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Analistas esperam que os preços continuem a subir, o que contribuiria para contas de combustível mais elevadas, inflação acelerada — e taxas de juro mais elevadas

A escalada do preço do petróleo ligou um alerta amarelo para analistas e investidores. Só em setembro, o barril do Brent, utilizado como referência internacional, registrou alta de 7,8%, se aproximando da tão temida marca de US$ 100 por barril.
E esse aumento quase ininterrupto dos preços do petróleo representa um novo desafio para os bancos centrais e sua batalha contra a inflação.
Na manhã desta quarta-feira (20), o barril do Brent era negociado em queda de 0,84%, cotado a US$ 93,71 por volta das 8h20. Confira como isso interfere com os mercados financeiros ao vivo.
A alta é uma vitória para a Arábia Saudita, que procurou reforçar os preços para financiar uma transformação planeada da sua economia, hoje altamente dependente do petróleo. A Rússia, que depende dos rendimentos energéticos para financiar a sua guerra contra a Ucrânia é outro vencedor.
Níveis recordes de demanda de petróleo — alimentados por uma força da retomada econômica inesperada — ultrapassaram a produção. Como resultado, os comerciantes e as refinarias de petróleo estão esgotando rapidamente as reservas.
Muitos analistas esperam que os preços continuem a subir, o que contribuiria para contas de combustível mais elevadas, uma inflação mais rápida — e, potencialmente, taxas de juro mais elevadas.
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A subida dos preços do petróleo traduz-se na inflação de outros bens e serviços. Isso poderia sustentar as pressões sobre os preços e ao mesmo tempo desacelerar a economia — o cenário que o Federal Reserve (Fed) e os investidores esperam evitar.
Os preços da gasolina saltaram para uma média nacional de US$ 3,88 o galão nos EUA, de acordo com a AAA, ante US$ 3,68 um ano atrás.
Os custos do gás aumentaram quase 11% apenas entre julho e agosto, de acordo com o Bureau of Labor Statistics, impulsionando mais de metade da inflação global.
Por fim, os preços do diesel dispararam, especialmente na Europa. As refinarias de lá estão famintas de petróleo bruto saudita e russo, rico em diesel.
Em meio a problemas com a principal commodity energética do planeta, a Comissão Europeia decidiu analisar dados de importação de etanol combustível referentes aos últimos três anos.
A ideia é proteger produtores da União Europeia, disse a S&P Global Commodity Insights.
A decisão foi tomada após uma disparada de 45% nas importações de etanol pela UE entre 2021 e 2022, disse a comissão.
Estados Unidos, Peru e inclusive o Brasil foram os principais exportadores de etanol combustível para o bloco em 2022. Os embarques dos EUA e do Brasil para a UE aumentaram 96% e 37%, respectivamente, entre 2021 e 2022, enquanto as exportações do Peru diminuíram 13%.
O objetivo é reunir dados quantitativos e identificar tendências de importação para mitigar possíveis prejuízos a fabricantes de etanol do bloco.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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