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Congresso corre contra o tempo para aprovar ajuste fiscal proposto pelo governo antes do recesso parlamentar
O fim de ano se aproxima e muita gente já começa a rever as prioridades. Tem de tudo, para todos os gostos e todos os públicos.
O que você pretende melhorar em 2025 na sua vida?
Há quem se comprometa a cuidar mais da saúde, a começar a fazer exercícios físicos com regularidade, a melhorar a alimentação, a ler mais livros, a ver mais filmes ou a parar de beber, de fumar, de jogar no tigrinho.
Se for para listar tudo aqui, ninguém faz mais nada hoje. De qualquer modo, embora as boas e velhas metas de ano-novo entrem em pauta, algumas podem ser adiadas. Outras, não. Além disso, nem sempre elas são apenas nossas.
Para o colunista Matheus Spiess, uma meta urgente — e que nem precisaria esperar a virada de ano — é a realização de um ajuste fiscal pelo governo.
De acordo com ele, existe o risco de, na ausência de medidas mais efetivas para conter os gastos, o aumento de juros tornar-se não apenas ineficaz, mas contraproducente.
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O alerta do Matheus você confere aqui.
Enquanto isso, os investidores aguardam nesta terça-feira a divulgação da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).
O foco dos analistas está nos detalhes sobre a discussão do chamado forward guidance, por meio do qual o Copom antecipou que subirá os juros em um ponto porcentual pelas duas próximas reuniões
Em Brasília, o Congresso corre para votar a regulamentação da reforma tributária e encaminhar o pacote fiscal proposto pelo governo.
‘NÃO DÁ PARA APOSTAR CONTRA BOLSA’
Diante da escalada da Selic, alta da inflação e dólar acima dos R$ 6, muitos investidores estão vendendo bolsa brasileira. Porém, analistas apontam dois fatores que podem mudar a trajetória do Ibovespa; entenda.
MERCADOS
A escalada do dólar continua: BC intervém pesado no câmbio, mas moeda americana renova recorde histórico e fecha a R$ 6,09. No mercado de ações, o Ibovespa continuou a ceder à pressão do risco fiscal e caiu 0,84%, aos 123.560,06 pontos.
CONTRA A DESIDRATAÇÃO
Pacote fiscal: o último apelo de Lula para Haddad sobre os cortes de gastos. O presidente recebeu o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em sua residência na segunda-feira (16) para tratar das medidas fiscais.
ESCALADA MISTERIOSA
Ambipar (AMBP3) tem nova disparada atípica e se torna uma das 20 maiores empresas em valor de mercado da B3. Com alta de mais de 1.500% no ano, Ambipar passou a valer mais que gigantes da bolsa como Embraer e Gerdau.
INFLUÊNCIA GLOBAL
Era de Ouro: Bitcoin (BTC) atinge US$ 107 mil enquanto líderes mundiais discutem reservas estratégicas da criptomoeda. Criptoativo alcança novos recordes impulsionado pelo sucesso da MicroStrategy, expectativa de corte de juros nos EUA e mais.
PAPAI NOEL RENTÁVEL
Investimentos de presente de Natal: Tesouro Direto e B3 lançam gift card, cartão que permite presentear com títulos públicos. Cartão pré-pago permite comprar qualquer tipo de título público para dar de presente a outra pessoa; veja como funciona.
CONFIRMADO
Segunda prévia do Ibovespa repete saída de Eztec (EZTC3) e Alpargatas (ALPA4) e a chegada de Marcopolo (POMO4) ao índice; veja como fica. Vale dizer que ainda será publicada uma última prévia até o fim de dezembro para composição do índice para o próximo quadrimestre.
PRESIDENTE FALA
Ouviu, Galípolo? Após sair do hospital, Lula volta a criticar política de juros semanas antes de novo presidente do Banco Central assumir. Lula foi enfático ao afirmar que a taxa de juros é “a única coisa errada” na economia brasileira atualmente.
SEUS INVESTIMENTOS
BTG Pactual foca em títulos americanos para aproveitar alta do dólar; veja novos produtos de renda fixa digital internacional do banco. A novidade será disponibilizada de forma gradual ao longo do mês de dezembro para a base de clientes do banco.
TRANSIÇÃO DE LIDERANÇA
Ultrapar (UGPA3) de CEO novo: Conselho elege prata da casa para comandar a dona dos postos Ipiranga — e anuncia outras mudanças na diretoria. O conselho de administração aprovou a indicação de Rodrigo de Almeida Pizzinatto, hoje diretor financeiro da companhia, para a chefia do conglomerado.
MONTANDO POSIÇÃO
Por que as ações do Pão de Açúcar (PCAR3) chegaram a saltar mais de 20% hoje com potencial “ajudinha” do bilionário Nelson Tanure. A Reag Trust, gestora de fundos supostamente ligada a Tanure, elevou a participação na empresa para cerca de 5,7% do total de ações PCAR3 emitidas pelo GPA.
PRÓXIMA ‘VACA LEITEIRA’?
‘A era dos dividendos’ da Eletrobras (ELET3) finalmente chegou? Por que o BTG aposta em pagamento bilionário de proventos em 2025. Após dois anos de privatização, análise do banco indica que a companhia está em posição para iniciar distribuição aos acionistas em nova fase.
QUERENDO AS AÇÕES DE VOLTA
SBF (SBFG3) vai recomprar até 10% do total de ações em circulação; o que isso significa para os investidores? Grupo controlador da Centauro visa gerar valor para o acionista com o programa.
ATENÇÃO, ACIONISTAS
Dividendos e novo guidance: Pague Menos (PGMN3) vai depositar R$ 146 milhões em JCP e anuncia projeções para 2025. A rede de farmácias divulgou novas projeções para o ano que vem, com estimativas da abertura de 50 lojas em 2025.
NOVIDADE NA CARTEIRA
Allos ganha cobertura do BB Investimentos, que vê potencial de alta de 52% para ALOS3 em 2025; saiba se vale a pena comprar a ação. Com presença em todas as regiões do Brasil, administradora de shoppings possui a maior relevância do segmento imobiliário no Ibovespa, representando 0,47% do índice.
EFEITOS DA INADIMPLÊNCIA
Fundo imobiliário MGHT11 rompe contrato com famosa rede de hotéis Selina e anuncia novo locatário de imóveis em Búzios e São Paulo; cotas sobem na bolsa. O fundo imobiliário MGHT11 vinha tendo problemas para receber aluguéis e pagamento de juros do Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) do Grupo Selina.
XADREZ POLÍTICO
Não quer ser presidente? Após pesquisa mostrar que Lula vence em todos os cenários, Tarcísio diz que vai tentar reeleição em 2026. Vale dizer que Tarcísio era apontado como um dos nomes fortes da direita por ser o queridinho do mercado financeiro por sua atuação a favor da privatização da Sabesp.
Em meio a ruídos geopolíticos e fiscais, uma provocação: e se o maior risco ainda nem estiver no radar do mercado?
A fintech Nubank tem desenvolvido sua operação de telefonia, que já está aparecendo nos números do setor; entenda também o que esperar dos mercados hoje, após o anúncio de cessar-fogo na guerra do Oriente Médio
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Há risco de pressão adicional sobre as contas públicas brasileiras, aumento das expectativas de inflação e maior dificuldade no cumprimento das metas fiscais
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