O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com o banco central e a guerra na Ucrânia em foco, o relançamento do Bolsa Família acabou ficando em segundo plano — mas nem por isso o presidente deixou de comentar o assunto
Quando assumiu pela primeira vez, Luiz Inácio Lula da Silva adotou a famosa linha de governo da paz e do amor. Mais de 20 anos se passaram e o petista está de volta ao Palácio do Planalto — só que dessa vez, mais bélico.
O alvo de Lula é o banco central e a taxa de juros. Nos últimos 30 dias, o presidente atacou pelo menos sete vezes a autoridade monetária e a condução da Selic ao patamar atual de 13,75% ano — isso sem contar as vezes nas quais interlocutores do governo deram voz às críticas ao BC e ao seu presidente, Roberto Campos Neto.
Nesta quinta-feira (2), o petista mais uma vez foi duro com o banco central e RCN. "Qual é a explicação de ter um juros a 13,75% em um país em que a economia não está crescendo?", questionou ele em entrevista à Rádio BandNews FM.
A cereja do bolo das declarações de Lula foi quando ele disse “não ligar muito” para a autonomia ou não do Banco Central. De acordo com o presidente, independentemente da autonomia, a autoridade monetária tem que ter responsabilidade.
Ao se referir a Campos Neto, Lula disse que é um "cidadão, que não foi eleito para nada" e que "acha que tem o poder de decidir as coisas" e ajudar o País.
"Não, você não tem que pensar como ajudar o Brasil, tem que pensar como reduzir a taxa de juros", afirmou. "Ele tem que estar preocupado com inflação, emprego e crescimento da economia", acrescentou.
Leia Também
Apesar do tom bélico, Lula disse que não tem interesse em brigar com o presidente do Banco Central.
Se, por aqui, o petista trava uma guerra contra o banco central, quando o assunto é a invasão da Ucrânia, o Lula paz e amor dá as caras.
Nesta quinta-feira (2), o chefe do Executivo voltou a defender a criação de uma espécie de "G20 da paz" para mediar o fim da guerra na Ucrânia e afirmou que vai levar a ideia para a reunião do G-7 (grupo dos sete países mais ricos do mundo) da qual o Brasil participará em maio, no Japão.
"Você tem que encontrar alguma coisa que justifique retomar a paz. A guerra está influenciando muita coisa, a gente no Brasil está sofrendo por causa dessa guerra. Toda guerra tem um fim, e essa guerra tem que ter um fim. Não precisamos ficar destruindo ponte, prédio, a troco de quê?", afirmou.
Para Lula, tanto Rússia quanto Ucrânia estão "pedindo a Deus" pelo fim da guerra. O presidente ainda conclamou que as grandes potências participem das negociações para um acordo de paz. Na visão dele, o presidente da China, Xi Jinping, por exemplo, não pode ficar como "olheiro" do conflito.
Com o BC e a guerra na Ucrânia em foco, o relançamento do Bolsa Família acabou ficando em segundo plano — mas nem por isso Lula deixou de comentar sobre o assunto.
Ele defendeu o pente-fino feito pelo Ministério do Desenvolvimento Social no programa. “Eu não gosto de falar quem vai sair. Vai entrar todas as pessoas que tiverem condições e direito de entrar. Quem não tiver, não entra. E quem tiver de forma errada, vai sair”, afirmou.
Após uma revisão cadastral, o ministério anunciou que 1,5 milhão de pessoas devem ser excluídas do programa em março por receberem o benefício de forma irregular.
O governo federal fez o lançamento do novo Bolsa Família nesta quinta-feira (2). O programa pagará pelo menos R$ 600 por família, além de R$ 150 adicionais para cada criança de até 6 anos.
A nova formulação do benefício prevê ainda R$ 50 adicionais para crianças com mais de 7 anos e jovens com menos de 18 e R$ 50 adicionais para gestantes.
Segundo Lula, mais auxiliares podem deixar a Esplanada, mas ainda precisam avisá-lo
Licença-paternidade foi instituída no Brasil com a promulgação da Constituição de 1988. Mesmo com ampliação, benefício seguirá muito aquém do observado em países mais desenvolvidos.
Mesmo sem a confirmação oficial, integrantes do PSD começam a repercutir a escolha do governador de Goiás, em detrimento de Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul
O potencial de voto de Lula é um pouco maior e chega a 50%, enquanto Flávio Bolsonaro também tem 48% dos eleitores que admitem votar nele
O equívoco nasce de uma leitura imprecisa do artigo 224 do Código Eleitoral. O texto menciona, de fato, a necessidade de novas eleições caso a “nulidade” atinja mais da metade dos votos
Apesar da vantagem numérica do petista no primeiro turno entre os moderados, a disputa se acirra em uma eventual rodada decisiva
Decisão do STF limita verbas indenizatórias, suspende auxílios e tenta conter supersalários, embora preserve margem para penduricalhos na magistratura
A pena estipulada pelo TSE foi de 4 anos, retirando o ex-governador da corrida eleitoral deste ano e de 2030
Atual secretário-executivo da Fazenda tem perfil mais técnico e pode assumir a pasta com o desafio de tocar a agenda econômica em ano eleitoral
Além do efeito da bandeira do governo Lula na renda, levantamento mostra que a violência permanece no topo das preocupações dos entrevistados
Especialistas apontam que a observação detalhada da face e do áudio é o primeiro filtro de segurança, mas não é o único
Investigação da PF encontra mensagens do ministro do STF no WhatsApp do banqueiro que apontam para uma relação de pelo menos dois anos
Ex-governador de São Paulo e nome forte no Estado, Geraldo Alckmin também foi lembrado com elogios por Lula pela nova política da indústria brasileira
Os dados mostram também o filho de Jair Bolsonaro numericamente a frente de Lula no segundo turno, apesar da igualdade técnica entre ambos
Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra Lula ainda à frente de Flávio Bolsonaro e Tarcísio no primeiro turno, mas com a menor vantagem da série histórica contra o senador. No segundo turno, cenário indica empate técnico com o filho do ex-presidente e desvantagem contra o governador paulista
O avanço do senador nas intenções de voto para as eleições 2026 ocorre em um momento em que a avaliação do governo Lula segue pressionada
O magistrado é acusado de crime de responsabilidade, suspeição e conflito de interesses na condução do inquérito que apura as fraudes bilionárias
Levantamento mostra Lula à frente em todas as simulações, enquanto a avaliação de seu governo segue em empate técnico, com 49% de desaprovação e 47% de aprovação; confira quem tem mais chances no embate contra o petista
Apesar da rejeição elevada, Lula mantém vantagem sobre Tarcísio, Flávio, Michelle e outros adversários em todos os cenários; levantamento mostra o petista com 40,2% no primeiro turno e vitórias apertadas no segundo
Bolsonaro pede ao STF para entrar em programa de leitura para redução de pena. Veja como funciona o sistema por meio do qual o ex-presidente tenta reduzir tempo de reclusão