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Entrevista de Dirceu ampliou o afastamento com lideranças do centro e deu munição aos adversários da oposição; veja as reações
Lula deve disputar a reeleição em 2026 e, assim, ajudar o PT a ficar 12 anos no poder para concluir um projeto de desenvolvimento. A entrevista de José Dirceu, petista histórico e ex-ministro da Casa Civil, à Rede TV provocou reações tanto na oposição como em apoiadores do presidente.
Mesmo afastado da executiva nacional do partido e do Palácio do Planalto, Dirceu expôs uma proposta continuísta de poder do partido, que pela visão do ex-ministro comandaria o país até 2034. O ex-homem forte do PT e do governo também questionou a Operação Lava Jato e sua condenação por corrupção.
A fala de Dirceu ampliou o afastamento com lideranças do centro e deu munição aos adversários da oposição.
"O PT olha para o passado ou para o futuro distante em vez de olhar para o aqui e agora. Tem muita coisa para ser feita no presente", disse o ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior, que apoiou Lula no segundo turno.
Lembrando que Lula já é alvo de críticas de antigos adversários - que se juntaram a ele numa frente contra Jair Bolsonaro - pela ofensiva contra a atuação do Banco Central e o tom de revanchismo nos discursos.
Presidente nacional do Cidadania, o ex-senador Roberto Freire foi na mesma linha. "Dentro da democracia qualquer cidadão pode sonhar com o que quiser, mas o autor dessa frase nunca foi muito adepto do processo democrático. O PT não tem a democracia como um valor universal, tanto que apoia ditaduras pelo mundo", afirmou.
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Alinhado ao bolsonarismo, o senador Ciro Nogueira (PI), presidente do PP e ex-ministro da Casa Civil, reagiu nas redes sociais à entrevista de Dirceu. "Não permitiremos a implantação do Lulaquistão!", escreveu o parlamentar no Twitter.
Um dos mais ativos deputados do bloco de oposição no Congresso, o deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS) também repercutiu a entrevista do ex-ministro.
"Estão à vontade para falar sobre o projeto de poder infinito que têm", afirmou o parlamentar ao Estadão. "Impunidade e conivência do Judiciário, somada à omissão do Legislativo, garantem ao PT a blindagem necessária para revelar em público o que sempre foi seu plano de dominação política."
Para o cientista político José Álvaro Moisés, a declaração de Dirceu "é uma coisa previsível". "Isso não pode ocorrer com uma força política desejando alcançar esse prolongamento da sua presença no governo através de métodos autoritários que eventualmente bloqueiem a oposição", observou.
"Qualquer força política de esquerda, de direita ou centro, que se propõe a ficar mais tempo no governo, essa pretensão tem que respeitar absolutamente todas as regras."
Em conversas reservadas, petistas dizem que Dirceu não deve ser visto como um porta-voz do governo nem do partido, e reclamam que o ex-ministro criou uma agenda negativa às vésperas da viagem de Lula à China.
Apesar de não ter cargo no PT, Dirceu ainda é uma liderança influente na sigla. Ele inclusive emplacou o filho, o deputado Zeca Dirceu, como líder do partido na Câmara.
No aniversário de 43 anos do PT, em fevereiro, Lula o chamou ao palco e o agradeceu. No evento em Brasília também estavam outros ex-presidentes do PT.
Por fim, a defesa que o ex-chefe da Casa Civil fez da reeleição de Lula em 2026 está em linha com a narrativa da presidente do PT, Gleisi Hoffmann.
Assista à entrevista de José Dirceu à rede TV no vídeo abaixo:
*Com informações do Estadão Conteúdo
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