O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Veja os 10 primeiros lugares do ranking do FMI de países mais ricos do mundo, que considera o PIB per capita, e onde está o Brasil
Há diferentes maneiras de se medir a riqueza de um país. A forma mais conhecida é o Produto Interno Bruto (PIB). Embora seja eficaz para determinar a riqueza produzida dentro de um determinado território, o PIB não mede, por exemplo, como se dá a distribuição dessa riqueza entre a população.
Não à toa, Estados Unidos e China são reconhecidamente as duas maiores economias do mundo na atualidade, mas não estão no pódio das sociedades mais ricas do mundo, segundo o mais recente ranking do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Quem lidera a lista de países mais ricos do mundo elaborada pelo FMI é o grão-ducado de Luxemburgo.
Encrustado entre Alemanha, Bélgica e França, o pequeno país europeu registrou no ano passado um PIB per capita de US$ 131,3 mil. O valor equivale a cerca de R$ 670 mil, na cotação de hoje.
O PIB per capita é o valor médio da participação de cada habitante no total de riquezas de bens e serviços produzidos em um país.
O indicador é normalmente usado para medir o padrão de vida e o nível de desenvolvimento econômico dos países e de determinadas regiões.
Leia Também
"O que pode explicar o fato de Luxemburgo estar no topo da lista é que o país tem ótimos índices de educação e de felicidade", afirma o economista Marcelo Neri, diretor do FGV Social da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
O Brasil voltou a figurar entre as dez maiores economias do mundo em 2023.
Em termos de PIB per capita, porém, o país ainda tem um longo caminho a percorrer.
O ranking do FMI traz o Brasil na 76ª posição, com PIB per capita de US$ 11.352 — atrás até mesmo da vizinha Argentina (US$ 12.812) e abaixo da média global (US$ 13.840).
O PIB per capita não é aplicado para abordar a qualidade de vida de um país nem a desigualdade social - para estes casos, são utilizados o IDH e o Índice de Gini.
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida do progresso a longo prazo em três dimensões básicas do desenvolvimento humano: renda, educação e saúde.
A escala vai de 0 a 1, sendo que, quanto mais próximo o índice estiver de 1, melhor é a qualidade de vida naquela nação.
Já o Índice de Gini é um coeficiente que mede a concentração de renda. A medida estatística varia de 0 a 100. Quanto mais alto o número, maior é a desigualdade.
Portanto, se a renda fosse distribuída com perfeita igualdade o índice seria zero.
O cálculo é feito por meio de uma fórmula matemática que analisa a distribuição acumulada da renda em relação à distribuição acumulada da população que recebe essa renda.
Veja a seguir o ranking dos países mais ricos do mundo, usando como critério o PIB per capita, de acordo com dados do FMI.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
Caixa Econômica Federal já está registrado apostas para o concurso especial da Mega-Sena 30 Anos, que segue regras parecidas com as da Mega da Virada, mas sorteio está programado apenas para o fim de maio
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
De benefícios sociais a prêmios milionários na loteria — confira as matérias mais lidas no Seu Dinheiro na semana e saiba como aproveitar as oportunidades de maio
Banco atualizou as projeções para inflação, PIB e diz como a guerra no Oriente Médio pode mexer com o bolso do brasileiro
A semana que começa será carregada de eventos, tanto no Brasil como no exterior, capazes de mexer com o bolso — e os nervos — dos investidores
Geladeiras, celulares e fogões estão entre os produtos considerados essenciais e que exigem solução imediata segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
O governo Lula se tornou pauta do jornal de finanças mais influente do mundo, que destacou o atraso do Brasil em tratar sobre o tema
Itaú, Bradesco, Santander e Nubank não só aderiram ao Desenrola 2.0 como criaram programa similar para público não elegível
A Pseudomonas aeruginosa está presente até mesmo no ar e pode causar distúrbios sérios, com risco de morte
Acordo foi firmado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai para reduzir custos e prazos, ampliar a previsibilidade das regras e oferecer maior segurança jurídica
Lotofácil não foi a única modalidade a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (7). A ‘menos difícil’ das loterias da Caixa contou com a companhia da Dia de Sorte.
Presidentes, políticos, bilionários, atrizes e ganhadores de Prêmios Nobel passaram por essa universidade, unidos pelo lema “Veritas” — a verdade.
Enquanto alguns bancos privados ainda se preparam para o Desenrola 2.0, outros já estão renegociando dívidas
Banco do Brasil já realizou 1.807 renegociações apenas na quarta-feira (6), primeiro dia do programa Desenrola 2.0
Corretora passou a prever Selic de 13,75% no fim de 2026 diante da alta do petróleo, piora das expectativas e tensão geopolítica — mas não é a única a elevar as estimativas para a taxa básica
Lotofácil 3678 teve três ganhadores na quarta-feira (6), mas não foi páreo para o prêmio milionário da Dupla Sena
Segundo Ricardo Kazan, impasse sobre urânio enriquecido trava negociações e amplia incertezas no mercado de commodities
Gestor da BTG Asset alerta para risco de disparada do petróleo e racionamento global com estoques em queda e conflito no Oriente Médio
Desenrola 2.0 chama atenção de endividados e golpistas; especialista também destaca papel de instituições financeiras e bancos
Para ex-secretário do Tesouro Nacional, ajuste fiscal é possível e não precisa ser drástico, mas precisa de qualquer forma focar em controle de gastos: “Brasil tributa muito acima da média da América Latina”