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Analista usa técnica com seguros de ações que custam poucos centavos para buscar ganhos patrimoniais de até R$ 100 mil para brasileiros.
Uma oportunidade inovadora de aumentar seu patrimônio usando uma estratégia de seguros está ganhando destaque e promete conquistar ainda mais brasileiros agora, em novembro de 2023.
Essa estratégia foi desenvolvida por Ruy Hungria, um renomado analista de investimentos, físico formado pela USP e especialista em finanças. Ele se inspirou nas metodologias utilizadas pelas principais seguradoras de automóveis do Brasil e do mundo, como Allianz, Porto Seguro e SulAmérica.
O projeto consiste em buscar uma multiplicação expressiva de patrimônio, com meta de ajudar investidores iniciantes a buscar seus primeiros R$ 100 mil.
Por mais que se trate de uma estratégia sofisticada, usada por grandes empresas seguradoras, praticamente qualquer brasileiro pode aprender o suficiente sobre essas técnicas pra buscar ganhar dinheiro de forma consistente.
Mesmo que você nunca tenha investido na vida ou não tenha muito dinheiro na conta, pode começar em breve a construir esse patrimônio de até 6 dígitos.
Investidores já conseguiram transformar a pequena quantia de R$ 400 em até R$ 55.000 (13.650% de lucro) usando a estratégia de Hungria — e é isso que você vai aprender a fazer agora.
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Apesar de ser qualificado para atuar em qualquer segmento do mercado financeiro, como análise de ações, Ruy é especialista em um tipo de ativo que muitas pessoas desconhecem ou consideram extremamente complexo: opções.
Como o próprio nome sugere, as opções são direitos de comprar ou vender outros ativos, geralmente ações. Por esse motivo, elas também são conhecidas como "derivativos", ou seja, ativos que derivam de outras categorias.
Pode parecer difícil, mas garanto que você vai entender como funciona.
Em termos gerais, quando alguém compra uma opção, paga um "prêmio" para ter o direito, no futuro, de comprar ou vender uma ação por um determinado valor, independentemente do preço de mercado.
Por outro lado, quem vende uma opção recebe a remuneração desse prêmio, mas assume o compromisso de comprar ou vender a ação no futuro pelo valor estabelecido.
Vejamos um exemplo: suponha que uma ação da Petrobras (PETR4) esteja sendo negociada atualmente a R$ 25.
Um investidor acredita que o preço da ação tem um grande potencial de chegar a R$ 30, mas não dispõe dos recursos necessários para comprá-la. Nesse caso, ele adquire uma opção de compra da Petrobras de você, que não enxerga esse mesmo potencial, por um preço de execução de R$ 27, pagando alguns centavos por opção.
Quando chegar o momento de exercer a opção, o comprador terá duas opções:
Se o preço da Petrobras estiver acima de R$ 27, ele poderá exercer a opção, comprando a ação de você pelo preço acordado e vendendo-a no mercado a um preço mais alto.
Se o preço da Petrobras estiver abaixo de R$ 27, a opção não terá valor. Nesse caso, você, enquanto vendedor, fica com o valor do prêmio.
Ou seja, você, enquanto investidor, receberá uma “renda limpa” se a opção não for executada. Mas como garantir que ela não será?
Uma boa analogia para a venda de opções é o mercado de seguros automotivos. Quando contratamos um seguro para nosso carro, por exemplo, jamais queremos acioná-lo, mas pagamos um prêmio para a seguradora para termos direito ao valor do carro em caso de sinistro, como roubo ou perda total.
“Na maioria dos contratos, a seguradora recebe o valor do prêmio e não precisa desembolsar nem um real, já que não acontece nada com o veículo. Em alguns casos, ela terá de arcar com o valor do veículo. Mas, considerando os riscos e o prêmio de cada contrato, a operação total tende a ser muito lucrativa”, explica Hungria.
O segredo para que o investimento em opções seja rentável, portanto, é buscar operações que gerem o maior retorno (prêmio pago) diante do menor risco (possibilidade de execução da opção).
Para determinar os preços de cada seguro, as empresas possuem uma tabela baseada no risco de sinistro de cada contrato. A partir daí, o preço cobrado é sempre maior do que o risco aponta, indicando um provável lucro na operação.
É por conta disso que motoristas jovens e cheios de multas, por exemplo, pagam mais caro do que motoristas experientes com um bom histórico.
O mesmo ocorre com as opções: para poder ter lucro vendendo esses ativos, é preciso que a relação entre o prêmio e o risco seja vantajosa.
Assim, você poderá obter uma alta renda na maioria das suas operações e, mesmo quando perder em alguma delas, os outros ganhos compensariam o prejuízo.
No mercado financeiro, não existe uma tabela de risco assim como a das seguradoras de veículos. Entretanto, modelos desenvolvidos por grandes analistas, como Ruy Hungria, são capazes de prever com precisão as probabilidades de variação no preço de cada ativo.
É por meio destas técnicas que o investidor identifica quais são as opções com maior chance de gerar retorno.
Imagine que, no exemplo em que utilizamos, a probabilidade de que Petrobras subisse fosse baixa. Nesse caso, faria muito sentido vender uma opção que só seria executada em caso de uma alta significante.
Afinal, todas as chances apontam para um cenário em que o vendedor recebe o prêmio da opção limpo. É este tipo de oportunidade que Hungria busca.
O analista, inclusive, preparou um material exclusivo explicando o passo a passo para buscar lucros altos com opções e identificar as operações com melhor potencial de retorno.
Você pode acessar o material por meio deste link. Após deixar seu contato, você o receberá em seu e-mail.
O conteúdo foi produzido para que qualquer investidor possa buscar um patrimônio de até R$ 100 mil, ou seja, não é um pré-requisito que você já tenha conta no exterior ou conheça o mercado de opções.
O analista vai explicar tudo de maneira simples e “mastigada”, para que o maior número de brasileiros tenha a chance de acumular um patrimônio de até 6 dígitos.
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