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Estudo da Edelman Financial Engines debruçou-se sobre os chamados HENRYs, pessoas que ganham muito dinheiro, mas não se consideram ricas o suficiente
Nos Estados Unidos, eles são chamados de HENRYs. Trata-se de pessoas já ganham muito mais dinheiro do que a média dos norte-americanos, mas que não se consideram ricas o bastante.
E como se chegou a HENRY?
Quem lê muitos textos em inglês sabe que os anglófonos são chegados em um acrônimo.
HENRY foi a sigla encontrada para simplificar o uso da expressão “high earners, not rich yet”.
E esse grupo foi alvo de um estudo pela Edelman Financial Engines, uma empresa de planejamento financeiro e assessoria em investimentos com sede na Califórnia.
E essa sensação vai na contramão dos números do Federal Reserve, o banco central norte-americano.
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De acordo com a autoridade monetária dos EUA, o patrimônio líquido médio das famílias norte-americana aumentou 37% entre 2019 e 2022.
No entanto, mesmo quando as famílias se tornaram mais ricas, a inflação e a sensação de instabilidade fizeram crescer o número de HENRYs.
Embora recebam salários superiores à média, os HENRYs têm-se deparado com custo de vida mais alta e diminuição de suas poupanças.
Isso coincide com o período prolongado de inflação mais alta do que de costume nos EUA.
A situação corroeu o poder de compra e a confiança da maioria dos consumidores.
Mais da metade dos americanos com salários de mais de US$ 100 mil (equivalente a quase meio milhão de reais) por ano dizem que o dinheiro que recebem é suficiente apenas para pagar as despesas do dia a dia.
“A volatilidade do mercado nos últimos dois anos teve um impacto financeiro e emocional sobre indivíduos e famílias, independentemente da riqueza”, disse Kelly O’Donnell, diretora da Edelman Financial Engines.
Em 2023, 67% dos norte-americanos afirmaram que precisariam de pelo menos US$ 1 milhão (R$ 4,93 milhões) para se sentirem ricos.
Um ano antes, 57% estabeleceram a marca de US$ 1 milhão como a fronteira entre ser ou não ser rico.
Mas o estudo da Edelman Financial Engines contém informações ainda mais surpreendentes.
Cerca de 20% dos entrevistados disseram que precisariam ter US$ 5 milhões ou mais para se sentirem ricos.
“Aquele milhão de dólares simplesmente não está mais sendo o suficiente”, disse O’Donnell à CNBC.
O aumento do custo de vida está fazendo com que muitos norte-americanos dependam de cartões de crédito para honrar seus compromissos básicos.
No ano passado, o endividamento no cartão de crédito atingiu um pico histórico nos EUA. Ao mesmo tempo, a taxa de poupança dos norte-americanos caiu.
Quando se trata de acumular riqueza, a maioria dos consumidores afirma hoje que as dívidas de alto custo representam atualmente o principal obstáculo, de acordo com o estudo da Edelman Financial Engines.
Sentir-se financeiramente seguro muitas vezes tem menos a ver com quanto dinheiro você tem e mais com a capacidade de gastar menos do que se ganha.
“Existe quem viva com bem menos do que tem e também há quem gaste demais”, explicou o planejador financeiro Jason Friday ao abordar os diferentes perfis de HENRYs.
De acordo com ele, a reversão dessa sensação passa pelo estabelecimento de metas de longo prazo para manter os gastos dentro do próprio orçamento.
Historicamente, sentir-se rico tem fortes laços com a posse de uma casa própria.
No rescaldo da pandemia, devido à disparada dos preços da habitação, muitos americanos ficaram ricos em casa, pelo menos no papel.
Quando as taxas hipotecárias atingiram as mínimas históricas, esses proprietários também conseguiram refinanciar suas dívidas imobiliárias, abrindo espaço no orçamento doméstico.
No entanto, essa situação ficou para trás.
Para aqueles que procuram uma casa, quase metade (45%) dos potenciais compradores são desencorajados tanto pelos altos preços quanto pelas taxas de juros elevadas, informa a Edelman Financial Engines.
Mesmo entre os entrevistados ricos (aqueles com idade entre 45 e 70 anos e patrimônio familiar de até US$ 3 milhões de dólares), 37% deram essa resposta.
“Houve um tempo nos EUA em que um casal com filhos conseguia sobreviver com um único salário em casa. Hoje, em grande parte, isso é só um vestígio do passado”, disse Mark Hamrick, analista sénior do Bankrate.
*Com informações da CNBC.
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