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Não é só o temor de ser forçado a sair do país que faz o ex-presidente rever seu planejamento original, a questão do visto também pesa — entenda por quê
A pressão dos democratas nos EUA para a extradição de Jair Bolsonaro parece estar surtindo efeito. O ex-presidente comunicou ao comando bolsonarista ligado ao PL que vai retornar ao Brasil.
O plano inicial era ficar em Orlando, na Flórida, pelo menos um mês, mas diante da pressão que a ala democrata está exercendo sobre o presidente norte-americano, Joe Biden, para que mande Bolsonaro de volta ao Brasil, o próprio ex-presidente resolveu voltar para casa por conta própria.
Para isso, no entanto, Bolsonaro disse que precisa superar a crise de obstrução intestinal que, segundo pessoas próximas, teria levado o ex-presidente a um hospital nos EUA.
Pelo menos cinco deputados democratas norte-americanos se manifestaram nas redes sociais pedindo a extradição de Bolsonaro.
Segundo fontes próximas do ex-presidente ouvidas pelo UOL, Flávio e Eduardo Bolsonaro temem que o pai seja realmente enviado de volta ao Brasil pelo governo dos EUA.
Além disso, os filhos também avaliam a possibilidade de fortalecimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva após os ataques em Brasília em um momento no qual Bolsonaro está longe do Brasil.
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Para que uma extradição seja possível, no entanto, o governo ou a Justiça brasileira precisa entrar com o pedido seguindo algumas regras, entre elas, o alvo da extradição precisa ter um mandado de prisão emitido — e, no caso de Bolsonaro, não há até o momento. Confira mais detalhes sobre o processo de extradição no Brasil.
Na segunda-feira (09), no entanto, o senador Renan Calheiros (MDB) formalizou um pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) para que Bolsonaro se apresente ao país em 72 horas sob pena de ser preso.
Vale lembrar que o ex-presidente não é investigado formalmente no inquérito das milícias digitais, aberto a partir do inquérito dos atos antidemocráticos.
Outra questão nebulosa em torno da permanência de Bolsonaro nos EUA é o visto.
Ontem, o Departamento de Estado norte-americano informou que pessoas que entram no país com um visto oficial e perdem esse status precisam solicitar outra categoria do documento se quiserem continuar em território norte-americano.
Bolsonaro deixou o Brasil rumo à Flórida dois dias antes da posse de Lula. Na ocasião, ele ainda era presidente e, supostamente, usou o passaporte diplomático para entrar nos EUA. Agora, Bolsonaro precisa de um visto de turista para permanecer no país — para o qual há exigência de comprovante de vacinação contra a covid-19.
E não por acaso o ex-presidente tinha planos de ficar um mês nos EUA. A categoria do documento utilizado por ele para entrar nos EUA tem o prazo de validade de 30 dias. Portanto, se quiser ficar mais tempo por lá, é preciso solicitar outro tipo de visto.
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