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Nem só de notícias sobre a bolsa vive o leitor do Seu Dinheiro: criptomoedas, dívidas, câmbio e política roubaram os holofotes na semana; veja as notícias mais lidas dos últimos dias
Os investidores de criptomoedas tiveram uma semana intensa. O bitcoin (BTC) deu sequência ao rali dos últimos dias e renovou as máximas que não eram vistas desde o bull market de 2021.
A maior criptomoeda do planeta atualmente é negociada próxima dos patamares de US$ 61 mil, com um avanço de 21% nos últimos sete dias.
A escalada do ativo digital foi tamanha que atingiu as alturas também aqui no Seu Dinheiro, com os leitores ávidos para descobrir o que motivou a alta recente do BTC. A matéria que responde a essa pergunta foi o texto mais lido do Seu Dinheiro durante a última semana.
Veja a seguir a lista das cinco matérias mais lidas nesta semana:
Em linhas gerais, foram dois principais fatores que impulsionaram as cotações do bitcoin (BTC) na última semana.
O primeiro é o movimento contínuo de compra por investidores institucionais após a aprovação dos ETFs de bitcoin à vista (spot).
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Reduzindo a disponibilidade de unidades no mercado e mantida a procura pela criptomoeda, as cotações tendem a se valorizar.
Mas não foram apenas as grandes gestoras como a BlackRock que embolsaram alguns BTCs. A Microstrategy adicionou três mil unidades de bitcoin aos seus cofres, ultrapassando o montante de US$ 10 bilhões em criptomoedas em seu caixa.
O segundo motivo para a alta do BTC foi a liquidação de posições em short (isto é, que apostam na queda de um ativo).
O movimento de disparada desencadeou uma liquidação em massa de aproximadamente US$ 189,27 milhões, de acordo com o CoinGlass, em um movimento chamado “short squeeze” — quando investidores com posições vendida no BTC tiveram que se desfazer de suas posições e aumentar o número de compras da criptomoeda, consequentemente elevando ainda mais os preços.
Imagine o desespero: você consegue um emprego em Portugal e decide se mudar com sua pequena família para o país em busca de melhores condições de vida.
Passou anos pagando suas contas e impostos — até que, do nada, você perde o emprego.
Sem novas oportunidades e agora no vermelho, você não tem mais de onde tirar seu sustento na Europa e acaba por ter que tomar uma decisão difícil: voltar para o Brasil.
O problema é: você acumulou alguns milhares de euros em dívidas por causa desse período de dificuldades.
Você volta para seu país natal assim mesmo e passa noites acordado pensando: “será que posso ser cobrado aqui?”.
A resposta, você confere clicando aqui.
Quem vai à Argentina certamente tira algum momento do dia para conhecer a famosa Calle Florida, uma rua de compras de Buenos Aires onde é possível encontrar de tudo: de roupas em couro, alfajores e doces de leite — até dólar.
Basta entrar na rua de pouco mais de um quilômetro que logo você vai ouvir a pergunta: “Câmbio para cambiar?” — são várias as pessoas que ao longo da Calle Florida oferecem a troca reais, dólares e outras moedas por pesos argentinos.
E quem passou por lá em fevereiro notou que essas trocas não se deram na mesma base que de costume. O motivo? Fevereiro foi caracterizado por um “verão cambial” raramente visto na Argentina.
O dólar livre caiu até 15% nas últimas quatro semanas — a baixa real mais acentuada dos últimos 20 anos. Uma tendência que contrasta com uma economia na qual a inflação estimada para o mês está projetada em 15% e as taxas de inflação e juros são negativas em termos reais.
Entenda o que está por trás desse recuo.
O investidor que quiser jogar uma luz sobre a carteira de ações deve olhar com mais atenção para Cemig (CMIG4) e Auren (AURE3) — as duas empresas acabaram de ter a recomendação elevada para compra pelo Safra, as queridinhas do banco no setor de energia são outras.
Eletrobras (ELET3), Copel (CPLE6) e Equatorial (EQTL3) são as preferidas do Safra por estarem preparadas para se beneficiar de ganhos de eficiência, da tendência de recuperação dos preços de energia e do crescimento dos volumes.
E se as empresas acima brilham com recomendações de compra do Safra, algumas companhias do setor de energia ficaram no escuro com a nova avaliação do banco para o segmento.
Em fevereiro, deputados da oposição protocolaram um pedido de impeachment contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por críticas do mandatário à ação de Israel na guerra contra o Hamas, fazendo comparações com o extermínio de judeus promovido por Adolf Hitler na Alemanha nazista.
Para além da polêmica junto à opinião pública e o incidente diplomático causado, o movimento da oposição, encabeçado pela deputada Carla Zambelli (PL-SP) já amealhou 139 assinaturas.
Trata-se de um número maior do que as 47 assinaturas do requerimento que derrubou Dilma Rousseff e as 18 do pedido de cassação que tirou do poder Fernando Collor, únicos presidentes a serem impedidos de continuar o mandato pelo Congresso desde a promulgação da Constituição de 1988.
Descubra se o pedido de impeachment tem chance de ser aceito.
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