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Maria Eduarda Nogueira

Maria Eduarda Nogueira

Jornalista formada pela Universidade de São Paulo (USP), com pós-graduação em Comunicação e Marketing Digital na ESPM. Atualmente, está baseada em Paris, onde faz mestrado em comunicação e mídias digitais na Sorbonne e cobre temas como luxo, turismo e arte.

ONDE INVESTIR

Feliz ano velho? BTG revela as ações favoritas para investir mesmo com cenário mais difícil para a bolsa brasileira em 2025

Relatório do banco mostra quais são as top picks em diferentes setores da economia — e de quais papéis os investidores devem ficar longe no próximo ano

Maria Eduarda Nogueira
Maria Eduarda Nogueira
17 de dezembro de 2024
19:35 - atualizado às 17:34
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Imagem: iStock.com/Dilok Klaisataporn

Se a bolsa de valores brasileira fosse personificada, ela pularia sete ondas no Ano Novo e pediria por mais prosperidade em 2025 — já que, pelo andar da carruagem, os próximos 12 meses prometem ser difíceis para as ações locais. 

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Com um cenário fiscal incerto, uma nova escalada da Selic e a falta de perspectiva para as ações subirem no curto prazo, não é preciso ter uma bola de cristal para prever o futuro da renda variável no Brasil. 

Mas nem tudo está perdido. A recomendação do BTG Pactual para os investidores é priorizar as empresas que geram caixa no curto prazo, que pagam bons dividendos e que se beneficiam de um dólar mais forte.

O banco também alerta para os perigos da bolsa diante do cenário que se desenha em 2025: o momento não é propício para varejistas, empresas alavancadas e ações com fluxo de caixa de longa duração — aquelas que vão começar a dar retornos para o acionista no médio a longo prazo.

Na visão do BTG, os lucros das empresas que vendem majoritariamente para o mercado doméstico devem ser menores no próximo ano, em comparação a 2024. 

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A situação é ainda mais crítica para as empresas alavancadas e com a maior parte da dívida atrelada à Selic. 

Leia Também

Quais ações comprar em 2025, segundo o BTG 

O final de 2024 está sendo marcado pelas altas consecutivas do dólar. Não à toa, o BTG recomenda aumentar a exposição à moeda americana por meio de algumas ações estratégicas. 

Uma delas é a WEG (WEGE3), que apesar de ser considerada cara, “oferece perspectivas de crescimento resilientes, altos retornos, exposição favorável ao câmbio e aos mercados promissores como eletrificação e renováveis”, nas palavras dos analistas. 

Ganham destaque as petroleiras por terem os produtos negociados em dólar. A Petrobras (PETR4) está entre as “principais escolhas” para o ano — também pesa em favor da estatal o histórico de pagamento de dividendos

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A Prio (PRIO3), apesar de não ser uma grande distribuidora de proventos, também é recomendada pelo BTG devido à forte geração de caixa. 

A hora e a vez dos dividendos

Os proventos, inclusive, são levados em consideração pelo banco para indicar os papéis. 

Nesse contexto, a BB Seguridade (BBSE3) é uma das recomendações por se beneficiar da alta das taxas de juros e proporcionar pagamentos generosos aos acionistas, com dividend yield (rendimento dos dividendos) na casa dos 11% ao ano. 

O banco também faz boas projeções para a TIM (TIMS3), que poderia pagar dividendos de até 17% considerando o valor de mercado da companhia nos próximos 15 meses.

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No segmento de Utilities (energia elétrica e saneamento básico), que, segundo os analistas, merece “uma parcela significativa do portfólio”, a escolha preferida é a recém-privatizada Sabesp (SBSP3)

O BTG também recomenda reservar um espaço na carteira para estas outras ações do setor: Equatorial (EQTL3), Copel (CPLE6) e Eletrobras (ELET6).

No segmento financeiro, a top pick é o Itaú (ITUB4) pela boa perspectiva de lucro e pelo alto ROE (retorno sobre patrimônio líquido, que indica quanto lucro a empresa gera para cada real investido pelos acionistas).

Ainda dá tempo de comprar incorporadoras

O BTG continua recomendando as incorporadoras voltadas para baixa renda, que se beneficiam do Minha Casa, Minha Vida.

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“O programa tem sido tão bom para compradores e construtores de casas, que a maioria das empresas agora está com caixa positivo, e são grandes pagadoras de dividendos”, escrevem os analistas. 

As principais indicações são Plano&Plano (PLPL3), Direcional (DIRR3) e Cury (CURY3).

No ramo de construção civil para alta renda, a top pick é Cyrela (CYRE3).

As exceções do varejo

Ainda que o BTG não recomende investir no varejo, existem duas exceções importantes: o Mercado Livre (MELI34) e o Grupo Mateus (GMAT3). 

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O Meli é considerado pelo banco como “vencedor no e-commerce e pagamentos da América Latina”, enquanto o Grupo Mateus “pode se beneficiar da aceleração da inflação dos alimentos e da presença no Nordeste, uma região desproporcionalmente apoiada pelos programas sociais do governo.”

Por fim, os analistas também projetam que a plataforma de e-commerce VTEX (negociada na bolsa de Nova York com o ticker VTEX) deve ter um bom 2025, com margens fortes.

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