Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

ETF de renda fixa

Melhor que o Tesouro Direto? Este investimento desconhecido tende a bater o CDI, protege da inflação e ainda paga menos imposto de renda

ETFs de renda fixa são mais eficientes, do ponto de vista tributário, que a compra direta de títulos públicos; e este ainda oferece boa proteção contra a inflação

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
28 de junho de 2023
6:20 - atualizado às 11:15
Imagem ilustrativa mostra guarda-chuva protegendo uma pilha de moedas, representando a inflação
Imagem: Shutterstock

Uma estratégia muito utilizada por investidores pessoas físicas para se proteger da inflação é a compra de títulos públicos Tesouro IPCA+ (NTN-B) no Tesouro Direto. Com remuneração indexada ao IPCA, esses papéis garantem, no vencimento, um retorno real, isto é, acima da inflação oficial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas existe outra maneira de se proteger da inflação e potencialmente vencer o CDI pagando, em certos casos, menos imposto de renda do que no Tesouro Direto: expondo-se ao IMA-B 5, índice de renda fixa que replica o desempenho de uma cesta de títulos Tesouro IPCA+ de curto prazo, isto é, com vencimentos de até cinco anos.

Esse indicador acompanha a variação dos preços desses títulos públicos no mercado, com as suas eventuais valorizações e desvalorizações de acordo com a perspectiva para os juros e a inflação.

A volatilidade dos papéis curtos, no entanto, costuma ser menor que a dos títulos públicos de prazo mais longo, cujo desempenho está menos atrelado à inflação e aos juros de curto prazo e mais ligado ao risco-país.

A maneira mais eficiente de obter um retorno similar ao do IMA-B 5, sob o ponto de vista dos custos, é por meio da compra de cotas de um ETF que reproduza o desempenho deste indicador.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

ETFs são fundos de índice, isto é, fundos de investimento fechados que seguem a variação de algum índice de mercado e cujas cotas são negociadas em bolsa, como se fossem ações.

Leia Também

Atualmente, existem dez ETFs de renda fixa na bolsa brasileira, sendo que oito deles replicam o desempenho de índices de títulos públicos. Mas apenas um é atrelado especificamente ao IMA-B 5: o B5P211, do Itaú, um fundo pouco conhecido, com apenas 4.500 cotistas e patrimônio de R$ 361,6 milhões.

IMA-B 5 venceu o CDI e a inflação pelo IPCA nos últimos dez anos

Note que comprar um ETF para se expor ao IMA-B 5 é uma estratégia diferente de comprar um Tesouro IPCA+ de prazo curto e ficar com ele até o vencimento.

Em ambos os casos, o investidor fica exposto à flutuação dos preços de mercado dos títulos, que pode ser para cima ou para baixo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas no caso do Tesouro IPCA+, o investidor pode, em última análise, carregá-lo ao vencimento e embolsar exatamente o retorno contratado na hora da compra. Eventuais lucros ou prejuízos com a variação de preços só ocorrem caso o papel seja vendido antes do vencimento.

Já no caso do ETF atrelado ao IMA-B 5, não há essa opção de levar ao vencimento. Os títulos da carteira vão vencendo e dando lugar a outros papéis com prazos inferiores a cinco anos, de forma perpétua. Na hora da venda das cotas para reaver o dinheiro, o investidor pode ter tido ganhos ou perdas, a depender do momento de mercado.

Mas um estudo recente da Itaú Asset, administradora de vários outros ETFs além do próprio B5P211, mostra que o IMA-B 5 tem sido capaz de superar o IPCA e o CDI na maior parte do tempo, sobretudo em prazos maiores.

Foram analisadas diferentes janelas de tempo – de seis, 12, 24 e 36 meses – em um período de dez anos, de 1o de março de 2013 a 28 de fevereiro de 2023, totalizando 2.512 observações para cada horizonte.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Elas mostram que o desempenho do IMA-B 5 foi quase sempre positivo e também melhor que o CDI na maioria das vezes, principalmente nos prazos de mais de dois ou três anos. Veja:

PeríodoPercentual das observações em que o desempenho foi positivoPercentual das observações em que o desempenho superou o CDI
Janela 6 meses98%66%
Janela 12 meses100%78%
Janela 24 meses100%89%
Janela 36 meses100%96%
Fontes: Anbima e Bloomberg
Elaboração: Itaú Asset Management

Observe também que, nas quatro janelas de tempo, o IMA-B 5 (linha azul) venceu o IPCA (linha pontilhada) na maior parte do tempo, sobretudo nas janelas maiores:

Desempenho do IMA-B em janelas de 6 meses vs. CDI, IPCA e IPCA + 5%
Desempenho do IMA-B em janelas de 12 meses vs. CDI, IPCA e IPCA + 5%
Desempenho do IMA-B em janelas de 24 meses vs. CDI, IPCA e IPCA + 5%
Desempenho do IMA-B em janelas de 36 meses vs. CDI, IPCA e IPCA + 5%

O B5P211, especificamente, foi lançado em novembro de 2020 e desde então apresenta um rendimento ligeiramente inferior ao CDI (24,39% vs. 24,98% da taxa de juros, já descontada a taxa de administração, mas sem descontar o IR). Já a inflação, de novembro de 2020 a maio de 2023, foi de 22,57%.

Vantagens dos ETFs em relação à compra de títulos públicos via Tesouro Direto

Mas por que investir num ETF de títulos públicos pode ser mais eficiente do que comprar os papéis diretamente no Tesouro Direto? Porque, nos ETFs, o investidor paga menos imposto de renda em algumas situações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como outros fundos de investimento, os ETFs também cobram taxa de administração. Mas, no caso dos ETFs que seguem índices de títulos públicos, a preferência tem sido por cobrar não mais que 0,20% ao ano, que é o mesmo valor da taxa de custódia obrigatória do Tesouro Direto – então ficam meio que elas por elas.

A tributação, porém, é bem diferente. ETFs de renda fixa são tributados apenas em 15% independentemente do prazo, enquanto no Tesouro Direto, a tributação se dá conforme a tabela regressiva do imposto de renda, cujas alíquotas variam de 22,5% a 15%, a depender do prazo:

Prazo do investimentoAlíquota
Até 180 dias (Até 6 meses)22,5%
De 181 a 360 dias (De 6 meses a 1 ano)20,0%
De 361 a 720 dias (De 1 a 2 anos)17,5%
Acima de 720 dias (2 anos)15,0%

Investimentos que buscam proteção contra a inflação são tipicamente de médio/longo prazo, mas caso você precise, porventura, resgatar seu dinheiro antes de dois anos, pagará mais IR no Tesouro Direto do que num ETF. Fora que, no Tesouro Direto, também há incidência de IOF para aplicações de prazos inferiores a 30 dias.

Além disso, caso o investidor não esteja visando uma geração de renda, compensa mais investir em ETF do que em Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos ETFs, o reinvestimento dos juros pagos – os chamados cupons – é automático. Logo, você não paga IR sobre eles, pois os valores não chegam a cair na sua conta.

Já no Tesouro Direto, mesmo que você queira reinvestir os cupons, precisará pagar IR ao recebê-los, e as alíquotas também seguirão a tabela regressiva acima, de acordo com o prazo da aplicação.

Finalmente, os ETFs não sofrem a incidência de come-cotas, tributação semestral dos fundos abertos, aqueles oferecidos nas plataformas de investimento. Isso é uma vantagem, por exemplo, em relação aos fundos de renda fixa comuns indexados ao IMA-B 5, pois o come-cotas realmente sacrifica a rentabilidade do cotista.

Vale lembrar que essas características de tributação não são exclusivas do B5P211, sendo comuns a todos os ETFs de renda fixa negociados na B3.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tesouro IPCA+ ou B5P211?

Por outro lado, a compra de títulos públicos pelo Tesouro Direto conta com a vantagem de o investidor poder levar o papel ao vencimento, evitando, assim, eventuais retornos negativos, como descrito anteriormente nesta matéria.

Assim, a compra direta de Tesouro IPCA+ pelo Tesouro Direto e o investimento em ETFs atrelados ao IMA-B, como o B5P211, são mais complementares do que excludentes.

Com a compra direta do título, o investidor perde em diversificação e eficiência tributária, além de precisar monitorar por conta própria os prazos, vencimentos e eventuais pagamentos de cupons, até para reinvestir os valores, se for o caso.

Porém, ganha em controle da carteira e liberdade para escolher entre vender antecipadamente ou levar ao vencimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já com o ETF, além de pagar menos imposto de renda nas situações já indicadas, esse monitoramento fica integralmente por conta do gestor, o que pode ser mais interessante para quem quer praticidade e proteção contra a inflação de uma forma estrutural na carteira, de olho no longo prazo.

Importante ressaltar que, em matéria de acessibilidade e liquidez, as duas alternativas são similares. Tanto ETFs quanto o Tesouro Direto têm baixo valor de investimento inicial e alta liquidez.

Os títulos públicos têm garantia de recompra diária pelo próprio Tesouro Nacional, caso o investidor queira sair do investimento antes do fim do prazo; já os ETFs, mesmo os pequenos, como o B5P211, contam com formadores de mercado para absorver as demandas de venda das cotas.

VEJA TAMBÉM - VIVARA (VIVA3) DISPARANDO 40%: "É SÓ O COMEÇO" — HORA DE COMPRAR

Cuidados ao investir em ETF

Para finalizar, convém ressaltar apenas alguns pontos de atenção que o investidor deve ter ao investir em ETFs de maneira geral.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

ETFs não são oferecidos na “prateleira” das corretoras, como os fundos de investimento abertos e mais conhecidos das pessoas físicas. Para adquiri-los, é preciso ter acesso ao home broker da sua corretora e comprar as cotas na bolsa.

Ao fazer a compra, o investidor pode estar sujeito a taxas de corretagem e custódia (muitas das principais corretoras zeram esses custos hoje em dia), além de precisar pagar os emolumentos à B3.

Caso queira sair do investimento ou recuperar parte do valor investido, o cotista não consegue fazer um resgate. Ele precisa vender suas cotas na bolsa para outro investidor, pelo preço de mercado do dia da venda, o que também deve ser feito via home broker.

No caso de ETFs de renda fixa, a tributação é feita na fonte na hora da venda das cotas, então o investidor não precisa se preocupar em calcular o IR devido e recolhê-lo, como ocorre com os ETFs de renda variável e outros investimentos de bolsa, como ações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mesmo assim, o investidor precisa manter um controle de quantas cotas comprou a cada aquisição e por qual preço, além de calcular o custo médio de aquisição dessas cotas, para poder declará-las corretamente no imposto de renda.

Diferentemente do que ocorre com os fundos de investimento abertos, as movimentações e os valores referentes a ETFs a serem informados na declaração de IR não constam em informe de rendimentos. Você encontra mais informações sobre como os ETFs são tributados e declarados nesta outra matéria.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
RENDA FIXA

A maré virou: fundos de debêntures ficam abaixo do CDI em março e investidores de renda fixa começam a pular do barco

9 de abril de 2026 - 13:26

Aumento nos casos de recuperações judiciais e extrajudiciais mexeu na precificação dos títulos de dívida

CRÉDITO (IN)SEGURO

As agências de rating erraram? O que as revisões bruscas das notas de empresas encrencadas revelam sobre o papel da classificação de risco

9 de abril de 2026 - 6:05

Os casos de recuperações judiciais e extrajudiciais se avolumam a cada dia e trazem à tona o papel das agências de classificação de risco, que ficaram atrás de alguns eventos, como Raízen e Banco Master

RENDA FIXA

Empresas estão ‘perdendo a vergonha’ de pôr credor para pagar a conta, diz sócio da Vinland, diante de enxurrada de recuperações

8 de abril de 2026 - 19:30

Em evento do Bradesco BBI, executivo defendeu uma lei de falência mais pró-credor, ante tantas recuperações judiciais e extrajudiciais

RENDA FIXA + ETFS

Proteção contra a inflação e uma mesada: este ETF de renda fixa investe em Tesouro IPCA+ de um jeito diferente e ainda paga dividendos

1 de abril de 2026 - 19:02

O AREA11, do BTG Pactual, estreou faz pouco tempo e traz duas novidades para o investidor que gosta de dividendos, mas quer se manter na renda fixa

BALANÇO DO MÊS

Tesouro Selic e CDI: só ganharam em março os investimentos que nunca perdem

31 de março de 2026 - 19:40

Bitcoin e dólar também fecharam o mês no azul, mas com um caminho bem mais tortuoso do que o rentismo garantido de um juro em 15% ao ano

DEBÊNTURES E BONDS

Renda fixa privada: juro alto é a pedra no sapato dos títulos de dívida de empresas brasileiras; mas no exterior, investidor pode ousar mais

31 de março de 2026 - 18:50

É hora de ser cauteloso em relação ao crédito privado de maior risco no mercado local, mas no exterior há boas oportunidades, dizem gestores

NÃO FORAM SÓ AS AÇÕES

Títulos de renda fixa de Hapvida, CSN e Assaí também refletem momento difícil das empresas e veem forte queda no mercado

23 de março de 2026 - 19:04

Excesso de dívida e queima de caixa preocupam investidores, que exigem prêmio maior para manter papéis na carteira

RENDA FIXA

Tesouro Nacional reduziu o pânico, mas taxas dos títulos públicos devem continuar altas em resposta ao cenário global

20 de março de 2026 - 19:45

Tesouro fez recompras de títulos públicos ao longo da semana para diminuir a pressão vendedora, mas volatilidade deve continuar com escala da guerra no Oriente Médio

MEDO NO AR

Renda fixa: títulos públicos do mundo inteiro disparam com a expectativa de uma nova onda de aumento dos juros

20 de março de 2026 - 17:25

Preocupação com inflação levou o principal título da Inglaterra a oferecer 5% de juro, maior nível desde 2008; nos EUA, o Treasury de 30 anos chegou a 4,95%

SIMULAÇÃO

Renda fixa: quanto rendem R$ 10 mil no CDB, na LCA, no Tesouro Selic e na poupança com os juros em 14,75% ao ano?

18 de março de 2026 - 19:42

O Copom reduziu a taxa Selic, mas o retorno da renda fixa continua o mais atrativo do mercado; confira as rentabilidades

RENDA FIXA

Tesouro Direto: Prefixado a 14% e IPCA + 8% aqui não! Tesouro Nacional vai às compras e isso é bom para a sua carteira

17 de março de 2026 - 19:32

Iniciativa do Tesouro acalmou o mercado de títulos públicos e tende a diminuir preços e taxas diante da crise com a guerra no Oriente Médio

RENDA FIXA

O que vai acontecer com a renda fixa? Situação da Raízen (RAIZ4) e corte na Selic são motivos de alerta para gestores de fundos

16 de março de 2026 - 19:48

Fundos de crédito começam a registrar resgates pelos investidores, mas volume ainda é pequeno — o risco é aumentar nos próximos meses

CRÉDITO EM CRISE

Raízen (RAIZ4): como ficam as debêntures, bonds e CRAs após o pedido de recuperação extrajudicial?

11 de março de 2026 - 18:33

Alterações em prazos, juros ou conversões para ações podem afetar os títulos de dívida que têm a Raízen como devedora

ISENTO DE IR

Renda fixa: LCAs mais rentáveis de fevereiro pagam até 94,5% do CDI, sem imposto de renda; veja prazos e emissores

10 de março de 2026 - 19:45

As emissões com taxas prefixadas ofereceram 11,59% de juro ao ano — quase 1% ao mês isento de IR

CARTEIRA RECOMENDADA

Corte na taxa Selic e guerra no Oriente Médio: como investir em Tesouro Direto e outros títulos de renda fixa em março?

10 de março de 2026 - 14:01

Incerteza global mexeu nas taxas dos títulos públicos e interrompeu os ajustes na precificação dos títulos de renda fixa pela perspectiva de corte nos juros

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Paradoxo da Selic: corte nos juros tende a diminuir risco de calote na renda fixa, mas Sparta alerta para outro risco no horizonte

9 de março de 2026 - 15:32

Ciclo de queda da taxa básica de juros tende a aumentar a volatilidade no mercado secundário de crédito privado e lembrar ao investidor que renda fixa não é proxy de CDI

CRÉDITO PRIVADO

Os juros vão cair, e esses são os melhores setores para investir na renda fixa com a taxa Selic menor

23 de fevereiro de 2026 - 19:04

Relatório da Empiricus com gestores de crédito mostra quais são as apostas dos especialistas para um corte maior ou menor nos juros; confira

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Renda fixa sem IR: é hora de investir em CRAs ou em debêntures incentivadas? A Sparta responde

23 de fevereiro de 2026 - 14:01

A vantagem fiscal não deve ser o único benefício de um título de crédito — o risco também deve ser remunerado, e nem toda renda fixa está pagando essa conta

OPORTUNIDADE NO CRÉDITO

Não é hora de sair da renda fixa? Moody’s prevê bilhões em emissões no primeiro semestre

12 de fevereiro de 2026 - 18:58

Com R$ 117 bilhões em títulos para vencer, empresas devem vir a mercado para tentar novas emissões, a taxas ainda atraentes para o investidor

RENDA FIXA

CDBs dos bancos Pleno, Original e Pine estão entre os mais rentáveis de janeiro, pagando até 110% do CDI; vale a pena investir?

10 de fevereiro de 2026 - 16:15

Levantamento da Quantum Finance mostra quais emissões ficaram com taxas acima da média do mercado

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia