O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De olho no mercado livre de energia, empresa controlada pela Ultrapar assume 51,7% de participação no negócio
*Correção: o título original da matéria informava, incorretamente, o valor em dólares (US$ 110 milhões), quando o correto é em reais (R$ 110 milhões)
Se depender da Ultrapar (UGPA3), 2024 será marcado como o ano dos negócios milionários da companhia.
Em março deste ano, a empresa comprou uma participação na Hidrovias do Brasil (HBSA3). Agora, por meio da subsidiária Ultragaz, a Ultrapar foi às compras mais uma vez e anunciou nesta segunda-feira (10) a aquisição de 51,7% de participação na Witzler.
Em comunicado ao mercado, a Ultrapar informou que o valor da transação é de R$ 110 milhões. Deste montante, R$ 50 milhões serão aportados na empresa adquirida via capital, enquanto os outros R$ 60 milhões serão pagos no fechamento da transação.
O acordo ainda inclui a possibilidade de uma parcela adicional de R$ 40 milhões, mas esse “extra” está sujeito a “determinadas condições de performance a ser aferida em até 12 meses”, de acordo com a companhia. A Witzler foi assessorada, na operação, pela One Partners.
Fundada em 2015, a Witzler atua na comercialização de energia elétrica no mercado livre e na gestão de energia. A empresa tem 150 colaboradores — que serão mantidos após o acordo — e 3 mil unidades consumidoras contratadas nos segmentos varejista e atacadista.
Leia Também
A empresa atende em mais de 500 cidades em 24 estados.
No mercado livre de energia, os consumidores podem escolher seus fornecedores e estabelecer contratos por fonte, prazo ou preço de energia.
Após a Portaria 50/2022 do Ministério de Minas e Energia, as empresas conectadas a redes de média e alta tensão passaram a escolher seus próprios fornecedores de eletricidade.
A participação na Witzler está inserida na estratégia da Ultragaz (UGPA3) de se consolidar no mercado de energia elétrica. Vale lembrar que a empresa já atua no setor de energia por meio da Ultragaz Energia Inteligente, empresa criada após aquisição da Stella Energia.
Em 2022, a Ultragaz entrou no setor de geração distribuída solar após a sanção do marco legal. No mesmo ano, a empresa também adquiriu a Neogás e, no ano seguinte, ingressou no mercado de biometano, conhecido como gás natural renovável.
Na energia elétrica, a Ultragaz atuava apenas para clientes de “baixa tensão” — categoria inclui a maioria dos consumidores residenciais, pequenos comércios, prédios de apartamentos, pequenas indústrias, entre outros.
Agora, por meio da Witzler, a empresa passará a atuar também junto aos clientes de alta tensão (empresas, indústrias e grandes estabelecimentos comerciais).
Vale lembrar que o acordo anunciado nesta segunda-feira (10) depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e demais órgãos reguladores.
Saída de Mariana de Oliveira se soma às mudanças na diretoria executiva da construtora; entenda o movimento
Aumento de capital acontece enquanto mercado anseia por IPO e empresa avalia novos ativos de saneamento
Agora, Fitch, S&P Global e Moody’s — as três principais agências de rating — rebaixaram a companhia para nível especulativo
Segundo a companhia, esses pagamentos serão realizados a título de antecipação do dividendo obrigatório do exercício de 2026
Na prática, cada papel BBSE3 vai receber R$ 2,54996501627 por ação, valor que será corrigido pela taxa Selic desde 31 de dezembro de 2025 até a data do pagamento
Para o maior banco de investimentos do país, o problema não está na distribuição — mas no uso excessivo do FGC como motor de crescimento
Mudança veio após a Raízen contratar assessores financeiros e legais para estudar saídas para o endividamento crescente e a falta de caixa; Fitch também cortou recomendação da companhia
Banco de Brasília apresentou na sexta (6) o plano para capitalizar a instituição após perdas com ativos do Banco Master; veja o que explica a queda da ação nesta segunda (9)
O BTG Pactual vê fundos ainda subalocados no papel, retorno esperado mais modesto e poucas razões para aumentar a aposta no curto prazo
Resultado do quarto trimestre fecha uma sequência de trimestres recordes e reforça a mensagem do banco: a rentabilidade elevada veio para ficar
Além das mortes, cerca de 200 casos de problemas no pâncreas estão sendo investigados pela agência
A Fitch estima que a companhia tenha cerca de R$ 10,5 bilhões em dívidas com vencimento nos próximos 18 meses, o que amplia o risco de refinanciamento
ROE do banco avança, mas analistas alertam para um “teto” que pode travar novas altas das ações BBDC4 na bolsa
A produtora de etanol enfrenta alto endividamento, com a dívida líquida atingindo R$ 53,4 bilhões no segundo trimestre da safra 2025/26, e busca alternativas para sair do sufoco
Depois de um balanço forte no 4T25, o banco avalia captar recursos na B3; entenda os planos do Pine
Pressão financeira, plano mais detalhado e menos espaço para recuos explicam por que analistas veem maior chance de execução agora
O banco fechou o quarto trimestre de 2025 com um lucro líquido ajustado recorde de R$ 4,59 bilhões. Veja os destaques do balanço
O montante da dívida em jogo é estimado em R$ 1,2 bilhão, tendo como credores nomes como BTG Pactual, Prisma, Farallon e Santander
Segundo o CEO global da empresa, Gilberto Tomazoni, o projeto marca a expansão da presença da companhia na região
Grupo tenta coordenar reação dos investidores após pedido de recuperação judicial e decisão do TJ-SP que bloqueou R$ 150 milhões da empresa