🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Há crise de crédito?

Efeito Americanas: após queda de quase 30% em índice de debêntures, renda fixa privada vive crise ou abriu oportunidades?

Escândalo da varejista e problemas financeiros apresentados por empresas como Light, Marisa, CVC, Oi e aéreas derrubaram preços de debêntures e fizeram seus juros dispararem; é hora de comprar ou vivemos uma crise de crédito?

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
17 de março de 2023
6:22 - atualizado às 8:37
Americanas
Desvalorização das debêntures da Americanas fazem índice de papéis atrelados à inflação acumular quase 30% de queda no ano; mas foram os problemas da Light que mais preocuparam os investidores de crédito privado. - Imagem: Montagem Seu Dinheiro

Queridinho dos investidores quando os juros estão altos e a bolsa vai mal, o mercado de renda fixa passou por um susto neste início de ano: as debêntures, títulos de dívida emitidos por empresas, sofreram fortes desvalorizações com a divulgação de um rombo bilionário na Americanas e as notícias de dificuldades financeiras de uma série de outras empresas abertas, como Light, Marisa, CVC, Oi, Gol e Azul.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como essas companhias têm debêntures negociadas no mercado brasileiro, as más notícias impactaram negativamente os preços dos papéis e fizeram suas taxas de juros dispararem à medida que investidores correram para se desfazer de seus títulos, diante de uma percepção de risco de crédito aumentado.

O movimento se alastrou por todo o mercado de debêntures, afetando de forma generalizada os títulos negociados, num contágio oriundo daquele pânico momentâneo. Dessa maneira, vimos uma reprecificação geral nesse segmento, piora na captação dos fundos de crédito privado e redução nas emissões de debêntures.

Diante da Selic elevada por tempo prolongado, o aperto monetário nos países desenvolvidos, as notícias de dificuldades financeiras numa série de empresas por causa do custo do crédito e, mais recentemente, da crise bancária nos Estados Unidos, cabe questionar se estamos, afinal, diante de uma crise de crédito no Brasil, ou se, na verdade, abriram-se oportunidades de investimento em bons títulos de crédito privado.

Afinal, é um bom momento para se investir em debêntures e fundos de crédito privado? Ou o cenário demanda ainda mais cautela do investidor?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O efeito Americanas no mercado de debêntures

A notícia de que a Americanas tinha um rombo de pelo menos R$ 20 bilhões no balanço veio a público na noite de 11 de janeiro, e dentro de uma semana, no dia 19, a varejista pediu recuperação judicial.

Leia Também

O efeito da revelação de inconsistências contábeis foi imediato, com os investidores tentando se desfazer às pressas das debêntures de Americanas, diante da percepção de que a varejista não seria capaz de pagar suas dívidas.

Apenas no dia seguinte à notícia, os papéis da Americanas despencaram cerca de 50%. Mas na semana entre a divulgação do rombo e o pedido de RJ, as debêntures continuaram sofrendo, e a aversão a risco acabou contaminando os títulos de dívida de outras empresas, ainda que com impacto mais limitado. Afinal, a derrocada de uma companhia do porte da Americanas tem o potencial de afetar muitos outros negócios e a economia como um todo.

Após o pedido de recuperação judicial, no entanto, o desempenho das debêntures de outras empresas começou a normalizar, mostrando que o contágio foi limitado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda assim, por causa da Americanas e do desempenho negativo daquela única semana, o Índice de Debêntures Anbima (IDA-Geral), indicador que mede o desempenho de uma cesta com as principais debêntures do mercado, recuou 1,69% em janeiro.

O efeito foi ainda mais dramático no IDA-IPCA ex-Infraestrutura, subíndice que acompanha o desempenho das debêntures com remuneração indexada ao IPCA, mas sem considerar as de infraestrutura, que tombou nada menos que 28,56% no período, diretamente afetado pelo grande peso dos papéis da Americanas na sua carteira. O índice ainda acumula perda de 27,5% no ano.

  • Você investe em ações, renda fixa, criptomoedas ou FIIs? Então precisa saber como declarar essas aplicações no seu Imposto de Renda 2023. Clique aqui e acesse um tutorial gratuito, elaborado pelo Seu Dinheiro, com todas as orientações sobre o tema.

Os fundos de crédito privado, mesmo os de menor risco, sofreram um bocado nesta época, uma vez que a Americanas era vista, antes do escândalo, como um emissor de baixo risco. Um caso notório foi o de um fundo do Nubank, maior do país em sua categoria, que teve retorno negativo pela primeira vez, apesar de ser vendido como adequado para a reserva de emergência.

Mas a normalização do mercado após o pedido de RJ da Americanas parece ter ajudado os fundos de crédito privado a se segurarem bem em janeiro, em termos de rentabilidade. Não obstante, esses fundos, que tiveram um 2022 muito positivo em matéria de captação, viram uma onda de resgates, que totalizaram, em termos líquidos, algo em torno de R$ 2,64 bilhões:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Classificação AnbimaDesempenho em janeiroCaptação líquida em janeiro
Renda Fixa Duração Baixa Crédito Livre-0,44%-R$ 840,2 milhões
Renda Fixa Duração Média Crédito Livre0,39%+R$ 705,2 milhões
Renda Fixa Duração Alta Crédito Livre0,61%-R$ 191,5 milhões
Renda Fixa Duração Livre Crédito Livre0,46%-R$ 2,313 bilhões
Fonte: Anbima

Para Ulisses Nehmi, CEO da gestora de renda fixa Sparta, no entanto, o efeito na captação foi até menor do que o esperado. “A gente se preparou para uma onda de resgates, mas o impacto na captação foi bem limitado. A gente atribui isso ao reajuste rápido nos preços. Depois que já reprecificou, não faz mais sentido vender”, diz.

O efeito nas novas emissões de debêntures também parece ter sido limitado. De fato, em janeiro, o volume ofertado foi de R$ 18,7 bilhões, quando no ano passado a cifra superou os R$ 20 bilhões em quase todos os meses; ainda assim, não foi uma queda tão brusca, e foi um volume bem maior do que os cerca de R$ 7 bilhões de janeiro do ano passado.

Efeito Light deixou investidor mais pessimista

Só que na virada de janeiro para fevereiro começaram a pipocar as notícias sobre outras empresas abertas encrencadas, como Light, Marisa, CVC, Oi e as aéreas. E isso sim teve um impacto maior no mercado de debêntures, diz Ulisses Nehmi - principalmente por conta da Light, que tinha mais exposição ao mercado local de debêntures.

“Aí se abriu uma frente de resgates bem grande e uma reprecificação importante, derrubando as cotas dos fundos. Mas agora a gente já vê uma redução no ritmo dos resgates”, diz o gestor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em fevereiro, o IDA-Geral caiu 0,59%, e o IDA-IPCA recuou 1,04%. As ofertas públicas de debêntures tiveram volume três vezes menor que no mês anterior, totalizando apenas R$ 6,6 bilhões, uma queda de 64,5% em comparação a fevereiro de 2022.

E apesar de o desempenho médio de cada classe de fundos de crédito privado ter conseguido terminar o mês positivo mais uma vez, os resgates líquidos chegaram a mais de R$ 4 bilhões, bem acima dos R$ 2,64 bi de janeiro, em um mês com muito menos dias:

Classificação AnbimaDesempenho em fevereiroCaptação líquida em fevereiro
Renda Fixa Duração Baixa Crédito Livre0,57%-R$ 2,6 bilhões
Renda Fixa Duração Média Crédito Livre0,24%-R$ 987 milhões
Renda Fixa Duração Alta Crédito Livre0,80%+R$ 213 milhões
Renda Fixa Duração Livre Crédito Livre0,39%-R$ 809 milhões
Fonte: Anbima

Há uma crise de crédito em curso?

E chegamos aqui à questão crucial. As dificuldades financeiras exibidas por tantas empresas brasileiras neste cenário de juros altos e os efeitos negativos que as notícias envolvendo algumas delas causaram no mercado de debêntures significam que há uma crise de crédito, que pode haver uma quebradeira generalizada e que o investidor pessoa física deve ficar longe deste mercado?

“Isso tem muito a ver com o cenário macroeconômico. Se o ambiente de incerteza continuar, com juros muito altos por muito tempo, pode acontecer [uma crise de crédito]. Mas hoje não tem”, diz Ulisses Nehmi.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele diz que, de fato, para empresas menores e com menos musculatura financeira, a Selic elevada está sendo um grande problema, e o risco delas aumentou. Mas esse não é o caso das empresas grandes e menos endividadas. E, no caso delas, o problema do juro alto, neste momento, prejudica mais o acionista do que o credor.

“O custo do crédito aumentou, mas os bancos continuam dando crédito, só que em condições boas para eles. Disso para uma crise de crédito tem um chão enorme”, observa.

Ele também frisa que é importante diferenciar o escândalo das Americanas do que aconteceu com as demais empresas, como a Light. No caso da varejista, há indicativos de fraude, não se trata de um problema operacional ou de má gestão da dívida que acaba explodindo com a Selic elevada. Houve um aumento do risco de crédito da empresa, mas não por razões macroeconômicas.

Finalmente, o caso Americanas, assim como a crise bancária nos Estados Unidos, são eventos que têm a capacidade de reduzir o ritmo da atividade econômica nos seus respectivos países, abrindo espaço para um alívio nos juros e, consequentemente, no endividamento das empresas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Queda dos preços e aumento das taxas abriu oportunidades?

Sendo assim, o gestor da Sparta ressalta que não seria racional resgatar fundos de crédito privado ou vender suas debêntures agora, a menos que seja para trocá-las por outras mais interessantes.

Primeiro, porque o mercado já está se recuperando - os índices de debêntures da Anbima, por exemplo, acumulam alta em março; segundo, porque, dado o contágio no mercado, acabaram surgindo oportunidades em papéis emitidos por empresas de maior musculatura financeira e menor risco de crédito, os títulos chamados de high grade. “Está mais atrativo do que, por exemplo, há três meses, quando as taxas estavam menores.”

Nehmi diz que o indicativo disso é que os investidores mais sofisticados, como bancos e fundos de investimento, estão comprando. “Os preços atuais estão bastante convidativos. Os gestores de crédito estão aproveitando”, diz o gestor, que também aproveitou o momento para reciclar a carteira dos seus fundos.

De olho no emissor

Ele destaca, no entanto, que é importante ficar atento aos setor do emissor num momento como esse. Empresas de setores como o varejo e o imobiliário, por exemplo, sofrem muito em cenário de juros altos, que de fato aumentam o risco de crédito desses negócios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já num setor como o de infraestrutura, o impacto dos juros é bem mais baixo. “O setor de infraestrutura está com os preços bastante distorcidos. O spread de crédito [diferença entre a remuneração da debênture e a dos títulos públicos equivalentes] está quase nos níveis da pandemia. Há uma oportunidade muito grande nesse segmento, mais protegido do cenário macro”, diz Nehmi.

Talvez seja melhor esperar um pouco

Já Dennis Kac, sócio e CIO da gestora de fortunas Brainvest, acha que o momento ainda é de alguma cautela com o mercado de debêntures, e não pela qualidade do crédito, mas pela possibilidade de mais resgates por parte dos investidores, o que ainda pode machucar os preços dos papéis.

Embora ainda mantenha posições em crédito privado para seus clientes, estas estão menores do que no fim do ano passado, por uma postura mais conservadora com a eleição de Lula.

Mas, embora admita que os eventos corporativos recentes tenham aberto oportunidades no mercado de debêntures, a Brainvest ainda aguarda para voltar a comprar, mas não pelo risco de crédito e sim por acreditar que a onda de resgates ainda não terminou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Entendemos que o mercado vai levar alguns meses para digerir esses acontecimentos, então estamos olhando de longe, por enquanto”, diz Kac, que, no entanto, diz não ver risco sistêmico no momento.

“Achamos que ainda há resgates contratados nas gestoras de fundos de crédito, que podem precisar vender ativos para fazer jus aos saques dos cotistas”, completa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
RENDA FIXA

Com juros altos, o fantasma do endividamento ainda pode assombrar as empresas em 2026? O que esperar do mercado de dívida corporativa

15 de janeiro de 2026 - 6:24

Apesar da pressão dos juros altos, a maioria das empresas fez ajustes importantes, e o setor segue com apetite por crédito — mas nem todas escaparam ilesas

GANHO EM DÓLAR

BTG recomenda bond da Raízen (RAIZ4) na carteira de renda fixa internacional — e outros quatro títulos de dívida de brasileiras

14 de janeiro de 2026 - 17:45

Banco afirma que o mercado “exagerou na punição” à dívida da companhia e vê retorno atrativo para investidores em meio ao forte desconto

CARTEIRA RECOMENDADA

Tesouro Prefixado ou Tesouro IPCA+? O que dizem as recomendações de renda fixa e Tesouro Direto para janeiro

13 de janeiro de 2026 - 12:32

Itaú BBA e XP divergem em suas recomendações de títulos públicos no início deste ano; corretoras e bancos também indicam CRI, CRA, debêntures e CDB

OURO DE TOLO

Investiu em CDBs do Master? Seu retorno pode estar abaixo de 100% do CDI! Veja quanto você já deixou de ganhar com o dinheiro parado

9 de janeiro de 2026 - 12:20

Demora no ressarcimento pelo FGC faz a rentabilidade contratada diluir ao longo do tempo, e o investidor se vê com retorno cada vez menor

BALANÇO DA RENDA FIXA

Com Selic a 15%, renda fixa conservadora brilhou em 2025, mas destaque foram os prefixados; veja o desempenho do Tesouro Direto no ano

1 de janeiro de 2026 - 12:10

Melhor desempenho entre os títulos públicos ficou com os prefixados, que chegaram a se valorizar mais de 20% no ano; na renda fixa privada, destaque foram as debêntures incentivadas

É A VEZ DO CRÉDITO

Adeus, poupança. Olá, debêntures! Como as mudanças na renda fixa mexeram com investimentos e crédito às empresas

22 de dezembro de 2025 - 14:32

Investimentos como CRI/CRA, debêntures e outros reduziram a participação dos bancos nos empréstimos corporativos

RENDA FIXA

Banco ABC Brasil lança LCIs e LCAs com pagamento de juros mensais — entenda a novidade nos títulos isentos de IR

16 de dezembro de 2025 - 17:45

Novos títulos têm vencimento fechado, sem a possibilidade de resgate antecipado

RENDA FIXA

Como garantir retorno de 1% ao mês antes do corte da Selic? Veja simulações de taxas e títulos de renda fixa

11 de dezembro de 2025 - 6:02

O Copom ainda não cortou a taxa de juros, mas isso deve acontecer em breve — e o mercado já se move para ajustar os retornos para baixo

CARTEIRA RECOMENDADA

Última chamada do ano para maiores retornos na renda fixa: carteira de dezembro vai de CRAs da Minerva a CDB prefixado de 14% ao ano

8 de dezembro de 2025 - 14:58

BTG Pactual, BB Investimentos, Itaú BBA e XP recomendam aproveitar as rentabilidades enquanto a taxa de juros segue em 15% ao ano

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Ambipar (AMBP3) não é Americanas (AMER3): as lições dos calotes de 2025 no mercado de crédito privado para avaliar o risco da sua carteira

5 de dezembro de 2025 - 18:09

Em carta mensal, Sparta analisa por que os eventos de crédito deste ano não doeram tanto no mercado de debêntures quanto os de empresas como Americanas e Light em 2023 e avalia os cenários de risco e oportunidades à frente

TEMOR NÃO SE CONFIRMOU

A onda de resgates foi só uma marolinha: para gestor da ARX, fundos de crédito isentos de IR continuarão bombando em 2026

27 de novembro de 2025 - 6:01

Pierre Jadoul não vê investidor disposto a tomar risco e enfrentar volatilidade enquanto juros continuarem altos e eleições aumentarem imprevisibilidade

TEMPO LIMITADO

CDB que rende 150% do CDI é a aposta de investimento do Mercado Pago para a Black Friday

17 de novembro de 2025 - 19:32

O produto estará disponível por tempo limitado, entre os dias 24 e 28 de novembro, para novos clientes

RENDA FIXA

Órfão dos CDBs de 120% do CDI do Banco Master? Confira as opções mais rentáveis com outros emissores e indexadores

17 de novembro de 2025 - 6:09

Após o tombo do Banco Master, investidores ainda encontram CDBs turbinados — mas especialistas alertam para o risco por trás das taxas “boas demais”

ANBIMA DATA

Tesouro Direto: Prefixados disparam e lideram retorno da renda fixa — e tendência deve se intensificar até 2026

15 de novembro de 2025 - 17:05

Levantamento da Anbima mostra que a expectativa de queda da Selic puxou a valorização dos títulos de taxa fixa

ESTRATÉGIA DOS GESTORES

O prêmio voltou: gestores viram a mão nas debêntures isentas de IR, mas ainda apostam em retorno melhor à frente

12 de novembro de 2025 - 18:51

A correção de spreads desde setembro melhora a percepção dos gestores em relação às debêntures incentivadas, com o vislumbre de retorno adequado ao risco

RENDA FIXA

Tesouro Direto: prefixado curto dá adeus aos 13% ao ano — atrelados à inflação começam a perder taxa de 7%

11 de novembro de 2025 - 14:01

Surpresa da divulgação do IPCA de outubro foi gatilho para taxas do Tesouro Direto se afastaram dos níveis mais altos nesta terça-feira (11)

CARTEIRA RECOMENDADA

Renda fixa para novembro: CRAs da Minerva e CDB que paga IPCA + 8,8% são as estrelas das recomendações do mês

7 de novembro de 2025 - 14:21

BTG Pactual, BB Investimentos, Itaú BBA e XP recomendam aproveitar as rentabilidades enquanto a taxa de juros segue em 15% ao ano

RENDA FIXA

Onda de resgates em fundos de infraestrutura vem aí? Sparta vê oportunidade nos ativos isentos de IR listados em bolsa

6 de novembro de 2025 - 16:40

Queda inesperada de demanda acende alerta para os fundos abertos, porém é oportunidade para fundos fechados na visão da gestora

DEBÊNTURES INCENTIVADAS

A maré virou: fundos de infraestrutura isentos de IR se deparam com raro mês negativo, e gestor vê possível onda de resgates

3 de novembro de 2025 - 6:04

Queda inesperada de demanda por debêntures incentivadas abriu spreads e derrubou os preços dos papéis, mas movimento não tem a ver com crise de crédito

DE OLHO NOS RENDIMENTOS

Ficou mais fácil: B3 passa a mostrar posições em renda fixa de diferentes corretoras na área do investidor

23 de outubro de 2025 - 17:50

Funcionalidade facilita o acompanhamento das aplicações, refletindo o interesse crescente por renda fixa em meio à Selic elevada

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar