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A escassez de azeite de oliva, um alimento básico da dieta mediterrânea, empurrou o setor para o modo de crise, alimentou temores de insegurança alimentar e até mesmo provocou um aumento da criminalidade em supermercados na Europa

Se até então o azeite era usado para dar um sabor especial a pratos e saladas, nos últimos meses, salgou o bolso dos consumidores — não só aqui no Brasil. Só que esse destempero tem prazo para acabar, segundo a espanhola Deoleo, maior produtora de azeite de oliva do mundo.
O peso de ouro do azeite deve começar a diminuir nos próximos meses, com previsão de cair pela metade a partir da alta histórica deste ano.
A escassez de azeite de oliva, um alimento básico da dieta mediterrânea, empurrou o setor para o modo de crise, alimentou temores de insegurança alimentar e até mesmo provocou um aumento da criminalidade em supermercados na Espanha.
Tudo porque um período prolongado de clima extremo e seca no sul da Europa impactou severamente as colheitas de azeitonas, culminando em uma alta vertiginosa de preços que se espalhou pelo mundo.
A Espanha, que é a maior fabricante de azeite do mundo, viu a produção despencar 60% entre as safras de 2021/22 e 2022/23, de 1,5 milhão de toneladas para cerca de 600 mil toneladas, de acordo com dados do G1.
No ciclo seguinte, em 2023/24, a produção se recuperou muito pouco, para cerca de 760 mil toneladas, segundo o Conselho Oleícola Internacional (IOC, na sigla inglês). Em Portugal, também houve queda na fabricação de azeite.
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O azeite alcançou em julho deste ano a maior alta no Brasil, quando o preço disparou 50%, segundo uma série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) iniciada em 2012.
Depois daquele pico, os preços perderam um pouco da força, mas ainda não se normalizaram: na cidade de São Paulo é difícil encontrar uma garrafa de 500 ml por menos de R$ 40.
Segundo a Deoleo, fabricante de marcas de azeite de oliva doméstico como Bertolli e Carbonell, ainda é preciso paciência para os preços caírem mais significativamente.
“Embora tenha havido passos em direção à melhoria, não seria totalmente preciso dizer que a crise acabou”, disse Miguel Ángel Guzmán, diretor de vendas da Deoleo, à CNBC.
“Ainda estamos passando por uma fase de tensão nos preços do azeite de oliva, especialmente nos azeites de maior qualidade, como o extra virgem”, acrescentou.
Segundo ele, no entanto, a perspectiva é positiva para os próximos meses, pois o mercado deve começar a se estabilizar e a normalidade deve ser gradualmente restaurada à medida que a nova colheita avança e a oferta aumenta.
*Com informações da CNBC e do G1
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