🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

MACROECONOMIA EM XEQUE

O que falta para a Selic voltar a cair? Campos Neto responde o que precisa acontecer para os juros baixarem no Brasil

O presidente do Banco Central também revelou as perspectivas para a questão fiscal mundial e os potenciais impactos das eleições dos EUA no endividamento norte-americano

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
28 de outubro de 2024
17:20 - atualizado às 16:14
ações campos neto juros selic banco central
Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil - Montagem: Giovanna Figueredo

Diante de um novo ciclo de aperto monetário, o mercado faz apostas de quando o Copom (Comitê de Política Monetária) poderia interromper os aumentos na Selic. Segundo o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, uma queda sustentável dos juros no Brasil provavelmente só será possível se for acompanhada de um “choque fiscal positivo”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o presidente do BC, as quedas estruturais das taxas de juros no país foram historicamente acompanhadas de medidas positivas nas contas públicas.

  • LEIA MAIS: Calculadora usa renda desejada e reserva disponível para investimentos para estimar em quanto tempo será possível viver de renda; faça a simulação gratuita

"Quando olhamos para o prêmio na ponta longa e aí por diante, achamos que, se quisermos mesmo ser capazes de diminuir os juros e de viver com taxas menores, provavelmente precisaremos estar dispostos a sinalizar para o mercado medidas que serão interpretadas como um choque positivo", afirmou o banqueiro central, em reunião com investidores organizada pelo Deutsche Bank, em Londres.

Para o chefe do BC, a “bola dividida” sobre o ritmo de corte de juros do Copom em maio entre os diretores indicados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os que já estavam na autoridade monetária provocou uma cicatriz na credibilidade da autarquia.

Na avaliação de Campos Neto, a desancoragem das expectativas de inflação no Brasil nesse momento ainda é mais influenciada pelo aspecto fiscal. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Não tenho evidências empíricas disso, mas essa é a sensação que tenho dos preços de mercado para a reação, que vimos na parte posterior dessa desancoragem, acho que está muito mais associado ao fiscal", disse.

Leia Também

A avaliação de Campos Neto sobre o fiscal

Ao comparar a situação fiscal brasileira com a de outros emergentes, Campos Neto afirma que os números do Brasil — tanto no que diz respeito ao resultado primário, como na evolução prevista para a dívida — são similares aos de outros emergentes. No entanto, o ponto de partida da dívida do país é maior. 

Para o presidente do BC, os prêmios cobrados parecem “incompatíveis” com os fundamentos fiscais, embora haja explicações em termos de risco.

"Eu reconheço que tivemos algumas notícias desfavoráveis recentemente, especialmente quando olhamos para a percepção do mercado de que alguns números fiscais estão se tornando menos transparentes", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa piora no prêmio de risco no longo prazo no Brasil estaria associada, em grande parte, à expectativa sobre os gastos públicos, segundo Campos Neto. 

Os principais pontos foram mudança de meta de superávit primário para 2025, porque provocou uma impressão de que era cada vez mais difícil atingir o resultado, e uma piora na transparência e qualidade de dados.

"Essa é provavelmente a razão pela qual os locais refletiram essa preocupação mais do que as pessoas que estão olhando de fora. Quando olho para o prêmio de risco e olho para o fiscal, mesmo considerando o fato de que temos menos, tivemos algumas mensagens que poderiam ter causado a percepção de menos transparência. Quando olho para o preço, acho que é exagerado", disse Campos Neto.

No entanto, Campos Neto destacou que não sugere políticas fiscais para o Ministério da Fazenda e que não tem ideia do que está sendo desenhado pela equipe econômica, que promete entregar um plano de corte de despesas no pós-eleição.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A única coisa que tenho dito é que parece haver um prêmio de risco crescente que eu acho que está cada vez mais associado à política fiscal. Eu acho que, para que isso seja revertido, você precisa criar uma percepção de que fez algo que pode mudar o quadro estruturalmente", disse.

Ele ainda frisou que essas ações mecanicamente não afetam a política monetária, mas que, se houver um choque positivo, terá influência no longo prazo em diversas variáveis. 

"Não é mecânico, mas eu diria que eu acredito que se você tiver um choque positivo muito grande você provavelmente vai conseguir viver com taxas de juros mais baixas", explicou.

A preocupação com o fiscal 

Não é só no Brasil que a questão fiscal tem tomado conta das discussões. Na realidade, o problema da dívida elevada tem recebido cada vez mais atenção nos encontros internacionais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o dirigente da autarquia, a trajetória da dívida global é fator de preocupação — especialmente diante do aumento dos gastos públicos, com despesas para fazer frente às mudanças climáticas, por exemplo. 

Afinal, em um cenário de juros mais elevados, o custo de rolagem das dívidas também cresce.

"Estou preocupado com a trajetória da dívida pública global. Estamos vendo algumas rachaduras surgindo disso já. Novamente, muitos países deveriam estar pensando em ajustar os resultados primários para pagar pela pandemia, pagar pelo aumento da dívida e pagar por uma taxa de juros muito mais alta em termos de custo de rolagem, mas isso não está acontecendo", observou.

Ele também repetiu um alerta sobre o cenário econômico mais apertado. Para o presidente do BC, governos e bancos centrais têm menos espaço para socorrer os países caso seja necessário, como ocorreu durante a pandemia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A inflação e os juros dos EUA

De olho nos EUA, Campos Neto afirma que os próximos indicadores de inflação fornecerão pistas sobre o ritmo de corte nos juros do país.

“Nosso cenário principal ainda é um pouso suave nos Estados Unidos, mas vemos claramente que isso mudou com muita volatilidade ultimamente, então precisamos ver mais dados.”

Campos Neto ainda chamou a atenção para as eleições norte-americanas e para as propostas fiscais de ambos os partidos, que podem influenciar as expectativas de inflação.

Para o presidente do BC, as discussões a respeito de tarifas, fragmentação e protecionismo, e as políticas de imigração são pontos de atenção na corrida pela Casa Branca.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Independentemente de os democratas ou os republicanos vencerem, quando você olha e tenta decompor as diferentes propostas, ambas são expansionistas no fiscal", observou.

*Com informações do Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
COMEÇA HOJE

Caixa inicia hoje o pagamento do Bolsa Família de janeiro; confira o calendário completo

19 de janeiro de 2026 - 5:41

Os repasses seguem um cronograma escalonado de acordo com o dígito final do NIS; o valor mínimo é de R$ 600, com acréscimos para famílias com crianças, gestantes e adolescentes

ASSINATURA

Ganhos para indústria e suco de laranja, cooperação tecnológica e criação de empregos: quais os impactos do acordo UE-Mercosul

18 de janeiro de 2026 - 16:27

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou um levantamento que aponta que o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE), quando entrar em vigor, vai aumentar de 8% para 36% o acesso brasileiro ao mercado de importações mundiais de bens. Isso porque a União Europeia, sozinha, respondeu por 28% do comércio global em 2024. […]

ALGO NÃO CHEIRA BEM

Delegados da PF estão ‘perplexos’ e apontam cenário ‘atípico’ em inquérito do STF sobre Master

18 de janeiro de 2026 - 14:14

Em nota divulgada neste sábado (17), a classe reage ao cenário “manifestamente atípico” na investigação, sob relatoria do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o grupo, tal contexto causa “legítima perplexidade institucional”

ENVOLVIMENTO PESSOAL

Caso Master: Transparência Internacional diz que PGR deveria pedir impedimento de Toffoli

18 de janeiro de 2026 - 13:07

O cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro é o dono dos fundos de investimento que compraram parte da participação dos irmãos de Toffoli no resort Tayayá, no interior do Paraná

FLORESTA NO DESERTO?

A Grande Muralha Verde: China planta floresta em um dos desertos mais inóspitos do planeta

18 de janeiro de 2026 - 12:12

China combate a desertificação do Deserto de Taklamakan com uma mistura improvável de árvores, ciência e megaprojetos de energia solar

COMPRA DA ILHA

Tarifaço pela Groenlândia: Trump anuncia tarifas de 25% para oito países europeus

18 de janeiro de 2026 - 11:02

O presidente norte-americano tem dito repetidamente que a Groenlândia é vital para a segurança dos EUA devido à sua localização estratégica e aos grandes depósitos minerais, e não descartou o uso da força para tomá-la

MERCADO DE TRABALHO

Quando o anúncio de uma vaga de trabalho é uma roubada? Esses sinais servem de alerta

18 de janeiro de 2026 - 10:15

Antes de se inscrever para centenas de processos seletivos, conheça quais pontos de atenção que podem evitar problemas no futuro

OS DESTAQUES DA SEMANA

Vamos (VAMO3) lidera os ganhos do Ibovespa, enquanto Hapvida (HAPV3) é a ação com pior desempenho; veja os destaques da semana

17 de janeiro de 2026 - 17:23

Os investidores acompanharam os novos desdobramentos do caso Master, as atualizações da corrida eleitoral e as publicações de indicadores econômicos

O SOM DO SILÊNCIO

Silêncio! O show está prestes a começar: Cidade do interior de São Paulo é a mais silenciosa do Brasil

17 de janeiro de 2026 - 16:02

Município com pouco menos de 15 mil habitantes segue à risca o limite de 55 decibéis, estabelecido por lei

26 ANOS DE NEGOCIAÇÕES

Mercosul e União Europeia assinam acordo comercial sem a presença de Lula; entenda o que falta para o tratado valer na prática

17 de janeiro de 2026 - 12:04

A assinatura, no entanto, não faz o acordo valer imediatamente. Após o evento, o texto será submetido à ratificação do Parlamento Europeu e dos congressos nacionais de cada país do Mercosul

DINHEIRO DE VOLTA

FGC vai começar a pagar CDBs do Master na próxima semana; veja como solicitar os valores e evitar golpes

17 de janeiro de 2026 - 11:12

Para fugir de criminosos, o FGC alerta que não solicita o pagamento de qualquer taxa ou o depósito prévio de valores

LOTERIAS

Máquina de milionários emperrada? Mega-Sena 2960 acumula e prêmio sobe para R$ 41 milhões; confira os sorteios do fim de semana

17 de janeiro de 2026 - 10:03

Enquanto os apostadores se preparam para o sorteio da Mega-Sena, outras quatro loterias também voltam a correr neste sábado

ENTRE POLÊMICAS, RUMORES E INVESTIGAÇÕES

Caso Master: o mapa das conexões entre Nelson Tanure e o banco de Daniel Vorcaro — e o que o empresário nega

16 de janeiro de 2026 - 12:50

Entenda os pontos sob investigação e o que o empresário diz sobre sua relação com o banco

SURPRESA

IBC-Br: Prévia do PIB brasileiro interrompe queda e sobe 0,70% em novembro, acima da expectativa

16 de janeiro de 2026 - 10:19

O indicador da atividade industrial foi um dos que registrou as maiores altas; veja como a divulgação movimenta o mercado hoje

CIÊNCIA

O “sol artificial” da China ajuda a responder uma antiga questão: afinal, entre fusão e fissão nuclear, qual é mais segura?

16 de janeiro de 2026 - 9:49

Entenda como a China está mudando a percepção sobre energia nuclear e explorando novas tecnologias com seu ‘sol artificial’

ONDA DE CALOR

Para fugir do calor: Esses destinos de viagem proporcionam um clima mais ameno, mesmo durante o verão, sem precisar sair do Brasil

16 de janeiro de 2026 - 9:15

Confira os 6 melhores locais para se refugiar das altas temperaturas da estação mais quente do ano

MÁQUINA EMPERRADA

Loterias em manutenção: Lotofácil, Quina, Mega-Sena e demais modalidades emperram; prêmios sobem

16 de janeiro de 2026 - 7:07

Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela segunda vez na semana. Com isso, a Quina promete o maior prêmio desta sexta-feira (16).

FORA DO IBOVESPA

IA, robôs, biotecnologia e energia nuclear: como investir nas teses que definirão a economia e o futuro a partir de 2026

15 de janeiro de 2026 - 12:04

Relatório da Global X compilou as tendências globais dos próximos anos e fala como os ETFs podem viabilizar a participação nesses investimentos

LEGADO

Otto Baumgart, o herdeiro discreto que deixou uma cidade como legado na Zona Norte de São Paulo

15 de janeiro de 2026 - 10:55

Avesso aos holofotes, o empresário morreu aos 45 anos após lutar contra um câncer e deixou como último grande projeto a Cidade Center Norte 

ENTRE METAS E VETOS

Lula sanciona Orçamento de R$ 6,54 trilhões para 2026 e corta milhões em emendas parlamentares

15 de janeiro de 2026 - 10:55

O Orçamento aprovado no Congresso prevê aproximadamente de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar