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Há uma empresa fora do radar do mercado com potencial de proporcionar uma boa valorização para as ações
Há quem considere o ato de negociar uma guerra. Para esse grupo só pode haver um vencedor. Consequentemente, haverá um perdedor, quando não vários.
Há também quem veja a negociação como uma arte capaz de amarrar diferentes interesses e pontos de vista em um acordo do qual todos ganhem.
É claro que existem múltiplas formas de se abordar uma negociação. Na maioria dos casos, isso vai depender de como a história começou, do que está em jogo e de quem está na mesa, entre outros fatores.
Nos últimos anos, porém, tem sido cada vez mais comum ouvir falar em relações de negócios nas quais todos os envolvidos têm a ganhar, ou que resultam em acordos com mais vantagens do que desvantagens. São as relações ganha-ganha.
Posto assim, parece algo trivial, talvez óbvio. Na prática, porém, a teoria é outra. Uma relação ganha-ganha legítima depende muito da predisposição das partes em manter uma comunicação clara e honesta.
Quando isso é levado para o mercado financeiro, a busca por uma negociação ganha-ganha recebe uma camada adicional de complexidade. Afinal, ninguém está na bolsa para queimar dinheiro.
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Ao contrário do senso comum, no entanto, algumas companhias de capital aberto se destacam por um histórico de aquisições das quais conseguem extrair valor ao mesmo tempo em que as empresas adquiridas também ganham — e muito.
Elas existem, sim, e o colunista Ruy Hungria apresenta hoje uma empresa fora do radar da maior parte do mercado com potencial de proporcionar uma boa valorização para as ações. Vale a pena conferir!
DEPOIS DO BALANÇO DO 3T24
Agro é pop, mas também é risco para o Banco do Brasil (BBAS3)? CEO fala de inadimplência, provisões e do futuro do banco. Redução no preço das commodities, margens apertadas e os fenômenos climáticos extremos afetam em cheio o principal segmento do BB.
AGORA É NEUTRA
Acendeu a luz roxa? Ações do Nubank caem forte mesmo depois do bom balanço no 3T24; Itaú BBA rebaixa recomendação. Relatório aponta potencial piora do mercado de crédito em 2025, o que pode impactar o custo dos empréstimos feitos pelo banco.
VAI OU FICA
Vai ser no braço de ferro? O que Powell disse sobre o novo governo de Trump e a chance de deixar o Fed em 2026. Com um histórico de críticas do republicano sobre as decisões sobre os juros, o mercado passou a especular se o presidente do BC dos EUA segue firme no cargo por mais um ano.
HERÓIS x VILÕES
Streaming e sucessos de bilheteria salvam o ‘cofre do Tio Patinhas’ e garantem lucro no balanço da Disney. Para CFO da empresa, investidores precisam entender “não apenas os resultados atuais do negócio, mas também o retorno dos investimentos”.
MUDANÇAS NA LVMH
Para salvar a Moët & Chandon e Veuve Clicquot, Bernard Arnault aponta ‘nepobaby’ amigo de Trump para liderar a divisão de vinhos. Presidente da LVMH faz mudanças em diversos cargos de alto escalão do grupo de luxo, em um contexto desafiador para o mercado de bens de alto valor agregado.
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Mesmo sem saber se o valor recebido em precatórios pela Sanepar será ou não, há bons motivos para investir na ação, segundo o colunista Ruy Hungria
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