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Transformando um inimigo em aliado: Com influência de estímulos da China perto de limite, Ibovespa mira no IPCA-15

Analistas projetam aceleração da prévia da inflação em setembro em relação a agosto, mas desaceleração na leitura anual

25 de setembro de 2024
8:01 - atualizado às 15:23
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Imagem: Freepik

O Ibovespa iniciou a semana interrompendo uma série de cinco quedas. O principal índice de ações da B3 avançou 1,2%, apoiado pelo anúncio de novas medidas de estímulo pela China.

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Simultaneamente, a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) foi decisiva para a queda de 1,3% do dólar, que voltou à faixa dos R$ 5,43.

Na madrugada, o banco central chinês deu sequência ao anúncio de novas medidas de estímulo, desta vez com um corte na taxa de empréstimos com prazo de um ano. Isso sustentou um novo salto na cotação do minério de ferro, o que tende a ajudar a Vale.

No entanto, a influência dos novos estímulos à economia da China sobre os mercados financeiros internacionais parece ter encontrado um limite hoje, com ativos de risco em dificuldade na busca por novas altas.

Diante disso, a atenção dos investidores volta-se nesta quarta-feira para o IPCA-15 de setembro.

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Analistas de mercado antecipam aceleração na leitura mensal (de +0,19% para +0,28%) da prévia da inflação, mas uma desaceleração na comparação anual (de +4,35% para +4,28%).

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Mas brasileiro é gato escaldado quando o assunto é juro. As taxas são as grandes inimigas de quem contrai dívidas. Na ponta oposta, porém, elas podem se transformar na grande aliada de quem encontra condições de construir algum patrimônio.

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Ficou mais caro comprar casa própria no Brasil com juro alto — e a classe média é quem mais sofre, diz Abrainc.
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