O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No entendimento de parte do mercado, Tércio Borlenghi Júnior já ultrapassou o limite de um terço das ações em circulação da Ambipar (AMBP3) em compras
A fúria compradora de ações da Ambipar (AMBP3) por parte do fundador Tércio Borlenghi Júnior está levando o mercado a especular se ele já não teria ultrapassado o limite de um terço das ações da empresa em circulação (free float) na bolsa.
Nesse caso, ele estaria obrigado a lançar uma oferta pública de aquisição de ações (OPA) por aumento de participação.
A intenção de Tércio ao efetuar a compra das ações da Ambipar na bolsa vem sendo alvo de constantes debates no mercado.
Uma conta que circulou nos últimos dias atribui a Tércio a compra de 16.039.110 ações. O valor é resultante da soma das 10.819.450 ações que ele declarou ter adquirido mais 5.219.660 ações recompradas pela companhia, considerada como pessoa vinculada ao controlador.
Além disso, considera como free float da Ambipar o total de ações em bolsa no momento do IPO da empresa, citando a Resolução 85 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Mas a conta não é bem essa, resumem advogados societários consultados pelo Seu Dinheiro.
Leia Também
Em novembro de 2010, a CVM apresentou uma fórmula de cálculo para ajustes no limite da quantidade de ações em circulação no mercado em função de eventos subsequentes.
Essa fórmula foi aplicada pela primeira vez em 2011, numa decisão do colegiado envolvendo um pleito da Suzano.
Essa fórmula parte do número de ações da companhia no IPO, mas, basicamente, ajusta a quantidade somando ações colocadas em circulação (por exemplo em decorrência de aumentos de capital, bonificações, vendas de ações em tesouraria) ao longo do tempo; e subtraindo ações retiradas de circulação (por exemplo por meio de recompra de ações para manutenção em tesouraria, resgates amortizações).
Também leva em consideração as ações vendidas ou adquiridas pelo controlador ou pessoas vinculadas, além de grupamentos e desdobramentos dos papéis.
As recompras de ações são levadas em consideração nessa fórmula, mas não são computadas como “compras” do controlador, explica outro advogado.
“A recompra é relevante para definir a quantidade de ações que o controlador pode adquirir. Ela diminui o quanto ele pode adquirir. Mas ela não é utilizada para calcular o quanto ele de fato adquiriu”.
Nas contas de um gestor, Tércio ainda não alcançou o patamar que dispararia a OPA, mas pode estar muito perto disso. “Basta comprar mais cerca de 3 milhões de ações”, disse.
Tércio declarou ter 122,165 milhões de ações da Ambipar, ou 73,14% da companhia. Procuradas, B3 e Ambipar não responderam ao pedido de entrevista.
No pregão desta quinta-feira (18), as ações da Ambipar (AMBP3) fecharam em alta de 0,38%, a R$ 24,09. A empresa de soluções ambientais vale hoje pouco mais de R$ 4 bilhões na B3.
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players