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Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

UMA VEZ PENNY STOCK…

Oi (OIBR3) está virando pó? Os 4 motivos por trás da derrocada de 60% das ações na B3 nesta terça-feira (12)

No ano, a desvalorização dos papéis da Oi supera a marca de 85% na bolsa brasileira, com a operadora de telefonia atualmente avaliada em pouco mais de R$ 681,71 milhões

Camille Lima
Camille Lima
12 de novembro de 2024
14:29 - atualizado às 19:01
Montagem com logo da Oi (OIBR3)
Imagem: Adobe Stock/Montagem: Giovanna Figueredo

Quem conferiu as maiores altas e quedas da bolsa brasileira nesta terça-feira (12) tomou um susto ao se deparar com a derrocada das ações da Oi (OIBR3). A empresa de telecomunicações perdeu mais da metade do valor de mercado em um só pregão.

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Os papéis caíam 60% fora do Ibovespa, cotados a R$ 1,00. Mais cedo, no entanto, as ações voltaram à condição de penny stock (ativos cotados abaixo de R$ 1,00), quando chegaram a recuar 63% e serem cotadas a R$ 0,93. 

No ano, a desvalorização da companhia em recuperação judicial na bolsa supera a marca de 85%. Outrora uma titã da telecomunicação, atualmente, a operadora de telefonia é avaliada em pouco mais de R$ 681,71 milhões.

Há alguns eventos recentes que poderiam explicar a queda livre das ações hoje. 

Entre eles, estão um ajuste ao aumento de capital, a eleição de novos conselheiros no mês que vem, um balanço mais fraco no 3T24 e mais uma venda de ativos.

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Mas vamos por partes.

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1 - Aumento de capital

A primeira das possíveis razões por trás do forte pessimismo e queda das ações OIBR3 vem na esteira da injeção bilionária na companhia.

No início do mês, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou o aumento de capital de aproximadamente R$ 1,39 bilhão na Oi, em mais um passo em direção ao fim da crise financeira.

A injeção de recursos aconteceu mediante a emissão de cerca de 264 mil novas ações ordinárias OIBR3 na bolsa brasileira, ao preço de R$ 5,26 por papel. 

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Uma das possibilidades é que os investidores estejam se antecipando à estreia das novas ações na bolsa para vender parte dos papéis.

Basicamente, a ideia seria se desfazer das ações para fazer uma espécie de ajuste de valor a mercado entre o preço da emissão de ações e a quantidade, na tentativa de reduzir um pouco o prejuízo que já tiveram com a Oi.

Os novos papéis resultantes da injeção de capital serão entregues aos investidores nesta terça-feira, depois do fechamento dos mercados. Vale destacar que 99% das novas ações irão para os credores da Oi na recuperação judicial em troca do abatimento de dívidas.

Com o aumento de capital, os acionistas atuais enfrentam uma diluição de aproximadamente 80%, ficando com uma participação minoritária na Oi. Já os credores financeiros passam a assumir uma participação significativa na empresa.

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No novo quadro acionário da Oi, a gestora de recursos Pimco passará a deter 36,48% do capital. O SC Lowy terá 12,27% e a Ashmore ficará com 9,53%. Outros acionistas ficarão com 39,71%.

2 - Novos conselheiros à mesa

Na última segunda-feira (11), a Oi também convocou uma assembleia geral extraordinária (AGE) para eleger novos conselheiros.

Os acionistas deverão votar em 11 de dezembro o estabelecimento de sete membros no conselho de administração e eleger os novos conselheiros para um novo mandato unificado até a próxima Assembleia Geral Ordinária sobre o balanço do quarto trimestre de 2024.

Entre os tópicos da assembleia também está uma reforma do Estatuto Social da Oi para refletir o aumento de capital da empresa.

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3 - Balanço da Oi (OIBR3) no 3T24

Na semana passada, a Oi entregou mais resultados fracos no terceiro trimestre de 2024, ainda sob a pressão da reestruturação, com queima de caixa, receitas em queda e lucratividade em xeque. 

Veja os destaques:

  • Lucro líquido: R$ 243 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 2,8 bilhões no 3T23;
  • Receita líquida consolidada: R$ 2,09 bilhões (-13,7% a/a);
  • Ebitda: -R$ 335 milhões (+13,5% a/a);
  • Fluxo de caixa operacional: -R$ 496 milhões (-6,7% a/a).

4 - As vendas de ativos continuam

Na tentativa de equalizar as finanças, a Oi continuou a vender ativos na estratégia prevista no plano de reestruturação de dívidas da tele. 

Desta vez, a companhia fechou mais uma transação envolvendo torres e imóveis de uma unidade produtiva isolada (UPI) para a SBA Torres Brasil.

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A venda foi acertada por R$ 40 milhões. Mas como a SBA é credora da Oi, poderá usar créditos detidos contra a companhia como forma de pagamento. 

Esse, no entanto, é mais um passo previsto na recuperação judicial — a possibilidade de transferir imóveis para as empresas de torres e satélites foi um acordo firmado com os credores em março.

Mas isso não deixa de significar que a operação, no fim, representará um ativo a menos no portfólio da já desidratada Oi.

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