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Relatório do UBS mostra onde os bilionários estão investindo e qual setor foi uma ‘máquina de fazer ultrarricos’
The rich are getting richer. A expressão em inglês, que quer dizer “os ricos estão ficando mais ricos”, se encaixa perfeitamente para descrever as descobertas do mais recente relatório do UBS. Entre 2015 e 2024, a fortuna dos bilionários cresceu a um ritmo superior ao do mercado de ações nos últimos 10 anos.
No período, a riqueza total desse grupo de ultrarricos aumentou 121%, passando de US$ 6,3 trilhões (R$ 37,7 trilhões) para US$ 14 trilhões (R$ 83,8 trilhões). Ao passo que o índice MSCI AC World, um indicador da “temperatura” dos mercados de ações dos países desenvolvidos, subiu “apenas” 73%.
Segundo o “UBS Billionaire Ambitions Report”, o mundo tem hoje 2.682 habitantes cujos patrimônios somam mais de US$ 1 bilhão (R$ 5,9 bilhões)
Entre eles, 805 vêm de uma riqueza multigeracional (basicamente, o jeito mais fácil de se tornar um bilionário é nascer em uma família bilionária) e 1.877 ficaram ricos por “conta própria”, os chamados self-made. Ou seja, são a primeira geração de bilionários.
A título de curiosidade, o número de mulheres bilionárias subiu 81% desde que o estudo começou a ser feito pelo banco suíço. Hoje, são 344 ultrarricas no mundo – a maioria self-made.
Tropicalizando os números, o Brasil viu a representatividade aumentar na lista: em um ano, o país ganhou 19 novos “ricaços”, totalizando 60.
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A riqueza do grupo também cresceu substancialmente, a um ritmo mais acelerado do que a fortuna total dos ultrarricos da América Central e do Sul. O patrimônio dos brasileiros bilionários aumentou 37,7%, atingindo US$ 154,9 bilhões, enquanto o wealth total dos dois continentes subiu 20,8%.
Para você, investidor pessoa física, a seguinte dúvida pode surgir: quando se tem tanto dinheiro na conta assim, onde se investe?
O relatório do banco suíço também deu um panorama sobre a alocação desse 0,00003% perfil de investidor.
Novamente, cabe uma expressão em inglês, desta vez atribuída à Warren Buffett: never bet against America.
A ideia de “nunca apostar contra os Estados Unidos” foi levada à risca pelos bilionários, que veem as maiores oportunidades no país, tanto no curto quanto no médio prazo. 80% preferem alocar o patrimônio nos EUA nos próximos 12 meses.
“Eles estão apoiando um país líder em inovação tecnológica – por exemplo, em IA generativa ou medicamentos para perda de peso GLP-1 – que tem o potencial de aumentar a produtividade do trabalho em um momento de escassez de mão de obra”, escreve o UBS em relatório.
O banco também cita a segurança energética do país como uma vantagem em meio às tensões geopolíticas.
A América do Norte também é a casa da maioria das pessoas que estão no ranking de top 100 bilionários mais ricos. 43% vive lá, contra 21% na Europa Ocidental, 15% no Sudeste Asiático e 8% na China.
No longo prazo, a região da Ásia-Pacífico é vista com bons olhos: 45% dos bilionários acreditam que as grandes oportunidades de investimento estarão por lá nos próximos cinco anos; 31% vê o mesmo potencial especificamente para a China.
Nesse contexto, a Índia ganha cada vez mais relevância como um mercado emergente e próspero, já que os bilionários indianos têm a terceira maior fortuna do mundo.
Nos próximos 12 meses, dois ativos ganham destaque na carteira dos bilionários: imóveis e ações.
O medo do cenário geopolítico e da instabilidade nos mercados globais também têm feito com o que os ultrarricos aumentem a posição em ouro e outros materiais preciosos.
Por fim, o relatório do UBS também destacou um aumento de 11% na comparação anual no interesse desse grupo em adquirir arte e antiguidades. O mercado de arte global também foi duramente afetado pelo cenário econômico mundial, como mostra este outro relatório do UBS.
Como é possível perceber em qualquer ranking de bilionários, como os feitos pela Bloomberg e pela Forbes, a tecnologia tem se consolidado como uma “máquina de ricos”.
Especialmente nos últimos tempos – e com uma “ajudinha” da inteligência artificial.
“O bull market de tecnologia, impulsionado pelo lançamento do Chat GPT em novembro de 2022, continuou em 2023 e 2024, elevando a riqueza líquida dos bilionários pioneiros nas aplicações práticas da IA generativa”, diz o documento.
Em 2024, a riqueza dos empresários tech atingiu o marco de US$ 2,4 trilhões. Em um segundo lugar distante, está a dos magnatas da indústria, com US$ 1,3 trilhão.
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