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Elencamos a seguir os fatores que levaram o Hyundai Creta a se transformar no SUV o campeão em vendas no varejo
A segunda geração do Hyundai Creta causou polêmica.
Mas, se é tão questionável por fora, o que faz esse Hyundai estar entre os mais vendidos, à frente de modelos mais novos e de visual menos controverso e ter um apelo maior com o consumidor final?
Elencamos a seguir os fatores que levaram o Hyundai Creta a se transformar no SUV o campeão em vendas no varejo.
Por dentro, o Creta evoluiu bastante e se destaca pela boa construção e refinamento. Acabamento de boa qualidade e confortável, a cabine do SUV parece de um modelo superior. Já a partir da versão de entrada (Comfort Plus, por R$ 137.990) traz luzes diurnas em LED, rodas de liga leve de 16”, painel de instrumentos digital de 3,5”, apoia braço no console central, freio a disco nas quatro rodas, 6 airbags, sistema de monitoramento de pressão dos pneus, central multimídia de 8’’, câmera de ré, sensor crepuscular e volante multifuncional.
A versão topo de linha Ultimate, por R$ 181.990 traz rodas de 18”, multimídia de 10,25”, câmera 360 graus, teto solar panorâmico e um pacote completo de itens de segurança (Smartsense), entre outros itens. Na conectividade, o Creta oferece o Bluelink, aplicativo para celular que permite controle remoto, localização em tempo real, status dos pneus, visão remota de 360° do veículo e diagnóstico em tempo real.

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Mesmo sendo um SUV compacto, o Creta trata bem até os passageiros do banco traseiro, com teto alto acessível para os mais altos. Bom espaço para as pernas (2,61 m de distância entre eixos) e porta-malas de 422 litros tornam o Hyundai uma das melhores opções para quem pega estrada. Conta ainda com bom isolamento acústico e isso amplia seu conforto ao rodar nos percursos urbanos.
O Creta cuida bem dos passageiros e melhor ainda de quem o dirige. A suspensão é muito bem acertada para encarar o solo lunar das cidades. Ele enfrenta buracos e obstáculos sem incomodar seus ocupantes. A direção elétrica é bem leve e menos direta (pende mais para o conforto do que pela esportividade) e sua dirigibilidade, ainda que em posição elevada, lembra mais um sedã do que um SUV. Por isso, quem faz um test drive com um Creta se impressiona.
A Hyundai oferece dois motores para o Creta: 1.0 turboflex de até 130 cv e um 2.0 de 167 cv, ambos acoplados ao câmbio automático de 6 marchas. As versões mais vendidas trazem o motor turbo, que empurra bem o SUV apesar de seus 1.270 kg. Se precisar de mais desempenho numa ultrapassagem, ele conta com o modo Sport, que estica as marchas e aproveita mais a potência do motor 1.0 turbo. No modo normal, ele acorda cedo, já a partir de 1.500 rpm chega no torque máximo (força) de 17,5 kgfm. Para os que gostam de acelerar mais na estrada, o aspirado 2.0 vai entregar uma velocidade final maior. Não espere um consumo incrível. O 1.0 turbo faz 8,2 e 8,9 km/l com etanol (cidade/estrada) e 12/12,2 km/l com gasolina. O de 2 litros faz consumo bem próximo quando usa gasolina.
A partir da versão intermediária Limited, com o kit Safety (R$ 149.990), o Creta oferece um pacote bem competitivo de itens de segurança, como faróis altos adaptativos, detector de fadiga, sistema de frenagem autônoma para carros e pedestres e sistema de permanência e centralização na faixa. Os freios são a disco nas quatro rodas. A câmera de ré tem ótima definição e é uma aliada nas manobras de estacionamento mais seguras.
Eis um item bastante elogiado pelos consumidores consultados pela reportagem. Com 233 concessionárias da Hyundai espalhadas pelo país, a percepção é boa entre os donos do Creta, que destacam atendimento eficiente na rede e preços honestos das peças. As revisões tanto dos modelos 1.0 quanto 2.0 têm custos bem competitivos – as seis primeiras na média de R$ 4.500 – e a garantia de 5 anos é bem vista no mercado, porque na revenda, o comprador do seminovo valoriza um carro ainda em garantia de fábrica.
Além da garantia que torna-se um plus na revenda, o Creta na versão mais vendida, Limited, desvaloriza 16% após um ano de uso, segundo a tabela Fipe, índice compatível com outros SUVs do mercado. Na versão mais cara Platinum, a depreciação é de 13%, o que mostra que opções mais equipadas podem ser até mais valorizadas.
Passados três anos, a Hyundai sinaliza mudanças radicais para seu SUV.
Apresentado na Índia na primeira semana de janeiro, mais uma vez o Creta traz um visual diferente e antecipa como deve ficar a versão brasileira, que ao que tudo indica chega no início de 2025, produzida em Piracicaba (SP).
A reestilização ficou mais concentrada nos elementos estéticos da frente e da traseira do Hyundai. O capô parece mais alto, dando impressão de robustez. O desenho também está menos anguloso e mais quadrado, tendência vista com sucesso no novo Range Rover.
Os faróis continuam geométricos, porém mais inovadores: os diurnos frontais, em formato de dois L em LED, são unidos por um filete na parte de cima da grade, maior e com elementos retangulares, ao invés do hexagonal atual.
O desenho da traseira parece mais comum, mas nos detalhes estão suas inovações: as novas lanternas de LED seguem o desenho horizontalizado dianteiro e, como nos faróis, trazem a barra que as interligam iluminada, para dar um aspecto de maior largura do SUV, que também recebeu nova tampa do porta-malas e novo para-choque.
Apenas no comprimento o Creta indiano cresceu 3 centímetros, mantendo as demais medidas de altura e largura do modelo atual. Para-lamas, portas, para-brisa e vidros laterais são idênticos ao antecessor.
A Hyundai do Brasil não confirma as mudanças, mas deve submeter o novo SUV, antes mesmo de produzi-lo, a clínicas (pesquisa de mercado com especialistas e consumidores) e, conforme os resultados, pode mudar algum elemento, mas esta será a essência do design do novo Creta.
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