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O Ibovespa virou a chavinha e voltou a renovar suas máximas históricas nos últimos pregões, mas sempre no sufoco
Há coisas que só acontecem com o Botafogo. É um fato da vida. No ano passado, quando comentei por aqui que a disputa no Campeonato Brasileiro era para ser vice, um amigo botafoguense leu e alertou, escaldado: cedo demais para dizer isso.
Ele estava certo. A campanha do Botafogo degringolou a partir do confronto do segundo turno contra o Palmeiras. Quem acompanha futebol lembra como aconteceu — e teve um déjà-vu ontem à noite.
Na disputa por uma vaga nas quartas-de-final da Libertadores, o Botafogo venceu o Palmeiras por 2 x 1 no jogo de ida. Ontem, na volta, abriu 2 x 0 fora de casa. O placar agregado seguiu 4 x 1 para o time da Estrela Solitária até os 39 do segundo tempo.
Foi quando o Palmeiras reagiu. Em quatro minutos, o alviverde empatou e, já nos acréscimos, chegou a fazer mais um.
O lance levaria a disputa para os pênaltis.
De novo isso, Botafogo?
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No entanto, o uso da mão pelos jogadores de linha ainda é irregular no futebol e o gol palmeirense foi anulado. No último lance da partida, bola no travessão botafoguense.
Sim, há coisas que só acontecem com o Botafogo, mas desta vez não aconteceu.
A essa altura você já deve estar se perguntando o que isso tem a ver com os mercados financeiros, mas a bolsa brasileira viveu recentemente seus dias de Botafogo.
Quando o ano começou, os analistas eram quase unânimes em afirmar que o céu seria o limite para a alta do Ibovespa.
Mas a bolsa brasileira levou uma invertida inesperada ao longo do primeiro semestre. Há apenas algumas semanas, falar em renovação de recordes do Ibovespa era como acreditar no título do Botafogo. Você só acredita quando vê.
Na semana passada, quando a bolsa voltou a flertar com novos recordes, alguma coisa acontecia na última hora e a máxima histórica não vinha. Como um gol de empate ou uma virada sofrida no derradeiro instante.
Mas a chavinha da bolsa virou. Ontem, pela terceira sessão seguida, o Ibovespa estabeleceu um recorde de fechamento.
O tom positivo dos mercados foi reforçado pela sinalização da ata da última reunião do Fed de que o corte da taxa de juros nos Estados Unidos está chegando.
Enquanto o corte não vem, os mercados internacionais mantêm o sinal azul e os investidores se preparam hoje para o simpósio de banqueiros centrais de Jackson Hole.
Por aqui, os participantes do mercado monitoram dados do governo federal e aparições públicas de diretores do Banco Central.
Para desanuviar um pouco, mas ainda no tema, o dia amanheceu com coisas que só acontecem na Lotomania.
Uma pessoa errou todos os números e vai embolsar mais de R$ 100 mil. À primeira vista, show de bola. Imagine errar todos os números na loteria e ainda levar um prêmio desse?
Mesmo assim, é provável que ela sinta um pouco de raiva quando for reivindicar o prêmio. Isso porque, por causa da apenas R$ 3, essa pessoa deixou na mesa a possibilidade de ganhar mais de R$ 4,5 milhões.
Aqui você entende como isso aconteceu.
LOTERIA ‘DOLARIZADA’? Powered by TheLotter
A Mega Millions, uma das maiores loterias dos EUA, vai sortear R$ 2,8 bilhões nesta sexta-feira (23) – e brasileiros podem concorrer ao prêmio sem sair de casa.
DISPUTA ENTRE FINTECHS
BTG Pactual prefere Inter (INBR32) ao Nubank (ROXO34), mas segue reticente quanto a recomendar as ações. Apesar da classificação, Nubank e Inter são as ações com melhor desempenho na cobertura do banco na América Latina em 2024, segundo o BTG.
FUSÕES E AQUISIÇÕES
De olho em “retorno vantajoso” e sinergias de R$ 1,4 bilhão, Vibra (VBBR3) antecipa compra de 50% da Comerc por R$ 3,52 bilhões. A dona dos postos BR já possui participação na Comerc desde 2021; negócio ainda precisa da aprovação do Cade e deve ser concluído em 2025.
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