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A potencial venda da participação da Raízen no Grupo Nós, dono da marca Oxxo no Brasil, foi destaque no Seu Dinheiro; veja as matérias mais lidas dos últimos dias
Em uma semana de fortes emoções no mercado brasileiro, uma notícia atraiu a atenção dos investidores na última semana: os rumores de que a Raízen (RAIZ4) avalia se desfazer de sua participação no Oxxo.
As discussões sobre uma potencial venda da participação no Grupo Nós, dono da marca Oxxo no Brasil, ganharam força na semana passada.
Mas por que a empresa pode vender a rede de lojas de conveniência após expansão agressiva em SP? E o que esperar das ações RAIZ4 agora?
A matéria que responde a essas perguntas foi o texto mais lido do Seu Dinheiro nos últimos dias.
Depois de abrir caminho pelo estado de São Paulo numa marcha implacável de conquista de território nos últimos anos, inaugurando lojas do Oxxo em praticamente todas as esquinas, a Raízen (RAIZ4) parece estar pronta para repensar a estratégia.
De acordo com a Bloomberg, a companhia considera a venda de sua participação no Grupo Nós, a operadora brasileira das lojas de conveniência Oxxo.
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A operação estaria alinhada com a nova estratégia não só da Raízen (RAIZ4), como também da holding controladora Cosan (CSAN3), para colocar um fim a uma das principais cobranças do mercado hoje ao conglomerado do empresário Rubens Ometto.
Você confere a reportagem especial na íntegra aqui.
Ao longo desta semana, as reportagens sobre empresas brasileiras abertas em bolsa e o desempenho das suas ações foram as preferidas dos leitores do Seu Dinheiro.
Entre as companhias que chamaram a atenção nos últimos dias, estiveram a Vale (VALE3), que recuperou a coroa de maior pagadora de dividendos do Brasil no terceiro trimestre, e a Embraer (EMBR3), que lidera o ranking de ações que mais subiram no Ibovespa desde janeiro.
Para além do agito do mercado de ações, os leitores do Seu Dinheiro também estiveram atentos às notícias sobre o universo de finanças pessoais. Nesta semana, uma pergunta à Dinheirista sobre planos de previdência privada atraiu os holofotes.
A Dinheirista respondeu à pergunta de um leitor que tem 80 anos de idade e é titular de um plano de previdência privada que tem sua filha como beneficiária.
Ele deseja tirar uma dúvida sobre como se dará a transmissão dos recursos aplicados no plano para ela quando ele vier a falecer.
Tenho 80 anos e sou titular de um plano de previdência privada que tem minha filha como dependente. Caso eu venha a falecer, ela poderá sacar o dinheiro do plano sem burocracia e sem necessidade de inventário?
No início desta semana, as ações do Magazine Luiza (MGLU3) se destacaram na ponta positiva do Ibovespa, com ganhos de quase 6% no pregão de terça-feira (26).
Apesar do desempenho naquela sessão, a companhia — assim como outros papéis de varejo e ligados a consumo — devolveu os ganhos devido à sangria recente dos mercados.
Com isso, o Magalu amarga forte queda na B3 no acumulado do ano. Desde janeiro, a varejista perdeu mais da metade do valor de mercado, hoje estimado em pouco mais de R$ 8 bilhões.
Além do Magazine Luiza (MGLU3), a Brava (BRAV3) também saltou na B3 na terça-feira (26).
O desempenho positivo das ações acompanhou o investimento milionário em novos campos de petróleo.
A empresa assinou contratos para dar início às atividades de exploração e desenvolvimento nos campos de Atlanta e Papa-Terra, com a possibilidade de expandir a operação para o campo de Malombe.
A decisão final de investimento na região está prevista para o segundo trimestre de 2025.
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