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Veja os destaques da semana na ‘De repente no mercado’
Pode respirar tranquilo. A Super Quarta enfim passou. A taxa Selic subiu, conforme o esperado pelo mercado, e foi a 10,75% ao ano. Já nos Estados Unidos, o FED (Federal Reserve, banco central norte-americano) cortou a taxa de juros em 0,50 p.p.
Agora, o mercado consegue navegar por mares mais conhecidos, sem a incerteza sobre os juros pairando (pelo menos até a próxima reunião dos comitês de política monetária).
Como a redução dos juros nos EUA pode impactar a bolsa brasileira, você me pergunta. De forma simplificada: os títulos de renda fixa do Tio Sam (os treasuys) tornam-se menos atrativos, e o fluxo gringo pode seguir para os mercados emergentes. O risco volta a compensar, basicamente.
Agora que você tem um panorama geral da decisão mais importante da semana, vamos aos outros assuntos da semana.
O aumento dos juros é uma faca de dois gumes: por um lado, ele não é benéfico para investimentos de renda variável como as ações; por outro, ele ajuda a renda fixa.
Nesse contexto, a sua reserva de emergência sai ganhando, já que, idealmente, ela deve estar em fundo DI, no Tesouro Selic ou em um CDB com liquidez diária.
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A repórter Julia Wiltgen fez as contas dos novos rendimentos da renda fixa conservadora com a Selic a 10,75% a.a.
Eu sei, eu sei. Você não vota nos Estados Unidos. Mas a eleição norte-americana não deixa de ser muito importante para a sua carteira de investimentos, quer você goste disso ou não.
Depois do primeiro (e talvez único) debate entre os dois presidenciáveis, convidamos o CIO da Empiricus Gestão, João Piccioni, para explicar quais os possíveis cenários para a economia brasileira e mundial caso cada um dos candidatos vença.
Escute o episódio completo aqui.
E ainda sobre eleições nos EUA…
Em parceria com o Market Makers, um dos maiores hubs de conteúdo do mercado financeiro, vamos realizar um evento gratuito nos dias 15, 16 e 17 de outubro sobre o pleito nos EUA.
Serão 3 painéis com diferentes especialistas para discutir os cenários possíveis diante da nova liderança da maior economia do mundo.
Retire seu ingresso gratuito aqui.
Não é de hoje que vemos uma geração menos preocupada com diplomas universitários e seguindo em carreiras alternativas, que não existiam há poucos anos. O maior exemplo? Os jovens que querem ser influencers/youtubers.
Longe de mim querer dar dicas de carreira…mas um dado mais preocupante veio à tona recentemente: muitos estudantes estão largando a vida acadêmica em prol de bets, Jogo do Tigrinho e outras modalidades de apostas online.
35% dos potenciais estudantes universitários desistiram de tentar um curso universitário porque gastaram a maior parte do dinheiro em sites de apostas e cassinos virtuais, segundo estudo da consultoria Educa Insights
Além de toda a preocupação social, esse fenômeno também impacta as empresas de educação da B3. Aprofunde-se no assunto lendo essa reportagem.
Antes de mais nada, um IPO é o processo pelo qual a empresa passa quando quer começar a vender suas ações na bolsa de valores.
A maior vantagem para as companhias é que elas conseguem captar uma boa grana, que pode ser usada para fazer aquisições, melhorias e expansões. Mas esse dinheiro também pode ser usado para pagar dívidas e diminuir a alavancagem.
Depois de um boom de IPOs em 2021, a B3 está passando por uma seca.
E isso pode beneficiar uma companhia listada que tem como uma de suas principais estratégias a expansão através da compra de empresas menores.
Detalhe: sua ação tem um potencial de valorização de mais de 50%, na opinião do colunista e analista Ruy Hungria.
Ele falou sobre isso na sexta-feira. Clique para ler a coluna completa.
Até pensei em falar sobre a volta do X no Brasil, mas é bem provável que essa novela tenha mais capítulos entre o momento em que escrevo a coluna e o momento em que ela será publicada.
Por isso, prefiro ficar com as novelas mais previsíveis. Ligando o Globoplay em 3, 2, 1…
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