governo de Israel. Sinceramente, é inexplicável que o Conselho da ONU não tenha autoridade moral e política de fazer com que Israel sente numa mesa para conversar ao em vez de só saber matar", disse Lula.
Segundo o presidente, operações para repatriação de brasileiros, como a que está sendo organizada para tirar pessoas do Líbano, serão realizadas "em todos os lugares que for preciso".
Nos EUA, o presidente Joe Biden e a vice e candidata nas eleições de novembro, Kamala Harris, estavam reunidos para discutir as tensões no Oriente Médio quando foram informados do ataque iraniano a Israel.
De acordo com a Casa Branca, Biden direcionou apoio militar norte-americano para a defesa de Israel.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu o fim da escalada do conflito, fazendo coro com o governo da Alemanha, que também condenou os ataques na região.
O Irã confirmou que atacou Israel em declaração feita pouco depois de ter lançado mísseis balísticos que levaram milhões de israelenses a abrigos para se protegerem.
Se Israel retaliar “ou cometer novos atos de malevolência, uma resposta subsequente e esmagadora ocorrerá”, afirmou a missão do Irã na Organização das Nações Unidas (ONU) em um comunicado.
Do lado israelense, o porta-voz militar reagiu na TV ao que o país está chamando de "ataque sério" a Israel pelo Irã.
Daniel Hagari, o porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF), prometeu que o ataque "terá consequências". Ele acrescentou que o país permanece em alerta máximo.
*Com informações da CNBC, do The Guardian e da Dow Jones
Surto de Nipah no leste da Índia leva países asiáticos a retomarem protocolos de triagem, quarentena e alerta sanitário
Enquanto Jennifer Lawrence defende o silêncio diante da polarização, artistas cancelam apresentações, protestam contra o ICE e entram em choque com a gestão cultural de Donald Trump
A decisão de política monetária desta quarta-feira (28) está longe de ser o clímax da temporada, que tem pela frente a substituição de Powell no comando do BC norte-americano
Mais uma vez, a decisão de não mexer na taxa não foi um consenso entre os membros do Fomc; Stephen Miran e Christopher Waller defenderam um corte de 25 pontos
Indicador simbólico criado por cientistas aponta que riscos como guerra nuclear, mudanças climáticas e avanço da inteligência artificial levaram o mundo ao ponto mais crítico desde 1947
As bolsas dos principais países da região acumulam ganhos de pelo menos 10% em janeiro, mas nem tudo que reluz é ouro e a agência de classificação de risco aponta prós e contras que podem determinar o futuro dos seus investimentos
Matheus Spiess, analista da Empiricus, fala no podcast Touros e Ursos desta semana sobre a ruptura de Trump com o ambiente econômico e geopolítico das últimas décadas
Pressionada por custos elevados, petróleo barato e déficit fiscal, Arábia Saudita redesenha o megaprojeto urbano lançado em 2017
Corinthians x Gotham FC nesta quarta-feira (28), às 9h30, pela semifinal do Mundial de Clubes feminino da Fifa
Pesquisas por voos para o Brasil cresceram de forma abrupta logo após a notícia; Pequim, Xangai, Guangzhou, Chengdu, Xiamen e Shenzhen estão entre as cidades de partida mais procuradas
Cinco casos confirmados e cerca de 100 pessoas em quarentena na Índia; especialistas reforçam que a doença é rara e altamente letal
Quando estiver valendo, o tratado criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando dois blocos e um mercado com mais de 700 milhões de pessoas
Devolução dos pandas ao país de origem simboliza o agravamento das tensões diplomáticas, comerciais e de segurança entre Pequim e Tóquio, em meio a atritos sobre Taiwan, barreiras econômicas e gastos militares
Descoberta revela moedas de ouro raríssimas da época da Guerra Civil Americana; conjunto é avaliado em milhões de dólares
Túnel de Base do Gotardo encurta travessias alpinas, tira caminhões das estradas e virou um marco de planejamento de longo prazo
O presidente dos EUA acusa o primeiro-ministro Mark Carney de transformar o país vizinho em um “porto de entrada” para produtos chineses
Um detalhe de estilo do presidente francês viralizou no Fórum Econômico Mundial e adicionou milhões de dólares ao valor de mercado de uma fabricante de óculos
Para o banco norte-americano, embora o otimismo já esteja parcialmente refletido nos preços, ainda existem oportunidades valiosas em setores que alimentam a revolução tecnológica
No evento Onde Investir 2026, especialistas traçam as melhores teses para quem quer ter exposição a investimentos internacionais e ir além dos Estados Unidos
Jerome Powell deixa a presidência do Fed em maio e Trump se aproxima da escolha de seu sucessor; confira os principais nomes cotados para liderar a instituição