🔴 OPÇÕES NA BOLSA: GANHOS ALTOS PODEM ACONTECER NO CURTÍSSIMO PRAZO – ENTENDA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

FALA MINISTRO

Haddad culpa governo Bolsonaro por Selic alta e defende ‘meta contínua’ da inflação junto ao CMN

Junto com o presidente do BC, Roberto Campos Neto, e a ministra do Planejamento, Simone Tebet, Haddad tem assento no Conselho Monetário Nacional, onde são definidas as metas de inflação

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad - Imagem: Joédson Alves/Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltou a criticar as metas de inflação do Conselho Monetário Nacional (CMN) e alfinetar os juros elevados do Banco Central. Em entrevista à CNN, o chefe da pasta confirmou uma preferência por metas contínuas a serem atingidas ao longo do tempo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Eu penso que há aperfeiçoamento a ser feito. Talvez a oportunidade seja agora", afirmou Haddad em entrevista ao empresário Abílio Diniz, no programa Caminhos.

Junto com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e a ministra do Planejamento, Simone Tebet, Haddad tem assento no Conselho, onde são definidas as metas de inflação.

Para o ano que vem, a meta central a ser perseguida é de 3% — com variação de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, um espaço entre 1,5% e 4,5% —, porém o governo pressiona por mudanças no regime, como forma de abrir espaço para o corte de juros.

Metas anuais “não fazem sentido”, diz Haddad

Haddad considerou as metas anuais uma especificidade "que não faz sentido". Apenas Brasil e Turquia, observou, adotam o modelo. "Não faz sentido discutir no Conselho Monetário qual é a meta de inflação ano a ano", assinalou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O que o mundo que adotou meta de inflação fez? Você analisa a economia do país, define um objetivo, não fixa o ano-calendário. Alguns chamam de meta contínua. Ou seja, se é 3%, persegue-se 3%", acrescentou o ministro.

Leia Também

EMPATE TÉCNICO

O medo mudou de lado? O detalhe da pesquisa Quaest que pode azedar as apostas do mercado em Flávio Bolsonaro

ELEIÇÕES 2026

Seu local de votação mudou? TSE altera mais de 4 mil seções para o 2º turno; veja como consultar

Haddad lembrou que, mesmo com a inflação a 8,5%, o Banco Central Europeu (BCE) calibra os juros para que o objetivo de baixar a alta dos preços para 2% seja alcançado respeitando uma série de variáveis.

"Não para abrir mão de combater a inflação, que é a razão de ser do banco central, mas a trajetória, como ele desenha a trajetória", disse Haddad.

VEJA TAMBÉM — “A Bet365 travou meu dinheiro!”: este caso pode colocar o site de apostas na justiça; entenda o motivo

Dentro da técnica, é possível discutir corte nos juros

No mesmo programa, Haddad foi questionado sobre a responsabilidade na manutenção do nível elevado dos juros. O ministro respondeu que o novo governo tenta, na verdade, corrigir o que chamou de "loucuras" cometidas pela administração anterior em ano eleitoral.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse ponto, sustentou que o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) desorganizou o orçamento em R$ 300 bilhões, ou 3% do Produto Interno Bruto (PIB) e que leva-se tempo para corrigir. Nesse sentido, reforçou, o BC foi obrigado a elevar a taxa Selic a 13,75%.

"As medidas que este governo tem tomado para reverter quadro do governo anterior dão espaço para mudança de patamar da taxa de juros", disse Haddad, acrescentando que a discussão já não é mais sobre o que fazer, mas sim quando os juros podem cair.

Para Haddad, a discussão sobre a queda da Selic é técnica e não pode ser política, mas é legítima. "Dentro da técnica, é possível discutir (o corte de juros)."

  • Ainda tem dúvidas sobre como fazer a declaração do Imposto de Renda 2023? O Seu Dinheiro preparou um guia completo e exclusivo com o passo a passo para que você “se livre” logo dessa obrigação – e sem passar estresse. [BAIXE GRATUITAMENTE AQUI]

Eletrobras x governo: Haddad fala em “controvérsia”

Haddad afirmou na entrevista que a lei de privatização da Eletrobras é "controversa" e foi muito criticada, mesmo por defensores da mudança de controle da companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"No caso da Eletrobras, se você consultar as pessoas do mercado, a lei foi muito criticada, mesmo por quem defendia a privatização. A lei foi muito controversa", disse.

Segundo Haddad, o Brasil é uma democracia sólida, com instituições fortes e caberá ao Judiciário decidir se o Executivo tem razão em questionar os moldes da privatização da companhia.

A Advocacia-Geral da União (AGU) ingressou com uma ação no Supremo Tribunal Federal que pede a ampliação do poder de voto da União na Eletrobras. O processo foi distribuído a Kássio Nunes Marques, que já relata ações que questionam a privatização da empresa.

A União detém 43% da Eletrobras, privatizada em junho do ano passado, mas seu poder de voto é limitado a 10%. A ação que questiona essa trava foi ingressada AGU em 5 de maio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fila de ônibus parados em garagem 15 de outubro de 2026 - 18:44
15 de outubro de 2026 - 10:45
Candidatos às eleições presidenciais de 2026, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro 14 de outubro de 2026 - 18:28
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (esquerda) e Flávio Bolsonaro (direita) aparecem em uma montagem com um fundo de urna eletrônica 13 de outubro de 2026 - 11:16
Candidatos às eleições presidenciais de 2026, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro 13 de outubro de 2026 - 8:49
Douglas Ruas, deputado estadual do Rio de Janeiro pelo PL e presidente da Alerj 11 de outubro de 2026 - 9:10
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (esquerda) e Flávio Bolsonaro (direita) aparecem em uma montagem com um fundo de urna eletrônica 9 de outubro de 2026 - 10:54
Lula aparece do lado esquerdo em uma montagem. Do lado direito, Flávio Bolsonaro. 8 de outubro de 2026 - 18:59
Douglas Ruas, deputado estadual do Rio de Janeiro pelo PL e presidente da Alerj 5 de outubro de 2026 - 16:22
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva em pé, de frente a um púlpito, com bandeira do Brasil atrás. 4 de outubro de 2026 - 22:14
4 de outubro de 2026 - 19:58
Flávio Bolsonaro durante entrevista 4 de outubro de 2026 - 19:11
O ex-ministro Sergio Moro 4 de outubro de 2026 - 17:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar