O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O ministro reiterou otimismo ao dizer que o País pode “deslanchar” com a conclusão da reforma tributária, que voltou a definir como “mãe de todas as reformas”
Dentro do ministério da Fazenda, há quem esteja vendo um copo chamado Brasil meio cheio. É o caso do chefe da pasta, Fernando Haddad, que se disse otimista com relação ao cumprimento das metas fiscais do governo.
Na mesma fala, Haddad reiterou otimismo ao dizer que o País pode "deslanchar" com a conclusão da reforma tributária, que voltou a definir como "mãe de todas as reformas", além do pacote de reformas financeiras cuja continuidade foi anunciada hoje em evento no Rio de Janeiro.
Mas há quem enxergue o copo meio vazio. É o caso do grupo técnico da pasta — que, na visão de Haddad, tem sido conservador, adotando sempre as menores previsões de arrecadação para não frustrar expectativas à frente.
Até por isso, o orçamento estaria sendo feito sob bases "sólidas", disse o ministro.
Haddad foi questionado por jornalistas sobre as contas do governo após afirmar que as reformas tributárias e uma eventual reforma sobre o imposto de renda não devem ter como objetivo um incremento de arrecadação e facilitação do ajuste fiscal no futuro.
Segundo o chefe da pasta, o ajuste fiscal de momento tem sido feito via redução de gastos tributários, retomada de questões antigas — como marco de garantias e o sistema de votação do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) — e acabando com 'penduricalhos', termo usado em referência a renúncias fiscais consideradas indevidas por terem baixo impacto social.
Leia Também
Isso porque as renúncias fiscais de hoje chegam a 6% do PIB e a mudança no funcionamento do Carf vai resolver o represamento de processos da ordem de R$ 1,4 trilhão, segundo Haddad.
"Saltamos de menos de R$ 600 bilhões para R$ 1,4 trilhão. É um aumento considerável", disse Haddad, sobre a arrecadação potencial ligada a julgamentos do tribunal administrativo do Ministério da Fazenda.
Questionado sobre mudanças no Simples Nacional ou Super Simples, Haddad foi direto ao dizer que isso não está no horizonte do governo.
No segundo semestre, a Secretaria de Reformas Econômicas, liderada por Marcos Pinto, vai se debruçar sobre 17 de 120 propostas discutidas com entidades do mercado financeiro.
As prioridades desse pacote serão aquelas medidas para facilitar o crédito e estimular o mercado de capitais e o de seguros, disse Haddad.
A ideia é dar mais acesso a recursos da poupança para pequenas empresas, levando-as para o mercado de dívidas; melhorar o tratamento tributário a operações de hedge de empresas brasileiras no exterior; e facilitar crédito consignado a empregados do setor privado, entre outras medidas.
Haddad lembrou que a equipe de Pinto já encaminhou 18 projetos no ano e agora vai atacar outros 17, sendo tão importante quanto a secretaria especial da reforma tributária, liderada pelo economista Bernard Appy.
"Chegamos a desarquivar projetos que estavam abandonados no Congresso. É o caso do marco de garantias, que agora volta para a Câmara, que vai dar a palavra final. Estamos dialogando com o setor de seguros para um novo marco de seguros", disse o ministro.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Os dados mostram também o filho de Jair Bolsonaro numericamente a frente de Lula no segundo turno, apesar da igualdade técnica entre ambos
Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra Lula ainda à frente de Flávio Bolsonaro e Tarcísio no primeiro turno, mas com a menor vantagem da série histórica contra o senador. No segundo turno, cenário indica empate técnico com o filho do ex-presidente e desvantagem contra o governador paulista
O avanço do senador nas intenções de voto para as eleições 2026 ocorre em um momento em que a avaliação do governo Lula segue pressionada
O magistrado é acusado de crime de responsabilidade, suspeição e conflito de interesses na condução do inquérito que apura as fraudes bilionárias
Levantamento mostra Lula à frente em todas as simulações, enquanto a avaliação de seu governo segue em empate técnico, com 49% de desaprovação e 47% de aprovação; confira quem tem mais chances no embate contra o petista
Apesar da rejeição elevada, Lula mantém vantagem sobre Tarcísio, Flávio, Michelle e outros adversários em todos os cenários; levantamento mostra o petista com 40,2% no primeiro turno e vitórias apertadas no segundo
Bolsonaro pede ao STF para entrar em programa de leitura para redução de pena. Veja como funciona o sistema por meio do qual o ex-presidente tenta reduzir tempo de reclusão
Erich Decat, analista político da Warren, faz um balanço da gestão Lula 3 no podcast Touros e Ursos, e comenta os impactos da queda de Nicolas Maduro nas eleições brasileiras
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos
Ex-ministro da Economia acredita que o mundo vive um novo momento de desordem em que os conservadores estão à frente das mudanças
Em visita à Indonésia, Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato; pesquisas mostram o petista na liderança das intenções de voto