🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Larissa Vitória

Larissa Vitória

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo portal SpaceMoney e pelo departamento de imprensa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

SD ENTREVISTA

“O Banco Central tem poucas opções na mesa”: Luciano Sobral, da Neo, diz que Copom deve acelerar alta da Selic, mas mercado teme que BC perca o controle da inflação

Na visão de Sobral, o Copom deve elevar a Selic em 0,5 ponto percentual hoje, para 11,25% ano

Larissa Vitória
Larissa Vitória
6 de novembro de 2024
7:05 - atualizado às 10:01
Luciano Sobral, economista-chefe da Neo Investimentos
Luciano Sobral, economista-chefe da Neo Investimentos. -

Com a prévia da inflação de outubro indicando que o IPCA deve encostar no limite da meta do Conselho Monetário Nacional (CMN) e os economistas consultados pelo Banco Central prevendo que o teto deve ser estourado neste ano, o Comitê de Política Monetária do BC (Copom) chega para a reunião desta quarta-feira (4) com poucas opções na mesa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É o que diz o economista-chefe da Neo Investimentos, Luciano Sobral. Na visão de Sobral, o cenário atual força uma aceleração no ritmo do aperto monetário na taxa básica de juros brasileira. Assim, o Copom deve elevar a Selic em 0,5 ponto percentual hoje, para 11,25% ano.

“A perspectiva de inflação piorou, estamos trabalhando com câmbio mais depreciado e, olhando para fiscal, seguimos sem ter uma resolução para a ancoragem das expectativas. Então tem muita coisa que atrapalha o Copom na missão de tentar baixar a inflação e é preciso trabalhar com o juro mais alto mesmo”, diz o economista em entrevista ao Seu Dinheiro.

Vale relembrar que a Selic subiu pela primeira vez em mais de dois anos no mês de setembro. Mas, apesar do longo intervalo entre altas, o aperto ocorreu apenas dois meses após o BC encerrar um ciclo de cortes nos juros.

De lá para cá, o quadro interno e externo não aliviou a situação para o Copom. Pelo contrário, a eleição presidencial em curso nos Estados Unidos — considerada uma das mais acirradas da história do país — e a manutenção das preocupações com o cenário fiscal doméstico seguiram atrapalhando a performance dos ativos de risco e do câmbio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O dólar subiu 6% em outubro e iniciou novembro no maior nível em mais de quatro anos, fechando o primeiro pregão do mês com a segunda maior cotação desde o início do plano real. “O real mais desvalorizado num país que tem repasse alto vira inflação lá na frente”, afirma Sobral.

Leia Também

Do lado fiscal, o governo planeja anunciar um novo corte de gastos. Mas, para o economista, as medidas devem ser pouco para a situação atual e chegarão tarde.

“Não vejo disposição do governo de vir com um pacote de medidas que de fato vai ancorar o crescimento das despesas e fazer com que o mercado fique menos pessimista com a trajetória da dívida. Não está no DNA desse governo.”

Confira abaixo os principais destaques da entrevista com Luciano Sobral, que conta até onde acredita que deve ir o novo ciclo de alta da Selic e o que fazer com os seus investimentos nesse cenário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que você acha que o Copom vai fazer hoje?

Acredito que ele de fato vai aumentar a Selic em meio ponto percentual. O Copom tem pouca opção na mesa a não ser ajustar o juro para cima pelo conjunto da obra: a perspectiva de inflação piorou, estamos trabalhando com câmbio mais depreciado e, olhando para fiscal, seguimos sem ter uma resolução para a ancoragem das expectativas.

A inflação tem subido tanto no curtíssimo prazo, que a gente mede no mês a mês, quanto no projetado para o ano que vem.

Não sabemos se ano que vem o governo gasta mais ou menos e temos uma desconfiança enorme. Não do arcabouço em si, mas da capacidade dele fazer com que a relação entre a dívida e o PIB fique estável ou em um crescimento mais ameno.

Ano que vem entramos no período de decisão sobre o orçamento que será executado no ano de eleição, então tem muita coisa pendurada que atrapalha o Copom na missão de tentar baixar a inflação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Qual deve ser a Selic terminal?

Acreditamos que a Selic terminal vai parar em 12,5%, no começo do ano que vem.

Como nós chegamos a esta situação de subir a Selic pouco tempo após terminar um ciclo de queda e com os EUA cortando juros lá fora?

Têm dois fatores, sobretudo de cenário, em que erramos ao longo deste ano. Assim como quase todo mundo, tínhamos na cabeça o cenário em que o BC cortaria bastante os juros e conseguiria ficar com as taxas mais baixas, até em um dígito, por bastante tempo.

No meio do caminho, o que aconteceu? Tivemos uma desvalorização do câmbio que não estava na conta. E não estou nem falando dessa desvalorização mais recente, que tem acompanhado os outros emergentes, mas sim daquele período entre abril e junho em que o Brasil patinou sozinho. Foi a época em que o Lula aumentou o tom contra o Banco Central, em que ficou claro que o próximo presidente do BC seria o Gabriel Galípolo e que o mercado deixou de lado a utilidade do arcabouço fiscal como âncora para a trajetória da dívida.

Com tudo isso o real desvalorizou e não voltou mais. E o real mais desvalorizado em um país que tem repasse alto vira inflação lá na frente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O outro fator é a própria atividade econômica. Tínhamos uma ideia no começo do ano de que não seria um ano fraco para crescimento, mas foi mais forte do que todo mundo estava esperando, e concentrado em consumo alimentado por gastos do governo.

Esse tipo de crescimento é particularmente inflacionário porque você está aumentando a demanda sem necessariamente aumentar oferta, e, em resposta a isso, os preços sobem.

Os cortes de gastos que devem ser anunciados em breve podem ajudar a mitigar os riscos?

Acredito que vai ser muito pouco e muito tarde. Não vejo disposição do governo de vir com um pacote de medidas que de fato vá ancorar o crescimento da despesa e fazer com que o mercado fique menos pessimista com a trajetória da dívida. Não está no DNA desse governo, que desde a campanha acredita que tem um mandato de expandir gastos e acha que isso vai gerar crescimento e no fim se pagar.

Tem uma tentativa do Ministério da Fazenda de manter pelo menos o arcabouço, mas ele perdeu a utilidade, pois você pode cumprir todos os requisitos e ainda assim a dívida continua crescendo. Não vou dizer que ele é totalmente desimportante, seria pior obviamente se o governo não tivesse perseguindo nem essa âncora, mas é muito pouco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O governo e o BC estão dizendo que o mercado está exagerando na reação. Concorda com esse diagnóstico ou os preços em tela refletem uma preocupação real?

Os preços de tela refletem a preocupação de que o Banco Central vai perder o controle sobre o processo de inflação. Isso não quer dizer que a Selic vai subir até 13,5%, esse não é o cenário central e não é o que o esse BC que está entrando provavelmente vai querer fazer. Mas o mercado coloca um prêmio de risco para um quadro em que as coisas pioram muito, o câmbio deprecia mais, a inflação sobe mais e o Copom tem que levar o juro para um patamar mais alto.

Então não acredito que seja um exagero [a reação do mercado] porque esse cenário que acabei de descrever é factível e não é nem improvável.

A piora dos ativos brasileiros pode ser colocada toda na conta interna ou também tem efeitos externos?

Se olharmos outubro, esse foi um mês no qual os ativos brasileiros não foram muito piores do que os ativos lá fora. Foi um mês ruim para o real, mas também foi ruim para praticamente todas as moedas que são ligadas a commodities e de países emergentes. O real desvalorizou, o peso chileno desvalorizou, o peso colombiano desvalorizou, as moedas da Austrália e Nova Zelândia também, todo mundo está apanhando junto contra o dólar.

Ou seja, outubro em particular não teve uma mudança da percepção do mercado com o Brasil, foi mais um movimento global. A piora do país por si só ocorreu mais naquele período que descrevi, entre abril e junho, sobretudo, quando ficou mais claro para o mercado que o governo não estava levando tão a sério a ancoragem monetária e fiscal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

⁠O que esperar para o ambiente macro em 2025?

Depende muito do que vai acontecer nesta semana nos Estados Unidos. Estamos agora em um ponto em que o mercado vai reagir para um lado pro outro. Se o Donald Trump for eleito, ainda há espaço para piorar o mercado, e, dependendo do que ele fizer, muda bastante o cenário pro ano que vem, tanto em termos de crescimento quanto de inflação. Se ele perder a eleição e o governo democrata continuar, tem uma melhor contratada, as coisas ficam mais tranquilas.

Leia também — Donald Trump reivindica vitória com discurso ‘paz e amor’; índices futuros de Wall Street sobem e bitcoin estabelece novo recorde

Dito tudo isso, o que fazer com os investimentos? Quais são as posições da Neo?

Tem uma grande diferença entre o que o investidor pessoa física pode e deve fazer e o que nós precisamos fazer aqui na Neo. Temos nos nossos fundos multimercado um mandato de procurar ideias de investimento que deem um retorno acima do CDI. Dito isso, não é um ambiente em que teremos esse retorno simplesmente comprando dívida do governo. O juro real longo está muito alto e o juro nominal longo está acima de 13%, mas estamos em um ambiente em que a Selic pode ir facilmente para 13% ou mais. Logo, esses títulos de prazo mais longo sequer empatariam com a Selic, o que torna o nosso trabalho aqui mais difícil.

Para um investidor pessoa física, acredito que estamos em um ambiente bom. O juro no Brasil voltou a ficar ridiculamente alto — para carregar título do governo de prazo curtíssimo ou overnight há uma remuneração de 8% acima da inflação, algo que não vemos em lugar nenhum do mundo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A chance de problema é baixa, então para você que poupa em reais e gasta em reais estamos em um período excelente. Não é bom para quem tem ações ou outros ativos que dependam do juro longo ficar mais baixo, mas quem está no CDI está super confortável.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ROUBOU A CENA

Quina aproveita bola dividida na Lotofácil 3600 e faz o maior milionário da rodada; Mega-Sena tem repetição improvável

30 de janeiro de 2026 - 7:10

Enquanto a Quina roubou a cena da Lotofácil, a Mega-Sena acumulou de novo na quinta-feira (29) e o prêmio em jogo subiu para R$ 115 milhões.

VAI CAIR MAIS

Selic em 11,50% em 2026 — o que levou o UBS BB a mudar a projeção para os juros? Spoiler: não foi apenas a sinalização do Copom de corte em março

29 de janeiro de 2026 - 18:32

Esta é a primeira revisão do banco suíço para a taxa básica desde março de 2025; projeção anterior era de 12% até o final do ano

REGULAMENTAÇÃO

Cannabis medicinal já pode ser cultivada por universidades no Brasil: veja o que muda com as novas regras aprovadas pela Anvisa

29 de janeiro de 2026 - 16:00

Anvisa aprovou novas regras para a cannabis medicinal, permitindo o cultivo da planta por universidades e instituições de pesquisa, sob exigências rígidas de controle e segurança; veja as novas regras para a Cannabis medicinal no país

DIRETORES AFASTADOS

Fiscal de si mesmo: BC abre investigação interna para apurar crescimento acelerado e liquidação do Master

29 de janeiro de 2026 - 9:35

O objetivo da medida é tentar entender o que aconteceu com o Master, e como o Banco Central pode reforçar a sua governança interna de fiscalização.

ÁGUA

Califórnia resolve um problema que as mudanças climáticas não garantem mais

29 de janeiro de 2026 - 8:42

Diante das secas cada mais vez imprevisíveis, o estado mais rico dos EUA passou a tratar a água como infraestrutura estratégica

GRANDES PRÊMIOS DE CONSOLAÇÃO

Lotofácil acumula de novo e prêmio dispara, mas não faz nem cócegas nos R$ 102 milhões em jogo hoje na Mega-Sena

29 de janeiro de 2026 - 7:09

Depois de acumular pelo segundo sorteio seguido, a Lotofácil pode pagar nesta quinta-feira (29) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa, mas a Quina vem logo atrás.

NÃO FOI DESSA VEZ, MAS...

Copom mantém Selic em 15% ao ano — e sinaliza primeiro corte para março

28 de janeiro de 2026 - 18:38

Decisão correspondeu às expectativas do mercado e surpreendeu com sinalização direta sobre o início dos cortes

SELIC ALTA DEMAIS, BOLSA SEM LASTRO?

“Banco Central já deveria cortar a Selic em 0,25 p.p”, diz Felipe Guerra, da Legacy, que alerta para bolha na bolsa

28 de janeiro de 2026 - 17:10

Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado

NO MAPA DOS GRINGOS

Enquanto brasileiros miram a Europa, destino no Brasil está entre os queridinhos dos estrangeiros para 2026

28 de janeiro de 2026 - 11:55

Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO

CASA DE SAL

Casa de garrafas de vidro salta aos olhos no litoral de Pernambuco — e você pode se hospedar nela por R$ 430

28 de janeiro de 2026 - 11:13

Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar

DEVO, NÃO NEGO...

Foi mais difícil pagar aluguel em 2025: inadimplência teve leve alta no último ano, mas jogo pode virar em 2026

28 de janeiro de 2026 - 9:00

Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%

ENCALHADAS

Mega-Sena encalha e prêmio em jogo agora passa dos R$ 100 milhões; Lotofácil, Quina e outras loterias também emperram

28 de janeiro de 2026 - 7:05

Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).

ENTREVISTA SD

“Não há nenhuma emergência que leve o Banco Central a apressar o corte da Selic”, diz Tony Volpon

28 de janeiro de 2026 - 6:03

O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%

POLÍTICA MONETÁRIA

Selic a 8% ou a 15%? Ex-diretores do Banco Central explicam o dilema que o Brasil terá pela frente

27 de janeiro de 2026 - 18:46

Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro

LENDA DO MERCADO

Dólar a R$ 4,40, ou dívida acima de 80% do PIB: o alerta de Stuhlberger para 2026

27 de janeiro de 2026 - 14:42

Dólar, juros e eleição entram no radar do gestor do lendário fundo Verde para proteger a carteira

POLÍTICA MONETÁRIA

Quando o Copom vai começar a cortar a Selic? O que dizem os economistas que esperam ajuste nesta semana e os que só veem corte em março

27 de janeiro de 2026 - 12:02

A grande maioria dos agentes financeiros espera a manutenção dos 15% nesta semana, mas há grandes nomes que esperam um primeiro ajuste nesta quarta-feira

JATINHOS, FESTAS MILIONÁRIAS E MAIS

A vida de rei vivida por Daniel Vorcaro enquanto o Banco Master crescia às custas do FGC

27 de janeiro de 2026 - 9:01

Enquanto o Banco Master caminhava para o colapso, Daniel Vorcaro manteve uma rotina de luxo que incluiu jatos particulares e uma festa de R$ 15 milhões para sua filha de 15 anos

MÁQUINA DE MILIONÁRIOS

Lotofácil abre semana com novo milionário, mas Dupla Sena paga maior prêmio da noite ao sair pela 1ª vez em 2026

27 de janeiro de 2026 - 7:03

Depois de a Lotofácil e a Dupla Sena terem feitos novos milionários, a Mega Sena tem prêmio estimado em R$ 92 milhões hoje

ESTÁ CHEGANDO A HORA

Temporada de balanços do 4T25 se aproxima: confira as datas das divulgações e teleconferências das principais empresas da B3

27 de janeiro de 2026 - 6:00

As empresas começam a divulgar os resultados na próxima semana e, como “esquenta”, a Vale (VALE3) publica hoje seu relatório de produção e vendas

SEGURANÇA ALIMENTAR

Depois da Nestlé e da Lactalis, mais uma gigante faz recall de fórmula infantil por risco de contaminação

26 de janeiro de 2026 - 14:38

Empresas de laticínios estão recolhendo lotes de fórmulas infantis à medida que cresce a preocupação de contaminação por toxina

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar