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Há uma empresa fora do radar do mercado com potencial de proporcionar uma boa valorização para as ações
Há quem considere o ato de negociar uma guerra. Para esse grupo só pode haver um vencedor. Consequentemente, haverá um perdedor, quando não vários.
Há também quem veja a negociação como uma arte capaz de amarrar diferentes interesses e pontos de vista em um acordo do qual todos ganhem.
É claro que existem múltiplas formas de se abordar uma negociação. Na maioria dos casos, isso vai depender de como a história começou, do que está em jogo e de quem está na mesa, entre outros fatores.
Nos últimos anos, porém, tem sido cada vez mais comum ouvir falar em relações de negócios nas quais todos os envolvidos têm a ganhar, ou que resultam em acordos com mais vantagens do que desvantagens. São as relações ganha-ganha.
Posto assim, parece algo trivial, talvez óbvio. Na prática, porém, a teoria é outra. Uma relação ganha-ganha legítima depende muito da predisposição das partes em manter uma comunicação clara e honesta.
Quando isso é levado para o mercado financeiro, a busca por uma negociação ganha-ganha recebe uma camada adicional de complexidade. Afinal, ninguém está na bolsa para queimar dinheiro.
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Ao contrário do senso comum, no entanto, algumas companhias de capital aberto se destacam por um histórico de aquisições das quais conseguem extrair valor ao mesmo tempo em que as empresas adquiridas também ganham — e muito.
Elas existem, sim, e o colunista Ruy Hungria apresenta hoje uma empresa fora do radar da maior parte do mercado com potencial de proporcionar uma boa valorização para as ações. Vale a pena conferir!
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