O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com o aval do presidente, as compras internacionais de até US$ 50 passam a ser tributadas com um imposto de 20%, além do ICMS
É oficial: o impasse sobre a taxação das “blusinhas” chegou ao fim. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira (27) a tarifa de compras feitas em varejistas internacionais como Shein, Shopee e AliExpress.
Com o aval, as compras internacionais de até US$ 50 (cerca de R$ 276,52, no câmbio atual) passam a ser tributadas com um imposto de importação de 20%.
Ainda incide sobre os pedidos o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) estadual, com alíquota de 17%.
A decisão de Lula veio após uma reunião do “Conselhão”, o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, realizada nesta manhã.
O dispositivo da taxa das blusinhas foi aprovado junto ao projeto de lei que regulamenta o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover).
A “taxação das blusinhas” com o novo imposto de 20% não terá noventena.
Leia Também
Ou seja, a cobrança da tarifa já começará imediatamente após a sanção, logo no momento em que os produtos chegarem ao Brasil.
Com isso, os pedidos abaixo de US$ 50 receberão uma taxa de 20% em imposto de importação e de 17% de ICMS — em uma carga tributária de 44,5%.
Já para encomendas acima deste valor até US$ 3 mil (R$ 16,5 mil), a tarifa é de 60% de importação e 17% de ICMS. Ou seja, com uma carga de 92%.
Porém, as compras que ultrapassem um pouco o valor de US$ 50 receberão um desconto de US$ 20 (cerca de R$ 110,61) do tributo a pagar, em uma medida para aliviar a carga tributária desses produtos.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a taxação de compras internacionais acima de US$ 50 passará a valer a partir de 1º de agosto.
O ministro, contudo, afirmou que o governo ainda não fez um cálculo sobre o quanto a gestão conseguirá arrecadar com a medida.
A taxação das chamadas "comprinhas" é uma demanda do setor varejista nacional, que vê competição desleal com a isenção às empresas estrangeiras.
A medida recebeu o apoio do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). O PT, contudo, tinha receio de que a medida impactasse negativamente na popularidade de Lula.
Na semana passada, Lula criticou a taxação das blusinhas internacionais em entrevista à Rádio CBN.
"Por que taxar US$ 50? Por que taxar o pobre e não taxar o cara que vai ao free shop e gasta mil dólares?", questionou o presidente. "É uma questão de consideração com o povo mais humilde.”
Porém, o presidente sinalizou que aprovaria a sanção das tarifas para conquistar uma “unidade entre o Congresso e o governo”.
“Mas eu, pessoalmente, acho equivocado a gente taxar as pessoas humildes que gastam US$ 50", comentou.
O presidente ainda afirmou ter ficado irritado sobre como o tema foi parar em votação.
"Essa emenda entrou no programa Mover, que não tinha nada a ver com isso. Foi um jabuti colocado no Congresso Nacional, aí tem que transformar esse jabuti em realidade", reclamou. "É preciso que se leve mais a sério queixa de alguns setores empresariais", acrescentou.
Afinal, a emenda da taxação foi inserida na Câmara dos Deputados com um “jabuti” — um tema estranho à matéria principal de um projeto de lei — escondido dentro do projeto de lei (PL) 914/24, que cria o Mover.
Em uma das decisões — que veio a cair posteriormente —, o relator do projeto, o senador Rodrigo Cunha (Podemos-AL), avisou que iria retirar o trecho relativo à “taxação das blusinhas” do PL.
Mas após idas e vindas, o Senado aprovou no início do mês a aplicação da taxação de 20% sobre bens importados de até US$ 50. Com a apreciação, o dispositivo voltou a ser incluído no projeto.
O projeto voltou à Câmara, que só teve que deliberar novamente sobre pontos alterados pelo Senado — o que não foi o caso da taxação.
É importante lembrar que a taxação das blusinhas nem era a principal pauta da lei sancionada por Lula.
Na realidade, o objetivo do Mover é criar uma nova política automotiva no Brasil para substituir o atual Rota 2030 Mobilidade e Logística, que foi aprovado durante o governo de Michel Temer, no fim de 2018.
O Mover pretende reduzir as taxas de emissão de carbono da indústria de automóveis até 2030 — e prevê benefícios fiscais para empresas que investirem em sustentabilidade.
No total, serão disponibilizados R$ 19 bilhões em créditos financeiros para as empresas que estiverem habilitadas no programa. Para este ano, a previsão é de distribuição de R$ 3,5 bilhões.
Esses créditos poderão ser usados pelas empresas para o abatimento de tributos administrados pela Receita Federal. As companhias do setor ainda poderão ser ressarcidas em dinheiro até 2028.
Além disso, o texto estabelece novas obrigações para a venda de veículos novos no país.
*Com informações de G1, Agência Brasil e Estadão Conteúdo.
Alta de custos, queda na qualidade e mudanças climáticas redesenham a indústria do chocolate e desafiam produtores
Bilhões de imagens capturadas por jogadores do Pokémon Go agora estão sendo usadas para treinar robôs de entrega nos EUA
Enquanto três apostas dividiram o prêmio principal da Mega-Sena, os vencedores da Quina e da Lotofácil ganharam sozinhos. Dia de Sorte e Timemania acumularam. +Milionária pode pagar R$ 31 milhões hoje (18).
Apesar da possível pressão inflacionária, o juro real elevado e a estratégia de “calibração” do BC sustentam a aposta em um primeiro corte hoje
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e inclui adicionais para famílias com crianças, gestantes e adolescentes
A estratégia inicial, segundo a Abrava, é promover uma paralisação voluntária, com caminhoneiros deixando de aceitar cargas
Imprevisibilidade da guerra impõe novos desafios ao Banco Central, que se vê diante de um corte já antecipado ou uma manutenção pelo novo risco inflacionário
Fraudes e golpes em concursos públicos acontecem com certa frequência; veja como se proteger
Anvisa recolhe produtos de beleza devido a presença de substância proibida e irregularidades
Os repasses do Bolsa Família seguem um cronograma escalonado de acordo com o dígito final do NIS; o valor mínimo é de R$ 600
Intenção cai em relação a 2025, quando 72% das empresas investiram
Anvisa proíbe a venda de azeite da marca San Olivetto devido a irregularidades apontadas nas ações da distribuidora e da fabricante
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira (16). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Em contrapartida, os prêmios em jogos aumentaram.
Rodolfo Amstalden, CEO da casa de análise, criou um serviço para facilitar o investimento em renda fixa e variável, além de ajudar no acesso à educação financeira
Comunicado oficial alerta candidatos, mas expectativa por novo concurso cresce — mesmo sem previsão confirmada pelo banco
Estudo do Insper indica que bolsa do Pé-de-Meia reduz abandono escolar entre jovens de famílias mais vulneráveis
Após quatro anos sem concorrência, a Starlink, projeto da SpaceX de Elon Musk, ganha um forte concorrente no mercado brasileiro
Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Quina é a loteria da Caixa com os maior prêmio em jogo na noite desta segunda-feira (16); confira os valores em disputa.
Ganhos na bolsa e na renda fixa garantiram superávit bilionário ao fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil
O atraso nas regras do IR 2026, um prêmio milionário na Lotofácil e a disputa entre Casas Bahia e Pão de Açúcar estão entre as notícias mais lidas da semana no Seu Dinheiro