O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A eleição de Donald Trump nos Estados Unidos provoca expectativas variadas para diferentes setores da economia brasileira; veja como eles podem nos afetar
Donald Trump foi eleito presidente dos Estados Unidos, encerrando meses de expectativa em todo o mundo. Mas como o governo Trump 2.0 impacta o mercado brasileiro?
As expectativas são diferentes e dependem de cada área da economia.
Mesmo com a ameaça de aplicação de tarifas comerciais pelo futuro presidente, alguns setores estão bem posicionados nesse arranjo internacional.
Por isso reunimos a visão de alguns deles e o que você deve saber para navegar nesse novo cenário.
As expectativas para o agronegócio brasileiro estão em alta. Ontem, em reação à vitória de Trump, 3tentos (TTEN3) subiu 3,9%, JBS (JBSS3) avançou 2,4% e SLC Agrícola (SLCE3) valorizou 3,2%.
Na visão de Régis Chinchila, analista-chefe do Terra Investimentos, o cenário pode beneficiar as ações da JBS, por conta do fortalecimento das exportações de carne, e da SLC Agrícola, devido ao aumento da demanda chinesa por soja e milho.
Leia Também
A razão é a guerra comercial entre China e Estados Unido. A expectativa é de que o conflito se intensifique numa nova administração Trump. O presidente eleito ameaça aplicar uma tarifa de 60% sobre todas as importações chinesas.
Entretanto, ainda há uma série de incertezas em relação ao setor. “A intensificação do protecionismo e o aumento de tarifas comerciais podem reduzir as margens de lucro das empresas exportadoras, especialmente as que vendem produtos como soja, milho e carnes, dado que o Brasil já exporta 37% de seus produtos para a China”, diz Chinchila.
Segundo analistas da XP Investimentos, as tarifas sobre as importações chinesas podem desestabilizar o mercado de aço. Como os EUA são um importante importador de ferro e aço, essa política poderia criar um desequilíbrio entre oferta e demanda, pressionando os preços desses materiais.
Eles ressaltam que, se a China não reduzir sua produção em resposta a essas tarifas, a demanda americana pelos itens pode se voltar a países como o Brasil, beneficiando empresas locais.
No setor, empresas como Gerdau e Aura Minerals podem ser impactadas por essas mudanças. Simultaneamente, há expectativa de aumento na competitividade brasileira nesse segmento, caso as tarifas norte-americanas à China prosperem.
A XP Investimentos destacou que algumas políticas econômicas de Trump podem impactar o mercado brasileiro, afetando produtos como petróleo, aço semiacabado e café.
Entre essas políticas, está a proposta de facilitar regulamentações ambientais para expandir a produção de petróleo nos EUA.
Esse aumento na oferta americana poderia pressionar os preços globais do petróleo para baixo e afetar diretamente empresas brasileiras de óleo e gás, que dependem de preços elevados da commodity para maximizar suas margens de lucro.
O governo de Joe Biden nos EUA investiu significativamente na substituição dos combustíveis fósseis, com incentivos para carros elétricos e produção de baterias.
Em contraste, a eleição de Donald Trump é considerada um balde de água fria sobre a transição energética.
Uma das frases mais repetidas por ele e seus correligionários há anos sobre o tema é "drill, baby, drill", um incentivo à perfuração de poços de óleo e gás.
Isso pode afetar setores que dependem da descarbonização. A Anfavea, associação das montadoras instaladas no Brasil, prevê possíveis mudanças nas rotas de descarbonização.
Na quarta-feira (6), o presidente da associação, Márcio de Lima Leite, observou que é difícil prever o caminho a ser tomado pelos EUA, já que Trump defende o aumento da produção de óleo e gás, mas está próximo de empresas "com viés de eletrificação", referindo-se, sem citar nomes, à Tesla, do empresário Elon Musk, aliado do presidente eleito.
Com a eleição do candidato republicano, a Fiesp manifestou preocupação com a economia brasileira.
Rafael Cervone, presidente do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) e primeiro vice-presidente da Fiesp, sugere que o Brasil adote medidas contingenciais e preventivas para fortalecer a indústria nacional diante das políticas fiscais de Trump.
“A vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos exige imediata análise por parte das autoridades econômicas do Brasil, no sentido de adotar medidas contingenciais e preventivas no contexto das políticas fiscal, de investimentos, redução de impostos e de eventual aumento de tarifas aduaneiras, anunciadas pelo republicano na campanha eleitoral.”
*Com informações do Estadão Conteúdo e Money Times
Presidentes, políticos, bilionários, atrizes e ganhadores de Prêmios Nobel passaram por essa universidade, unidos pelo lema “Veritas” — a verdade.
Enquanto alguns bancos privados ainda se preparam para o Desenrola 2.0, outros já estão renegociando dívidas
Banco do Brasil já realizou 1.807 renegociações apenas na quarta-feira (6), primeiro dia do programa Desenrola 2.0
Corretora passou a prever Selic de 13,75% no fim de 2026 diante da alta do petróleo, piora das expectativas e tensão geopolítica — mas não é a única a elevar as estimativas para a taxa básica
Lotofácil 3678 teve três ganhadores na quarta-feira (6), mas não foi páreo para o prêmio milionário da Dupla Sena
Segundo Ricardo Kazan, impasse sobre urânio enriquecido trava negociações e amplia incertezas no mercado de commodities
Gestor da BTG Asset alerta para risco de disparada do petróleo e racionamento global com estoques em queda e conflito no Oriente Médio
Desenrola 2.0 chama atenção de endividados e golpistas; especialista também destaca papel de instituições financeiras e bancos
Para ex-secretário do Tesouro Nacional, ajuste fiscal é possível e não precisa ser drástico, mas precisa de qualquer forma focar em controle de gastos: “Brasil tributa muito acima da média da América Latina”
Jordan Adams não está correndo apenas cerca de 42,2 km todos os dias por mais de um mês, ele também disputa contra o tempo
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 5 de maio. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. +Milionária pode pagar quase R$ 40 milhões hoje.
O alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para brasileiros com mais de 18 anos; cartórios eleitorais funcionarão em horário especial
O valor cobrado é considerado o maior imposto sobre herança já pago na história da Coreia do Sul; herdeiros da Samsung consideram que “pagar impostos é um dever natural dos cidadãos”
Iniciativa do Desenrola Fies é reduzir a inadimplência e ajudar na regularização financeira dos participantes
Entre tensão no Oriente Médio e expectativa de cortes de juros, especialistas indicam como equilibrar risco e proteção; confira a última edição do programa Onde Investir
Falha pode apagar informações essenciais ao dirigir; confira os modelos da Volkswagen afetados e como resolver o problema gratuitamente
Para brasileiros com mais de 18 anos, o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios; cartórios eleitorais funcionarão em horário especial
O Comitê de Política Monetária avaliou que o balanço de riscos para a inflação segue mais elevado do que o usual, refletindo principalmente as incertezas em torno dos conflitos no Oriente Médio
Com o avanço dos crimes cibernéticos, é importante entender o efeito de uma senha segura para proteção de dados
Prêmio em jogo na Lotofácil quase triplica depois de acúmulo, mas Mega-Sena, Quina e Timemania pagam valores bem maiores nesta terça-feira (5).