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Mesmo dividindo opiniões por causa de seu design polêmico, o SUV compacto da Hyundai emplacou e terminou o ano passado como o veículo mais vendido no varejo
Olhe para a rua e tente adivinhar o nome de um carro olhando apenas sua frente, rapidamente. Quem não é super expert em carros pode reconhecer um ou outro modelo, mas também vai se confundir.
Quem não entende tanto do assunto costuma dizer que os carros estão cada vez mais parecidos. Mas não é bem assim.
Alguns elementos tornam-se tendências e se repetem em muitos lançamentos: faróis afiliados, barra longitudinal ligando as lanternas traseiras e ampla grade em formato de colmeia são recursos de design estampados em muitos SUVs.
Mas um desses carros que vemos com frequência nas ruas fugiu da mesmice, deixou para trás os traços caretas e partiu para algo mais radical.
A segunda geração do Hyundai Creta, lançada em 2021, apresentou traços diferentes de qualquer outro veículo — e causou polêmica.
A frente do Creta possui faróis divididos, grade hexagonal que parece pequena em relação ao tamanho do capô e traços angulosos.
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A lateral é elegante, com linha de cintura alta e teto que fica ligeiramente rebaixado conforme avança. A traseira é única: as lanternas bipartidas têm desenho incomum, com elementos que invadem a tampa, que é cheia de recortes.
Na ocasião de lançamento, a Hyundai informou que o SUV era inspirado na linguagem de design da marca, chamada de “esportividade sensual, que impressiona por sua imponência e estilo inconfundível, totalmente renovado e ainda mais elegante e sofisticado.”
A conversa do marketing convenceu muita gente, que, na época, final de 2021, via no Creta um visual futurista, audacioso, um carro inovador e que disse não à mesmice.
Entre outros comentários, apaixonados por carros diziam que “pessoalmente” ele era menos feio, parecia um Ssangyong [marca de carros realmente estranhos], além de ser polêmico e exótico.
Ao manter as duas gerações convivendo, a Hyundai parecia “insegura” com o lançamento: o antigo Creta, lançado em 2017, continua à venda.

Ele carrega um design mais comum e fluido, faróis tradicionais, grade com filetes horizontais, ou seja, um SUV mais na linha tradicional.
Apenas a versão de entrada traz a antiga carroceria e o motor 1.6, e representa 30% das vendas do Creta.
Enquanto muitos apostaram no fracasso do “novo Hyundai Creta”, num oceano de novidades (menos polêmicas), o subjetivo pouco importou, pelo menos nas vendas.
| Hyundai Creta | Unidades | Colocação entre os SUVs compactos / SUVs gerais | Participação de mercado entre todos os SUVs |
|---|---|---|---|
| 2021 | 64.759 | 2º/3º | 9,69% |
| 2022 | 62.651 | 3º/4º | 9,06% |
| 2023 | 65.817 | 3º/3º | 8,41% |
| Modelos | Unidades | Participação entre todos SUVs |
|---|---|---|
| 1º Volkswagen T-Cross | 72.440 | 9,26% |
| 2º Chevrolet Tracker | 66.643 | 8,52% |
| 3º Hyundai Creta | 65.817 | 8,41% |
| 4º Volkswagen Nivus | 52.103 | 6,66% |
| 5º Nissan Kicks | 50.778 | 6,49% |
| 6º Honda HR-V | 48.054 | 6,14% |
| 7º Jeep Renegade | 47.389 | 6,06% |
| 8º Fiat Pulse | 45.808 | 5,86% |
| 9º Fiat Fastback | 40.402 | 5,16% |
| 10º Renault Duster | 26.506 | 3,39% |
Vale, ainda, um destaque: o Hyundai Creta liderou a vendas de SUVs no varejo do mercado brasileiro em 2023 com 58.081 emplacamentos, ou 88% de suas vendas.
Na comparação, T-Cross teve 35.819 unidades vendidas no varejo e Tracker, 41.984.
Isso mostra que o Hyundai tem mais força com o consumidor final, enquanto seus concorrentes dividem suas vendas para empresas (vendas diretas).
Vender no varejo não quer dizer que um modelo é melhor ou não, mas significa que ele tem mais força com o consumidor final, ao invés de ser comercializado por lotes diretamente pela fabricante (muitas vezes com generosos descontos) a locadoras e frotas, que se importam mais pelos custos do que pelo produto em si.
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