🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Fed corta os juros? Copom eleva a Selic? Saiba o que esperar de mais uma Super Quarta dos bancos centrais

Enquanto o Fed se prepara para iniciar um processo de alívio monetário, Brasil flerta com juros ainda mais altos nos próximos meses

17 de setembro de 2024
7:01 - atualizado às 6:28
Roberto Campos Neto e Jerome Powell, presidentes dos bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos
Roberto Campos Neto e Jerome Powell, presidentes dos bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos - Imagem: Divulgação

Esta semana marca um ponto decisivo em setembro, com o foco global voltado para a próxima reunião do Federal Reserve. A expectativa geral é que o comitê de política monetária dos EUA realize o primeiro corte nas taxas de juros desde 2020, dando início a um ciclo de flexibilização após um longo período de políticas monetárias extremamente restritivas, as mais severas em décadas. A grande questão é o tamanho desse corte: será de 25 ou 50 pontos-base?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além da decisão do Fed, o Banco da Inglaterra e o Banco do Japão também devem divulgar suas respectivas resoluções de política monetária nesta semana.

No Brasil, o cenário ganha ainda mais relevância com a chegada da "Super Quarta", que trará tanto a decisão do Federal Reserve quanto a do Banco Central do Brasil.

  • VEJA MAIS: Renda fixa ‘premium’ cresce 19% e tem título que rende IPCA +10%, com isenção de IR e aporte inicial de cerca de R$ 1 mil; saiba como investir.

Comecemos com o rumo dos juros no Brasil.

Ao contrário da tendência de cortes de juros que vem sendo observada em outras economias, espera-se que o Copom aumente a Selic em 25 pontos-base, mantendo o ciclo de aperto monetário em andamento.

Nas últimas semanas, a volatilidade tem sido uma constante nos mercados financeiros, e é provável que essa instabilidade continue, uma vez que as especulações sobre as futuras ações das autoridades monetárias seguem influenciando o comportamento dos investidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No caso do Copom, espera-se um aumento de 25 pontos-base, elevando a Selic para 10,75% ao ano.

Leia Também

Esse ajuste reflete uma evolução na comunicação do Banco Central, que tem sido moldada pelos recentes desenvolvimentos econômicos.

O comunicado que acompanhará essa decisão provavelmente destacará uma postura mais cautelosa, sublinhando a necessidade de monitoramento constante do cenário macroeconômico.

Embora, em outro momento, uma postura mais assertiva pudesse ter mantido a Selic inalterada, as declarações recentes do Banco Central indicam que um aumento, mesmo que moderado, é inevitável.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Juros vão subir mais por aqui?

O ajuste de 25 pontos-base parece ser a escolha mais prudente, evitando uma alta mais agressiva de 50 pontos.

Ainda assim, é improvável que esse seja o último aumento, e o caminho dos juros a partir de agora permanece incerto, dependendo de dados econômicos futuros e das ações de outros bancos centrais ao redor do mundo.

O Boletim Focus já reflete uma série de revisões pessimistas, com expectativas mais altas para a inflação, um câmbio mais elevado e uma Selic superior nos próximos anos.

Apesar dessas projeções, o Banco Central mantém uma postura cautelosa em relação às previsões de mercado, que estimam uma taxa terminal de 11,65% para este ano e 12,25% no final do ciclo de aperto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fonte: Boletim Focus.

Adicionalmente, o Brasil tem adotado medidas fiscais que se distanciam das diretrizes tradicionais do arcabouço oficial.

Exemplos notáveis incluem a flexibilização na contabilização de precatórios, a exclusão de despesas relacionadas à recuperação fiscal do Rio Grande do Sul e a inclusão de receitas de origem duvidosa nas contas públicas.

Essas práticas trazem à tona memórias da chamada "contabilidade criativa", já utilizada no passado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como resultado, o mercado tem demonstrado ceticismo quanto às projeções de superávit fiscal, especialmente diante das recorrentes exceções adotadas.

Essa desconfiança tem impactado diretamente a curva de juros, uma vez que a incerteza fiscal alimenta a necessidade de manutenção de taxas de juros mais elevadas.

E qual é o caso americano?

Nos Estados Unidos, por outro lado, observou-se um aumento significativo nas expectativas de que o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) reduzirá as taxas de juros nesta quarta-feira de maneira mais arrojada.

Há apenas uma semana, a probabilidade de um corte de 50 pontos-base era de 30%, mas agora essa estimativa mais que dobrou, com mais de 60% do mercado antecipando uma redução de 0,5 ponto percentual.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dada a tradição do Fed de evitar surpreender o mercado, a possibilidade de um corte de 50 pontos-base torna-se cada vez mais provável.

Fonte: CME.

Seja como for, mais relevante do que o tamanho do primeiro corte — que acredito ser mais provável de 25 pontos-base devido às pressões do mercado — será a trajetória dos juros a partir dessa redução.

É fundamental lembrar que, na quarta-feira, o Federal Reserve divulgará suas novas projeções econômicas, elaboradas pelos membros do comitê. Essas previsões deverão refletir o impacto da magnitude do corte inicial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se o corte for de 25 pontos-base, é provável que as projeções indiquem uma redução acumulada de pelo menos 75 pontos-base ao longo do ano.

Já no caso de um corte de 50 pontos-base, a expectativa é que o Fed sinalize uma queda total de pelo menos 100 pontos-base até o final do ano.

Fonte: CME.

Conforme apontado, as atuais projeções de mercado sugerem que as taxas de juros podem ser reduzidas para a faixa de 2,75% a 3,00% ao ano até o final de setembro de 2024, representando um corte acumulado de mais de 200 pontos-base em 12 meses. Embora essa possibilidade exista, ela não é necessariamente a mais provável.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Powell concederá entrevista coletiva após decisão de juros nos EUA

Por isso, será fundamental acompanhar de perto a coletiva de imprensa de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, que deve trazer informações relevantes sobre os próximos passos da política monetária.

O mercado está atento não apenas ao primeiro corte, mas, sobretudo, à trajetória que será adotada posteriormente, pois o ritmo e a profundidade dessas reduções nas próximas reuniões serão decisivos para moldar o cenário econômico nos próximos meses.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Pausa para um anedótico — janeiro crava o ano para o Ibovespa? 

25 de fevereiro de 2026 - 19:58

Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A incerteza que vem de Trump, as armas do Mercado Livre (MELI34), e o que mais move os mercados hoje

24 de fevereiro de 2026 - 10:09

Entenda o que as novas tarifas de exportação aos EUA significam para aliados e desafetos do governo norte-americano; entenda o que mais você precisa ler hoje

INSIGTHS ASSIMÉTRICOS

Derrota de Trump, volatilidade no mundo: a guerra comercial entra em nova fase 

24 de fevereiro de 2026 - 7:15

Antigos alvos da política comercial norte-americana acabam relativamente beneficiados, enquanto aliados tradicionais que haviam negociado condições mais favoráveis passam a arcar com custos adicionais

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A carta curinga no jogo dos FIIs, a alta do petróleo, e o que mais movimenta o seu bolso hoje

20 de fevereiro de 2026 - 8:46

Os FIIs multiestratégia conseguem se adaptar a diferentes cenários econômicos; entenda por que ter essa carta na manga é essencial

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como saber seu perfil e evitar erros ao abrir uma franquia, a queda da Vale (VALE3) na bolsa, e o que mais movimenta o mercado hoje

19 de fevereiro de 2026 - 8:46

Saiba quais são as perguntas essenciais para se fazer antes de decidir abrir um negócio próprio, e quais os principais indicadores econômicos para acompanhar neste pregão

EXILE ON WALL STREET

Ruy Hungria: Não tenha medo da volatilidade 

18 de fevereiro de 2026 - 20:00

Após anos de calmaria no mercado brasileiro, sinais de ruptura indicam que um novo ciclo de volatilidade — e de oportunidades — pode estar começando

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja quando as small caps voltarão a ter destaque na bolsa, liquidação do banco Pleno e o que mais afeta os mercados hoje

18 de fevereiro de 2026 - 8:39

Depois que o dinheiro gringo invadiu o Ibovespa, as small caps ficaram para trás. Mas a vez das empresas de menor capitalização ainda vai chegar; veja que ações acompanhar agora

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os investimentos mais “fora da caixa” da bolsa, propostas para a Raízen, Receita de olho no seu cartão, e o que mais você precisa ler hoje

16 de fevereiro de 2026 - 8:08

Confira as leituras mais importantes no mundo da economia e das finanças para se manter informado nesta segunda-feira de Carnaval

VISÃO 360

A hora da Cigarra: um guia para gastar (bem) seu dinheiro — e não se matar de trabalhar

15 de fevereiro de 2026 - 8:01

Nem tanto cigarra, nem tanto formiga. Morrer com dinheiro demais na conta pode querer dizer que você poderia ter trabalhado menos ou gastado mais

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Zuck está de mudança: o projeto californiano que está deslocando o eixo dos bilionários nos EUA

14 de fevereiro de 2026 - 9:02

Miami é o novo destino dos bilionários americanos? Pois é, quando o assunto são tendências, a única certeza é: não há certezas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Por que Einstein teria Eneva (ENEV3) na carteira, balanço de Vale (VALE3) e Raízen (RAIZ4), e outras notícias para ler antes de investir

13 de fevereiro de 2026 - 8:52

Veja a empresa que pode entregar retornos consistentes e o que esperar das bolsas hoje

SEXTOU COM O RUY

Por que Einstein seria um grande investidor — e não perderia a chance de colocar Eneva (ENEV3) na carteira?

13 de fevereiro de 2026 - 6:03

Felizmente, vez ou outra o tal do mercado nos dá ótimas oportunidades de comprar papéis por preços bem interessantes, exatamente o que aconteceu com Eneva nesta semana

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Japão como paraíso de compras para investidores, balanços de Ambev (ABEV3), Vale (VALE3) e Raízen (RAIZ4), e o que mais move a bolsa hoje

12 de fevereiro de 2026 - 8:59

O carry trade no Japão, operação de tomada de crédito em iene a juros baixos para investir em países com taxas altas, como o Brasil, está comprometido com o aumento das taxas japonesas

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Podemos dizer que a Bolsa brasileira ficou cara? 

11 de fevereiro de 2026 - 19:50

Depois de uma alta de quase 50% em 12 meses, o mercado discute se os preços já esticaram — e por que “estar caro” não significa, necessariamente, fim da alta

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja se vale a pena atualizar o valor de um imóvel e pagar menos IR e se o Banco do Brasil (BBAS3) já começa a sair do fundo do poço

11 de fevereiro de 2026 - 9:39

Confira as vantagens e desvantagens do Rearp Atualização. Saiba também quais empresas divulgam resultados hoje e o que mais esperar do mercado

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O equilíbrio no Japão que afeta o mundo todo, as vantagens do ESG para os pequenos negócios e o que mais move as bolsas hoje

10 de fevereiro de 2026 - 9:30

Veja qual o efeito da vitória da primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, nas eleições do Japão nos mercados de todo o mundo

INSIGTHS ASSIMÉTRICOS

Entre estímulo e dívida: o novo equilíbrio do Japão após uma eleição que entra para a história

10 de fevereiro de 2026 - 7:11

A vitória esmagadora de Sanae Takaichi abre espaço para a implementação de uma agenda mais ambiciosa, que também reforça o alinhamento estratégico de Tóquio com os Estados Unidos, em um ambiente geopolítico cada vez mais competitivo na Ásia

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

CSN (CSNA3) quer convencer o mercado que agora é para valer, BTG bate mais um recorde, e o que mais move as bolsas hoje

9 de fevereiro de 2026 - 8:39

Veja os sinais que o mercado olha para dar mais confiança ao plano de desalavancagem da holding, que acumulou dívidas de quase R$ 38 bilhões até setembro

TRILHAS DE CARREIRA

O critério invisível que vai diferenciar os profissionais na era da inteligência artificial (IA)

8 de fevereiro de 2026 - 8:00

O que muda na nossa identidade profissional quando parte relevante do trabalho operacional deixa de ser feita por humanos?

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Carnaval abaixo de 0 ºC: os horários e os atletas que representam o Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno

7 de fevereiro de 2026 - 9:02

Mudaram as estações e, do pré-Carnaval brasileiro, miramos nosso foco nas baixas temperaturas dos Alpes italianos, que recebem os Jogos Olímpicos de Inverno

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar